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ANP apreendeu 100 mil litros de combustíveis do garimpo ilegal na Operação Munduruku

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Ação do governo federal contra o garimpo ilegal na Amazônia teve sua primeira fase encerrada na última sexta-feira


A ANP participou da primeira fase da Operação de Desintrusão da Terra Indígena Munduruku (OD-TIMU), no Pará, ação do governo federal contra o garimpo ilegal na Amazônia, que teve sua primeira fase encerrada na última sexta-feira (31/1). Em sua atuação na operação, a Agência apreendeu cerca de 100 mil litros de combustíveis (em especial diesel) que estavam sendo fornecidos para garimpos ilegais através de pontos de abastecimento irregulares, postos de combustíveis (em vasilhames transportáveis irregulares) e também através de transportadores-revendedores-retalhistas de navegação Interior (TRRNIs), que foram autuados.


Leia também
• Operação Munduruku avança no combate ao garimpo ilegal e entra em nova fase de ação


A participação da ANP na primeira fase da operação foi fundamental para dar apoio no rastreio e combate ao comércio irregular de combustíveis, que alimenta e dá suporte a essas atividades ilegais. Além das ações no Pará, a Agência integra ainda a Operação Yanomami, em Roraima, também com foco na interrupção dos fluxos de combustíveis que abastecem o garimpo irregular. Ao longo de 2025, a ANP irá dar continuidade em ambas as operações.


Coordenada pela Casa Civil da Presidência da República, a OD-TIMU mobilizou uma força-tarefa composta por diversos órgãos federais, incluindo, além da ANP, os Ministérios da Justiça e Segurança Pública, da Defesa e dos Povos Indígenas, além do Exército Brasileiro, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional de Segurança Pública, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodieversidade (ICMBio), Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), Advocacia-Geral da União (AGU), Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), Secretaria de Comunicação da Presidência da República (SECOM), Agência nacional de Aviação Civil (ANAC), Agência Nacional de Transportes-Terrestres (ANTT).


 


 


 






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Megaoperação federal apreende uma tonelada de cassiterita extraída ilegalmente da Terra Yanomami

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Agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) apreenderam 18 sacos de cassiterita, equivalentes a uma tonelada do minério, durante patrulhamento na estrada Vicinal Paredão Velho, na região de Alto Alegre, próxima à Terra Indígena Yanomami. O material foi encontrado em inspeção de dois veículos de carga; os condutores foram detidos e encaminhados à Superintendência da Polícia Federal para as providências legais.


Além do minério, os agentes localizaram nas proximidades da área duas antenas Starlink. A tecnologia de internet via satélite que tem sido utilizada por grupos que atuam no garimpo ilegal, permitindo comunicação em áreas remotas. A ação conjunta aconteceu no último domingo, dia 2 de fevereiro.



Foto apreensões 04.02.jpeg

Agentes da Força Nacional interceptaram veículo com uma tonelada de cassiterita, mineral utilizado na produção de estanho. Foto: Força Nacional


Outra incursão compartilhada entre Ibama e Força Nacional, na última sexta-feira (31), resultou na destruição de uma aeronave Cessna Aircraft, modelo 182P. O avião era utilizado para o transporte de suprimentos, combustível e equipamentos que abasteciam o garimpo ilegal na região. Os agentes estavam na localidade conhecida como Novo Paraíso, próxima ao Rio Itã, em fiscalização de pistas clandestinas.


Além da destruição da aeronave, diversos itens encontrados no local foram inutilizados pelos servidores do Ibama, incluindo lonas e cavaletes de madeira, bombonas vazias para combustível, embalagens de lubrificantes, chapas de zinco e partes de fuselagem, ferramentas diversas, caixas de isopor com utensílios domésticos e bombonas d’água. Além disso, um GPS aeronáutico Garmin foi apreendido pelos agentes do Ibama e será encaminhado à Polícia Federal para investigação.


A destruição da aeronave representa um impacto significativo na logística dos garimpeiros ilegais, dificultando o transporte de insumos e reduzindo sua capacidade de operação na região.


Balanço da Operação OD-TIY (março de 2024 a janeiro de 2025)


Desde o início da Operação de Desintrusão da Terra Indígena Yanomami (OD-TIY), coordenada pela Casa de Governo em março de 2024, já foram realizadas 3.843 ações de fiscalização e combate ao garimpo ilegal. As operações resultaram na destruição de 136 mil litros de diesel, 1.182 motores, 656 máquinas leves e 120 embarcações, além da apreensão de 226 kg de mercúrio e 132 antenas Starlink, utilizadas para coordenar atividades ilícitas.


O prejuízo estimado aos garimpeiros ilegais já ultrapassa R$ 284,5 milhões, com a inutilização de 32 aeronaves, 120 embarcações, 70 balsas, 20 dragas e a apreensão de mais de 143 toneladas de cassiterita.


A Casa de Governo, por meio da Operação de Desintrusão da TIY (OD-TIY), mantém o controle e a fiscalização do território para impedir a reocupação ilegal e garantir a proteção territorial. As ações seguem voltadas para a manutenção da integridade da terra indígena e a segurança das comunidades Yanomami, Ye’kwana e Sanöma.






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Prouni 2025 tem 197 mil pré-selecionados para o 1º semestre

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O processo seletivo referente ao primeiro semestre de 2025 do Programa Universidade para Todos (Prouni) teve 197.080 pré-selecionados, apenas na primeira chamada. Ao todo, 768.296 pessoas se inscreveram para a edição, registrando cerca de 1,5 milhão de inscrições, já que cada participante pode escolher até dois cursos para concorrer à bolsa. O resultado da primeira chamada foi publicado às 18h (horário de Brasília) desta terça-feira, 4 de fevereiro, pelo Ministério da Educação (MEC) e está disponível no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. A segunda chamada será divulgada no dia 28 de fevereiro. 


Nesta edição, foram ofertadas 338.444 bolsas em 403 cursos de 1.031 instituições privadas por todo o país. Dessas bolsas, 203.539 são integrais e 134.905, parciais. De acordo com o balanço da pasta, o estado com maior número de pré-selecionados foi São Paulo, com 38.215 estudantes. Em seguida, estão Minas Gerais (18.506) e Bahia (114.862).  


Confira o número de inscrições e de pré-selecionados por unidade federativa (UF): 


















































































































































UF 



Inscritos 



Pré-selecionados 



AC 



4.235 



999 



AL 



14.796 



2.459 



AM 



15.083 



3.963 



AP 



5.054 



1.378 



BA 



68.287 



14.862 



CE 



47.925 



9.320 



DF 



14.035 



4.200 



ES 



16.336 



4.950 



GO 



25.477 



8.512 



MA 



37.007 



9.487 



MG 



75.216 



18.506 



MS 



6.833 



2.020 



MT 



7.935 



3.072 



PA 



43.447 



9.936 



PB 



23.019 



3.434 



PE 



49.306 



9.603 



PI 



20.364 



3.282 



PR 



32.994 



10.244 



RJ 



50.065 



14.424 



RN 



16.895 



2.692 



RO 



6.810 



1.950 



RR 



2.068 



704 



RS 



35.336 



9.406 



SC 



13.555 



5.449 



SE 



13.559 



2.260 



SP 



117.099 



38.215 



TO 



5.560 



1.753 



Fonte: Subsecretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação (Stic/MEC) 


O ranking dos três cursos mais concorridos é liderado por Direito, com mais de 100 mil inscritos e 17.631 pré-selecionados. A lista é completada por Administração, com 63,2 mil inscritos e 16,2 mil pré-selecionados, e Pedagogia, com 45,2 mil inscritos e 11,8 mil pré-selecionados. Entre os cursos presenciais de licenciatura, Pedagogia lidera com 14.812 inscritos. Em seguida, estão Educação Física (4.328), História (1.644) e Ciências Biológicas (1.515).  


Confira a lista dos dez cursos por total de pré-selecionados na primeira chamada: 


















































Curso 



Pré-selecionados 



Direito 



17.631 



Administração 



16.231 



Pedagogia 



11.802 



Psicologia 



10.007 



Enfermagem 



9.402 



Análise e Desenvolvimento de Sistemas 



9.062 



Educação Física 



8.545 



Ciências Contábeis 



7.413 



Biomedicina 



6.415 



Fisioterapia 



5.875 



Fonte: Subsecretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação (Stic/MEC) 


Perfil dos inscritos – Segundo o levantamento, a faixa etária com o maior número de inscritos é de 19 a 20 anos, com 674.954 estudantes. Em seguida, estão as faixas de 21 a 30 anos (414.605 inscritos) e de 14 18 anos (297.258 inscritos).     


A maior parte dos inscritos se declarou com a cor parda (344.861). Já aqueles que se identificam com a cor branca totalizaram 316.972 inscritos. A lista é completada, respectivamente, por aqueles que se autodeclararam pretos (96.161), amarelos (8.020) e indígenas (2.282).  


Documentação  De acordo com o Edital nº 2/2025, o prazo para entrega da documentação dessa primeira chamada irá até 17 de fevereiro. O candidato pode comparecer à instituição de educação superior ou encaminhar a documentação por meio virtual/eletrônico. 


A instituição deverá disponibilizar, em suas páginas na internet, campo específico para o encaminhamento. Caso não seja possível, informará colaboradores para receberem a documentação fisicamente nos locais de oferta de curso em que houver candidatos pré-selecionados, nos horários de funcionamento da instituição. 


Segunda chamada – O resultado da segunda chamada do Prouni sairá no dia 28 de fevereiro. Já a apresentação dos documentos pelos estudantes deverá ser feita até 17 de março. 


Lista de espera – Os interessados em participar da lista de espera deverão manifestar seu interesse por meio da página do Prouni, nos dias 26 e 27 de março de 2025. A lista de espera estará disponível no dia 1º de abril, no Sistema do Prouni (Sisprouni), para consulta pelas instituições de educação superior e pelos candidatos.    


Confira o cronograma do Prouni 2025/1:


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Prouni 20 anos – Criado em 2004, pela Lei nº 11.096/2005, o Programa Universidade para Todos oferta bolsas de estudo (integrais e parciais) em cursos de graduação e sequenciais de formação específica em instituições de educação superior privadas. O programa ocorre duas vezes ao ano e tem como público-alvo o estudante sem diploma de nível superior. Em 2025, o Prouni comemora 20 anos de existência, com mais de 3,4 milhões de estudantes beneficiados entre 2005 e 2024.

Nestas duas décadas, mulheres (56%) e negros (55%) foram maioria entre o público da política. Além disso, segundo o Censo da Educação Superior de 2023, ao se analisarem os efeitos do programa na taxa de conclusão de curso superior, verificou-se que 58% dos participantes concluíram a graduação. Ao todo, 1,46 milhão de bolsistas concluíram seus cursos de graduação. Já entre os estudantes que não participam do programa, o percentual cai para 36%. Os dados ressaltam o impacto social do Prouni no acesso e na conclusão do ensino superior por parte de grupos vulnerabilizados.






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https://jornalismodigitaldf.com.br/prouni-2025-tem-197-mil-pre-selecionados-para-o-1o-semestre/?fsp_sid=102417
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Parceria fortalece a economia solidária e a gestão de resíduos na Terra Indígena Yanomami

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Na manhã do dia 29 de janeiro, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Secretaria Nacional de Economia Popular e Solidária (Senaes), realizou a primeira reunião de 2025 para dar início à implementação do Edital de Fomento à Economia Solidária, Gestão de Resíduos e Fortalecimento de Organizações de Catadores na Terra Indígena Yanomami e Ye'kwana (TIY). O encontro contou com a participação das organizações vencedoras do edital: a Central de Cooperativas Empreendimentos Solidários (UNISOL BRASIL) e o Centro de Estudos e Assessoria (CEA).


A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Ministério dos Povos Indígenas (MPI) e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), e prevê a destinação de R$ 20 milhões às Organizações da Sociedade Civil (OSC) selecionadas. O objetivo é fortalecer a economia solidária e a gestão de resíduos na região, garantindo a inclusão prioritária dos povos Yanomami e Ye'kwana, nos estados do Amazonas e de Roraima.


Até março, será criado um Comitê Gestor para acompanhar a implementação da política, em conformidade com a Lei 15.068/24. A cerimônia de formação contará com a presença dos ministros Luiz Marinho (MTE) e Sônia Guajajara (MPI).


Para o secretário da Senaes, Gilberto Carvalho, a atuação interministerial é fundamental para enfrentar os desafios da região. "Participar deste programa é uma honra e uma oportunidade de fortalecer a economia solidária nas Terras Indígenas. A gestão desse projeto exige logística complexa, mas reafirma a importância da parceria entre os ministérios. Esperamos que essa política seja permanente", afirmou Carvalho.


O edital prevê a formação de 20 agentes de reciclagem indígena, distribuídos em 10 bases nos estados de Roraima e Amazonas. O programa segue diretrizes do Governo Federal para a preservação dos territórios, coordenadas pela Secretaria-Geral da Presidência da República (SG/PR). Estima-se que 70 toneladas de plástico estejam acumuladas nas áreas afetadas.


A implementação do projeto também segue as diretrizes da Convenção 169 da OIT, que garante aos povos indígenas o direito de participação na gestão de seus territórios e na preservação ambiental. A iniciativa conta com apoio do Ministério da Saúde, através do DSEI, da prefeitura de Boa Vista/RR, da Casa do Governo Federal em Roraima, do Fórum Estadual de Economia Solidária e de agentes do Programa Paul Singer da Senaes.


A execução do edital foi viabilizada por um Termo de Execução Descentralizada (TED), que estabeleceu as condições para o Chamamento Público e a seleção das OSCs participantes. O edital prevê, ainda, estudos sobre a cadeia de valor dos resíduos e a inclusão das comunidades indígenas na gestão de materiais recicláveis.


Impacto na Terra Indígena Yanomami


A iniciativa é um marco na gestão de resíduos na TI Yanomami. Os agentes ambientais recicladores serão capacitados para a separação e armazenamento de resíduos, que serão transportados por vias aéreas, terrestres e fluviais até Boa Vista e Caracaraí. Nessas cidades, organizações de catadores, majoritariamente compostas por mulheres indígenas, farão a gestão dos materiais.


A estratégia também visa estudar e dimensionar o impacto dos resíduos provenientes do garimpo ilegal, que tem causado danos ambientais severos na região. A invasão garimpeira tem resultado na contaminação dos rios, no desmatamento, na redução da fauna e flora e no aumento dos índices de desnutrição e doenças entre os povos indígenas.


Com essa iniciativa, o Governo Federal reafirma seu compromisso com a sustentabilidade e a proteção dos direitos dos povos indígenas, promovendo uma política de economia solidária alinhada à preservação ambiental e à inclusão social.


 






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Operação resgata nove pessoas de trabalho escravo em colheita de uva no RS

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Uma força tarefa resgatou neste domingo (2/2) em Flores da Cunha, município gaúcho a 147 km de Porto Alegre, um grupo de nove trabalhadores de colheita da uva, sendo oito deles argentinos. A Secretaria de Inspeção do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) integrou a operação junto com outros órgãos públicos, com Ministério Público do Trabalho e Polícia Federal. A ação foi articulada a partir de denúncias junto à brigada militar do município.


Segundo auditores fiscais do Trabalho, o grupo de trabalhadores estava alojado em uma casa de madeira precária, com frestas, aberturas no telhado e fiação elétrica exposta. Eram todos homens, com idades entre 19 e 29 anos, contratados pelo produtor rural para a colheita de uvas.


O produtor rural, além de possuir parreirais próprios, também atuava como intermediador de mão de obra para a colheita de uvas em outras propriedades rurais na região. A promessa era de pagamentos de valor semanal expressivo (acima do valor médio pago na região), alimentação e alojamento. Entretanto, ao iniciar as atividades, o valor pago por quilo de uva colhida foi inferior ao combinado.


Mesmo realizando jornadas de 12 horas, o valor obtido pela produção diária ficava muito aquém do prometido. Além disso, o pagamento, que era realizado aos sábados, já não era pago pela segunda semana consecutiva.


É a segunda operação de resgate de trabalhadores em situação análoga à escravidão em uma semana, em colheita de uva no estado.


O alojamento estava em precárias condições de conservação, conforto e higiene e a alimentação somente era fornecida caso houvesse trabalho. Um dos trabalhadores, embora com a mão machucada, seguia trabalhando para não ficar sem a alimentação. Os trabalhadores, sem recursos, não possuíam meios de deixar a propriedade rural e retornar para o país de origem.


Em razão das falsas promessas e das condições degradantes de trabalho, ficou caracterizado o trabalho em condições análogas à escravidão, sendo o empregador preso em flagrante e conduzido para a Delegacia de Polícia Federal em Caxias do Sul.


Providências


Notificado, o empregador deverá efetuar o pagamento das verbas salariais e rescisórias devidas aos trabalhadores nesta terça-feira (4). O MTE providenciará a inscrição no CPF e a confecção das Carteiras de Trabalho para os imigrantes argentinos, o que possibilitará a formalização de seus registros como empregados e a emissão do seguro-desemprego do trabalhador resgatado. Além disso, a assistência social do município de Flores da Cunha providenciou alojamento no município.


Esse é o segundo resgate ocorrido na safra da uva nessa semana. No dia 28 de janeiro, Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, outros quatro trabalhadores argentinos foram resgatados em São Marcos (RS).


Para denunciar – As denúncias sobre trabalho análogo ao de escravo podem ser feitas ao MTE de forma anônima pelo Sistema Ipê e os dados oficiais sobre as ações estão disponíveis no painel de informações e estatísticas da Inspeção do Trabalho no Brasil, no Radar SIT - Inspeção do Trabalho.






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Mensagem Presidencial ao Congresso destaca avanços e papel do parlamento na reconstrução do país

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Um balanço de um Brasil que, nos últimos dois anos, teve crescimento do PIB acima de 3% casado com o menor índice de desemprego da série histórica. Uma nação com  geração de 3 milhões de vagas com carteira assinada e recorde de mais de 100 milhões de brasileiros atuando no mercado de trabalho. Um país que alia responsabilidade fiscal a salário mínimo reajustado acima da inflação e celebra a saída de 24,4 milhões de brasileiros do Mapa da Fome.


A Mensagem Presidencial ao Congresso, entregue nesta segunda-feira ao parlamento brasileiro pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa , reúne em quase 600 páginas conquistas, desafios e prioridades do Executivo . A apresentação do texto, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi lida na sessão de abertura do Legislativo.


“Quero mais uma vez parabenizar e agradecer ao Congresso pela inestimável cooperação no projeto de reconstrução do Brasil. A economia cresce mais, com investimentos, consumo, exportações e inovação. A indústria e o agronegócio estão mais fortes. A produtividade aumentou, e o desemprego caiu”, indica o texto assinado pelo presidente. “Reafirmamos o compromisso com a democracia, o respeito às instituições e a relação harmoniosa entre os Poderes. Reafirmamos também o compromisso de promoção do desenvolvimento econômico com inclusão social”.


Mais cedo, no Palácio do Planalto, Lula recebeu os novos presidentes das Casas, o deputado Hugo Motta e o senador Davi Alcolumbre, momento em que os três reforçaram o compromisso de atuar de forma independente e articulada em torno de projetos essenciais para o país. O presidente também acompanhou a abertura dos trabalhos do Judiciário, no Supremo Tribunal Federal.


» Íntegra da Mensagem Presidencial ao Congresso 2025


O texto entregue ao Congresso percorre os temas que foram abordados pelo Executivo ao longo dos dois primeiros anos de mandato e reforça o alinhamento com o parlamento.


Acompanhe números e pontos essenciais da apresentação da Mensagem Presidencial:


ECONOMIA – Em 2023, o PIB cresceu 3,2%, quatro vezes acima da projeção do mercado. Para 2024, a projeção aponta para crescimento de 3,5%, um dos maiores do mundo.  “Em média, o Brasil terá crescido, nestes dois anos, mais do que o dobro da média do período 2019/2022”.


COMÉRCIO EXTERIOR – Em 2023 e 2024, o Brasil conquistou os melhores resultados de comércio exterior na história. O fluxo de entrada de investimentos estrangeiros chegou a US$ 133 bilhões no biênio. Em 2024, o Brasil bateu recorde em exportação de produtos manufaturados e reassumiu a oitava posição em produção de automóveis. “Com a volta do Brasil ao cenário internacional, mais de 300 novos mercados foram abertos aos produtos brasileiros no exterior. E o mais importante: concluímos as negociações para o acordo Mercosul-União Europeia, depois de 25 anos de tratativas”.


MERCADO DE TRABALHO – O emprego formal tem crescido em todos os setores e em todas as Unidades da Federação. No biênio 2023-2024, o saldo superou 3 milhões de empregos com carteira assinada. O conjunto de ocupados chegou ao fim de 2024 em patamar recorde, de mais de 103 milhões. O desemprego fechou 2025 em 6,6%, o menor patamar da série histórica iniciada em 2012. “O salário mínimo voltou a ter ganhos reais e continuará subindo acima da inflação, de forma sustentável”.


EMPREENDEDORISMO – Programas como o Desenrola e o Acredita têm apoiado a redução do endividamento e ampliado o acesso ao crédito para as famílias e os pequenos empreendedores. “O incentivo ao empreendedorismo é uma das marcas do nosso governo. Em 2024, mais de 4 milhões de pequenos negócios foram formalizados, superando todas as marcas anteriores.


COMBATE À FOME – Para a parcela mais vulnerável da população, o Bolsa Família fez em 2024 a maior transferência da história: R$ 170,4 bilhões. Por outro lado, 1,3 milhão de pessoas saíram do Bolsa Família após aumentarem a renda e conquistarem empregos. “Quando assumimos a Presidência, o Brasil estava de novo no Mapa da Fome, com 33 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar. Em dois anos, 24,4 milhões de brasileiros ficaram livres. Estamos comemorando os menores índices de pobreza da série histórica. A extrema pobreza caiu para 4,4%, ficando pela primeira vez abaixo de 5%”.


QUILOMBOLAS, INDÍGENAS E JUVENTUDE NEGRA – Houve progressos expressivos na garantia de terras para comunidades quilombolas e povos indígenas: 32 terras quilombolas foram tituladas e 13 terras indígenas homologadas desde 2023. “Lançamos o Plano Juventude Negra Viva, o maior conjunto de políticas para a juventude negra na história do País, com investimentos nas áreas de segurança pública, saúde, educação, emprego, esporte e cultura”.


SEGURANÇA PÚBLICA – “Avançamos na elaboração de uma política de combate ao crime organizado, com a participação dos governadores e a garantia de não interferência na autonomia dos entes federativos”.


CULTURA – A Cultura teve R$ 6,9 bilhões transferidos pela Lei Paulo Gustavo e pela Política Nacional Aldir Blanc em 2023 e 2024. O setor audiovisual foi impulsionado com a retomada da Cota de Tela, que garante a exibição de filmes nacionais no circuito. “O Novo PAC destinou recursos para infraestrutura cultural e celebramos o marco regulatório do setor, com a sanção do Sistema Nacional de Cultura, resultado importante do diálogo entre o Governo Federal e o Parlamento”.


INDÚSTRIA – A Nova Indústria Brasil impulsiona o desenvolvimento do país com medidas direcionadas a setores estratégicos, numa parceria entre Governo Federal e setor produtivo. Ao mesmo tempo em que investe em produtividade e na transformação digital, o Programa redefine o papel do Brasil no comércio global. São investimentos em setores como indústria naval, automotiva, construção, tecnologia da informação e comunicação, transição energética, bioeconomia, siderurgia e complexo industrial da saúde.


AGRONEGÓCIO – O apoio aos investimentos no setor rural bateu recordes. O Plano Safra 2024/2025 disponibilizou para o agronegócio o maior volume de crédito da história: R$ 400,59 bilhões. A agricultura familiar também recebeu volume inédito: R$ 76 bilhões, com juros mais baixos e linhas especiais para aquisição de equipamentos e para produção orgânica e agroecológica.


NOVO PAC – Em 2024, os efeitos do Novo PAC foram notados. O investimento público em infraestrutura chegou a R$ 67,2 bilhões, crescimento de 58,5% em relação a 2022. O investimento total (público + privado) chegou a R$ 259,3 bilhões, o maior dos últimos 14 anos.


MINHA CASA, MINHA VIDA - O Minha Casa, Minha Vida chegou a 1,26 milhão de unidades contratadas desde 2023, mais de 60% da meta de 2 milhões estipulada pelo Governo Federal para até o fim de 2026.


CISTERNAS - O Programa Cisternas voltou. Entre 2023 e 2024, foram contratadas 133,5 mil cisternas e outras tecnologias de acesso à água, e 54,2 mil unidades foram entregues.


RODOVIAS - Em 2024, o investimento em manutenção e restauração rodoviária ultrapassou R$ 10 bilhões, aumento de 64% em relação a 2022. Como resultado, o Brasil tem hoje 75% das rodovias federais em bom estado, contra 52% em 2022.


EDUCAÇÃO – Programas como o Pé de Meia e a Escola em Tempo Integral fortalecem a qualidade do ensino, asseguram a permanência dos estudantes nas escolas e pavimentam o caminho para um futuro promissor. O Pé-de-Meia beneficia mais de 3,9 milhões de estudantes, 54% dos alunos do ensino médio público do país. Em dois anos, foram criadas mais de 1 milhão de novas vagas em escolas em tempo integral. “Com isso, atingimos o maior percentual de matrículas em tempo integral da série histórica (21,9%). O número de matrículas na educação profissional pública também bateu recorde, chegando a 1,3 milhão”. O número de jovens no ensino profissionalizante vai crescer ainda mais, com a criação de 101 novos Institutos Federais. Lançado em janeiro de 2025, o Mais Professores vai se somar ao investimento do Governo Federal em educação.


SAÚDE – O número de médicos em atuação pelo Mais Médicos dobrou, passando de 13.726 em 2022 para 26.872 mil em 2024. “Retomamos com êxito o Programa Nacional de Imunização, que fez do Brasil referência mundial em vacinação, mas que havia sido negligenciado pelo governo anterior. Com isso, afastamos o risco do retorno de doenças que estavam extintas no País, a exemplo do sarampo e da poliomielite. Começamos o enfrentamento às filas para realização de cirurgias. Em 2024, fizemos o maior número de cirurgias da história do SUS: 13,7 milhões de procedimentos, 42% mais que em 2022”.


TRANSIÇÃO ENERGÉTICA – O país avançou na transição energética, rumo à construção de uma economia verde. Em 2023 e 2024, a geração média de energia eólica e solar (9.377 MW) teve expansão de 157% em relação ao período 2019/2022. Com a Lei do Combustível do Futuro, sancionada em 2024, o Brasil reforça a liderança na transição energética global e dá um salto na meta de desenvolvimento econômico inclusivo e sustentável. A lei institui o marco regulatório para captura e armazenamento de carbono, liberando investimento de R$ 260 bilhões.


MEIO AMBIENTE - Seguimos firmes no combate ao desmatamento. Em 2024, na comparação com 2023, o desmatamento caiu 30,6% na Amazônia, e 25,7% no Cerrado. “Nossa meta é o Desmatamento Zero até 2030. Assinamos o Pacto pela Transformação Ecológica, uma união entre os Três Poderes para que a sustentabilidade ecológica, o desenvolvimento econômico e a justiça social e climática se tornem pilares centrais das nossas políticas públicas”.


G20 – Sob a presidência do País, a Cúpula do G20 reuniu no Rio de Janeiro as principais lideranças mundiais. A declaração final da Cúpula, aprovada em consenso, contemplou os principais temas propostos pelo Brasil: combate à fome e desigualdade, enfrentamento da crise climática, construção de uma nova governança global e taxação dos super ricos. “Durante o G20, lançamos a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, que já conta com adesão de cerca de 150 países e organismos internacionais”.


BRICS E COP30 - “Em 2025, os olhos do mundo continuarão voltados para o Brasil. Em janeiro, assumimos a presidência do BRICS, cujo encontro anual acontecerá em julho, no Rio de Janeiro. Em novembro, presidiremos também a 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém. Pela primeira vez, a Amazônia sediará as discussões sobre o futuro do planeta.


UNIÃO EUROPEIA E MERCOSUL - Finalizado na reunião de dezembro de 2024, no Uruguai, o Acordo entre Mercosul e União Europeia cria o maior mercado de livre comércio do mundo e abre oportunidades extraordinárias para o Brasil e nossos vizinhos da América do Sul. O texto será submedito agora ao parlamento da União Europeia.






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Ministério orienta sobre atendimento a mulheres vítimas de violência nas Salas Lilás

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Nota técnica traz informações sobre sinalização, espaço, materiais disponíveis notificação e qualificação dos profissionais de saúde, e está em consonância com as obras do Novo PAC

A Lei 14.847/24 , promulgada em abril do ano passado, determinou que mulheres vítimas de qualquer tipo de violência sejam acolhidas e atendidas no Sistema Único de Saúde (SUS) , em um ambiente que garanta privacidade e restrição do acesso, em especial do agressor ofensor. Para orientar gestores municipais, estaduais e do Distrito Federal a implantar e operacionalizar as chamadas Salas Lilás, o Ministério da Saúde lançou uma nota técnica.


Acesse a nota técnica


Para Lígia Maria Aguiar, enfermeira atuante em serviço especializado de atenção às vítimas de violência sexual gestantes da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES/DF) e técnica da Coordenação-Geral de Atenção à Saúde das Mulheres (Cgesmu), o ambiente onde o cuidado é oferecido impacta diretamente na qualidade da assistência. “A Sala Lilás não é só um espaço físico. É, também, um compromisso que o governo federal e os serviços de saúde estão assumindo com as mulheres para proporcionar um atendimento mais resolutivo, humanizado e alinhado às necessidades de quem sofre violência, evitando a revitimização”, ressalta.


A atualização dos ambientes de saúde, prevista nos projetos de arquitetura e infraestrutura do Novo PAC para as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e as unidades da atenção especializada, contempla as adequações necessárias para a inclusão da Sala Lilás. Confira as principais características que a construção e a operacionalização que esses espaços devem ter:


1. Ambiente reservado : a Sala Lilás deve estar localizada em uma área com menor fluxo de pessoas e ter acesso preferencialmente individualizado, assegurando um espaço de acolhimento privativo e sem interrupções ou risco de serem ouvidas por terceiros;


2. Sinalização discreta: a sinalização deve evitar nomes como "Sala Lilás" ou "Sala de Violência" para garantir privacidade e segurança, evitando a exposição da mulher atendida. É fundamental que todos os profissionais conheçam e referenciem corretamente o espaço;


3. Mobiliário adequado: o ambiente deve contar com mobiliário confortável, como cadeiras de espera, proporcionando bem-estar para a mulher e o(a) acompanhante de sua escolha. O espaço ainda deve conter maca ou mesa ginecológica;


4. Cuidado com as crianças: sugere-se um espaço de acolhimento infantil para crianças atendidas ou acompanhantes das mulheres. Ele pode ser equipado com brinquedos pedagógicos adequados para diferentes faixas etárias, com piso antiderrapante;

5. Equipamentos e materiais necessários: o espaço deve conter testes rápidos para IST , medicamentos para profilaxia, contracepção de emergência, kits para coleta de vestígios da violência sexual, materiais, insumos e serviços de apoio para cuidado de lesões físicas. A ficha de notificação compulsória também precisa ser disposta na sala, e qualquer profissional que tenha feito o primeiro contato pode preenchê-la;


6. Materiais informativos: disponibilização de cartilhas, folderes e outros materiais que informem sobre os direitos das mulheres vítimas ou vivendo em situação de violência, os serviços disponíveis na rede de saúde e formas de denúncia, em linguagem acessível e com formatos adequados para pessoas com deficiência (versões em braile e audiolivros, por exemplo);


7. Notificação compulsória: deve-se dispor, nos espaços de atendimento, de Fichas de Notificação Compulsória de Violência Interpessoal e Autoprovocada, registrando-se, para fins epidemiológicos e de aprimoramento das políticas públicas de saúde, as situações de violência, com garantia do sigilo e privacidade da pessoa sobrevivente de violência, de acordo com a legislação brasileira e os códigos de ética dos profissionais de saúde.


8. Sistemas de informação integrados: estados e municípios que não disponham de sistemas de informação integrados para registro em prontuário devem orientar os profissionais para a redação de relatório de saúde, que possa ser apresentado pela paciente nos demais serviços visitados para a prestação dos cuidados;


9. Qualificação dos trabalhadores do serviço de saúde: é fundamental orientar todos os profissionais que atuam nos serviços de saúde para que, de acordo com as respectivas atribuições, possam minimizar o tempo de espera, oferecer atenção humanizada, escuta qualificada, identificação de sinais de violência e que possam conduzir avaliações de risco, elaborar planos de segurança e realizar os encaminhamentos necessários, sem julgamentos, constrangimentos ou qualquer forma de revitimização. Os profissionais também devem ter conhecimento da legislação, respeitar os direitos sexuais e reprodutivos e compreender o contexto social e étnico-racial da população atendida. Sugere-se a realização de reuniões de equipe para discussão dos casos;


10. Articulação intersetorial: articular de maneira coordenada e efetiva com os outros serviços de saúde (incluindo saúde mental ) e as redes de proteção e promoção de direitos, como: assistência social, segurança pública, educação, trabalho, cultura, esporte e empoderamento econômico. É importante que as mulheres atendidas sejam informadas sobre os recursos oferecidos pelo Estado e pela sociedade civil e que possam acessá-los de forma integrada.


A Sala Lilás pode ser adaptada de acordo com a disponibilidade de espaço em cada serviço - como salas multiuso, por exemplo -, desde que sejam mantidas as condições de humanização, sigilo e privacidade. O funcionamento desses espaços depende, ainda, de estarem asseguradas as condições adequadas de trabalho, apoio interno e segurança para os profissionais de saúde.


A nota técnica também sugere a promoção de atividades coletivas com a população usuária dos serviços de saúde, focadas na prevenção da violência e promoção da cultura de paz, incluindo homens, crianças e adolescentes, que podem contribuir significativamente para a melhoria da atenção e da relação dos serviços com o seu entorno.


 





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Anielle Franco destaca importância do respeito às religiões de matriz africana durante homenagem à Iemanjá

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A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, participou neste domingo (2/2), de celebrações em homenagem à Iemanjá no Rio de Janeiro. Representando o compromisso do Ministério da Igualdade Racial (MIR) com a liberdade religiosa e o combate ao racismo religioso, a ministra Anielle participou do Presente para Iemanjá na pedra do Arpoador, em Ipanema, e da cerimônia dos Filhos de Gandhi, na praça Mauá, no bairro da Saúde, centro do Rio de Janeiro.




"Hoje é um dia importante para saudar todos os povos e comunidades de matriz africana, assim como de celebrar as raízes e herança africana que temos ", disse a ministra. "A figura e imagem de Iemanjá , em um país banhado pelo mar, é conhecida por todo o Brasil. Reconhecer e valorizar essa figura como fruto da nossa memória e história afro-brasileira é fundamental para garantirmos respeito e liberdade para as religiões de matriz africana e combatermos o racismo religioso. "




Os organizadores no evento do Arpoador estimam que mais de dez mil pessoas tenham participado da homenagem, em que surfistas entregaram o presente para o mar. A celebração dos Filhos de Gandhi contou com uma roda de candomblé com o grupo Orin Dudu e lideranças religiosas.




"O MIR tem um compromisso com a promoção do respeito à liberdade religiosa e seguirá atuando com a Política Nacional para os Povos de Comunidades Tradicionais de Terreiro e de Matriz Africana, junto com as lideranças religiosas", defendeu a ministra.







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Saúde alerta para aumento de casos de febre amarela em SP e mais três estados

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A pasta já garantiu o envio de dois milhões de doses da vacina para São Paulo, que concentra o maior número de casos, incluindo 800 mil doses extras

Neste domingo (2/2), o Ministério da Saúde emitiu um alerta sobre o aumento da transmissão de febre amarela durante o período sazonal da doença, que vai de dezembro a maio, especialmente em São Paulo, além de Minas Gerais, Roraima e Tocantins. A nota técnica , encaminhada às Secretarias de Saúde, recomenda a intensificação das ações de vigilância e imunização nas áreas de risco.


As localidades do estado de São Paulo concentram a maior parte dos casos de febre amarela em 2025. Por isso, o Ministério da Saúde decidiu ampliar o envio de doses do imunizante para o governo estadual. O estado receberá dois milhões de doses até o início de fevereiro, sendo 800 mil doses extras. Destas, um milhão já foi entregue em janeiro.


O montante foi definido em reunião do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública para Dengue e outras Arboviroses (COE Dengue) , coordenado pela pasta, na última quarta-feira (29), com a participação da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo. O envio das novas doses assegura o abastecimento da vacina contra a febre amarela no estado.


O Ministério também tem auxiliado a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo na investigação de casos suspeitos e confirmados de febre amarela no município de Ribeirão Preto. Na próxima semana, técnicos da pasta participarão de uma reunião em Campinas com profissionais do município e de cidades próximas.


O estoque de vacinas contra a febre amarela no Brasil está regular, com envios sendo realizados conforme as solicitações dos gestores estaduais, responsáveis pela distribuição aos municípios. Em 2024, o Ministério da Saúde distribuiu 20.882.790 doses do imunizante. Em 2025, já foram enviadas 3.201.800 doses.


Orientações para os viajantes


Pessoas que planejam viajar para áreas com transmissão da febre amarela ou para regiões rurais e de mata devem verificar a carteira de vacinação. Quem ainda não tomou a vacina ou recebeu a dose fracionada em 2018 deve procurar uma Unidade de Saúde pelo menos dez dias antes da viagem para se imunizar e evitar a exposição ao vírus sem proteção.


A mesma recomendação se aplica a:



  • Populações residentes em localidades com evidência de circulação viral ou em zona rural;

  • Populações ribeirinhas e no entorno de parques e unidades de conservação;

  • Trabalhadores rurais, agropecuários, extrativistas e do meio ambiente, entre outros;

  • Indivíduos com exposição esporádica em áreas de risco (rurais, silvestres);

  • Viajantes para áreas afetadas, incluindo trabalhadores e turistas/ecoturistas.


Vacinação


A vacinação é a principal ferramenta de prevenção contra a febre amarela. O imunizante faz parte do calendário básico de vacinação para crianças de 9 meses a menores de 5 anos, com uma dose de reforço aos 4 anos de idade, além de dose única para a população de 5 a 59 anos que ainda não foi vacinada.


Outras recomendações:



  • Dose de reforço para viajantes: indivíduos que receberam a dose fracionada da vacina contra a febre amarela em 2018 e que viajarão para áreas com circulação comprovada do vírus devem receber uma dose adicional na apresentação padrão.

  • Dose zero: aplicada entre 6 e 8 meses de idade, essa dose deve ser administrada apenas em crianças que residem ou viajarão para áreas com circulação confirmada do vírus.

  • Vacinação de idosos: pessoas com 60 anos ou mais devem passar por uma avaliação médica individualizada antes da vacinação, considerando o risco de exposição ao vírus e suas condições de saúde.


Além da vacinação, é fundamental adotar medidas de proteção individual, como o uso de calças e camisas de manga longa, sapatos fechados e a aplicação de repelentes nas áreas expostas do corpo. Como os vetores do vírus da febre amarela têm hábito diurno, essas precauções devem ser mantidas ao longo de todo o dia.


Em caso de sintomas como febre, dor de cabeça, dores no corpo, náuseas ou vômitos, é importante buscar atendimento médico e informar sobre a possível exposição a áreas de risco.


Acesse a nota técnica


 





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Lula e Wellington Dias alinham participação do Brasil em iniciativas globais contra a fome

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Reunião, nesta sexta-feira (31/1), no Palácio do Planalto, definiu estratégias para o Brasil na Aliança Global contra a Fome e a Pobreza

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), Wellington Dias, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniram nesta sexta-feira (31/1), no Palácio do Planalto, em Brasília, para alinhar a participação do Brasil em iniciativas internacionais de combate à fome e à pobreza. O destaque da reunião foi a preparação para a instalação do Conselho de Campeões da Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza, que será realizada em Roma, Itália, entre os dias 10 e 12 de fevereiro.


“Atualizei o presidente Lula sobre a reunião que vai instalar o Conselho de Campeões da Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza”, afirmou Wellington Dias. O conselho será composto por 50 membros, incluindo 25 países e 25 organizações e instituições, como a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) e o Banco Mundial.


“Neste encontro, elegeremos e organizaremos a mesa diretora, que terá uma presidência compartilhada entre países e membros, além de uma executiva”, explicou o ministro. Durante a reunião, Wellington Dias também destacou a participação do Brasil no Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida). “Será uma oportunidade para discutir a experiência brasileira na área social e as perspectivas para o G20”, prosseguiu.


O ministro reforçou o compromisso do país em contribuir para o sucesso da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza. “O Brasil deseja contribuir para que alcancemos bons resultados a partir de tudo que foi aprovado no Brasil, no Rio de Janeiro, sob a coordenação do presidente Lula, para a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza”, concluiu.


Conselho de Campeões


O representante do Brasil no Conselho de Campeões é o ministro Wellington Dias, tendo como suplente o coordenador-geral de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério das Relações Exteriores, Saulo Ceolin.


Conforme previsto nos Termos de Referência e na Estrutura de Governança da Aliança Global, aprovados pelo G20, o Conselho de Campeões é composto por um grupo de representantes seniores provenientes dos membros da Aliança em seus pilares nacional, de conhecimento e financeiro.


Seu foco é incentivar a participação de países, instituições e organizações, além de ajudar a remover obstáculos e facilitar o estabelecimento de parcerias orientadas para a ação e implementação de políticas no nível nacional.


A Aliança Global é uma iniciativa dedicada a mobilizar recursos e coordenar ações entre países, instituições e organizações para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS) 1 - erradicação da pobreza e 2 - fome zero.





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Ministério abre debates no Brics sobre tecnologias da informação e comunicação

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Brasil propõe quatro temas prioritários: Conectividade Universal e Significativa, Sustentabilidade Espacial, Sustentabilidade Ambiental e Ecossistema Digital

O Ministério das Comunicações (MCom) iniciou, nesta semana, as discussões do Grupo de Trabalho (GT) de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) do Brics. Na pauta, estão temas considerados cruciais no cenário mundial, como inclusão digital e ações para o enfrentamento das mudanças climáticas.


O Brasil assumiu, neste ano, a presidência do Brics – bloco formado com Rússia, Índia, China e África do Sul e mais cinco nações para articulação e cooperação em diversas áreas. Com isso, o país também passou a coordenar os debates sobre as prioridades do grupo.


No âmbito das TICs, o Brasil propôs os seguintes temas: Conectividade Universal e Significativa; Sustentabilidade Espacial; Sustentabilidade Ambiental e Ecossistema Digital. Segundo o coordenador-geral de Políticas Públicas para Serviços de Telecomunicações do MCom, William Zambelli, os assuntos foram definidos por conta das suas relevâncias no mundo.


“Os assuntos prioritários estão alinhados com discussões cruciais no cenário global, incluindo inclusão digital, coordenação de lançamentos de satélites de baixa órbita para viabilizar conectividade direta entre satélites e smartphones, e implementação de ações efetivas no combate às mudanças climáticas, visando promover a consciência ambiental”, afirma Zambelli.


O Grupo de Trabalho de Comunicações do Brics aborda áreas estratégicas, como parcerias com a mídia, comunicação pública, disseminação de informações e intercâmbio tecnológico. Segundo o coordenador-geral, os esforços do GT são fundamentais para a promoção de políticas públicas a uma parte significativa da população mundial excluída dessas discussões, que não tem acesso a tecnologia básica e a ferramentas essenciais.


Ações


Entre as metas do GT de TICs estão: criar um mapeamento de conectividade significativa para o Brics; produzir relatório para abordagens em órgãos responsáveis pelo registro da ocupação de órbitas satelitais; e mapear as estruturas nacionais de governança para o Ecossistema Digital.


No escopo do Grupo de Trabalho coordenado pelo Ministério das Comunicações também estão a realização do seminário Ação Digital Verde do BRICS, que antecederá a 30ª Conferência das Partes (COP30), denominada Dia da Digitalização, e a apresentação do resumo das discussões ao Green Digital Action Track, na COP30.


A primeira reunião preparatória da presidência do GT de TICs ocorreu no dia 8 de janeiro. No encontro, representantes do Ministério das Comunicações e do Ministério das Relações Exteriores abordaram as atividades do Brics Institute of Future Networks (BIFN) e da Digital Brics Task Force, com foco em suas contribuições aos objetivos do GT.






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Minha Casa, Minha Vida autoriza a contratação de 2 mil novas unidades

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O Ministério das Cidades autorizou a contratação de 1.924 novas unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida. Mais de 7 mil pessoas devem ser beneficiadas pelo investimento de R$ 282,6 milhões, que conta com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). As contratações, divulgadas na versão do Diário Oficial da União desta sexta-feira (31/1), contemplam 11 municípios, em sete estados.


No Centro-Oeste, serão construídas 164 unidades habitacionais em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul. Na região Norte, 694 moradias foram destinadas para o Amazonas e 390 para o Pará.


No Nordeste, a população da Paraíba terá novas 150 residências. Já no Sudeste, serão 432 novos lares para São Paulo. Na região Sul, 48 unidades habitacionais vão atender Santa Catarina e 46 o Paraná.


Conforme a Portaria MCid Nº 725, de junho de 2023, todas as casas e apartamentos a serem construídos estarão localizados em áreas urbanas consolidadas ou em expansão. Além disso, eles deverão ter acesso à rede elétrica, saneamento, educação, saúde, comércios e transporte público coletivo. As casas térreas devem ter no mínimo 40m², e apartamentos / casas sobrepostas 41,50 m² (área útil com varanda), sendo 40m² de área principal da residência.


Em todo o Brasil, foram selecionadas 382 mil novas unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida. Dessas, 191 mil novas moradias na modalidade FAR. Para mais informações, acesse a Portaria MCid Nº 92 na íntegra. Confira abaixo as cidades beneficiadas pelo investimento do Ministério das Cidades:


Mato Grosso do Sul


Campo Grande - 164 unidades habitacionais (UH’s) - Protótipo Sustentável Manoel de Barros


Amazonas


São Gabriel da Cachoeira - 294 UH’s - Conjunto Habitacional Margarida Saldanha Etapa I, Conjunto Habitacional Margarida Saldanha Etapa II e Conjunto Habitacional Margarida Saldanha Etapa III


Tefé - 400 UH’s - Nova Tefé I, Nova Tefé II e Nova Tefé III


Pará


Benevides - 150 UH’s - Residencial Caminho das Flores I


Paragominas - 240 UH’s - Yakov 2 e Yakov 4


São Paulo


Guarujá - 144 UH’s - Conjunto Habitacional Enseada 2, Quadra 02


Praia Grande - 40 UH’s - Conjunto Esmeralda III


Santa Bárbara d’Oeste - 248 UH’s - Residencial Minha Casa, Minha Vida


Paraná


Ivaiporã - 46 UH’s - Residencial Rio Bonito


Santa Catarina


Imbituba - 48 UH’s - Empreendimento Minha Casa Minha Vida Butiá


 





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