Amores Improváveis foi renovada para a segunda temporada antes mesmo da estreia da primeira, prevista para maio. O Prime Video divulgou a novidade nesta quinta-feira (12/2).
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Amores Improváveis
Liane Hentscher/Prime Video
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Amores Improváveis
Divulgação/Prime Video
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Amores Improváveis
Divulgação/Prime Video
Baseado na série de livros best-seller, Amores Improváveis é um drama universitário que acompanham um time de elite de hóquei no gelo e as mulheres que fazem parte das vidas deles. Na trama, eles lidam com amor, desilusões e autodescoberta — construindo amizades profundas e laços duradouros em meio às complexidades da transição para a vida adulta.
A primeira temporada foca no romance sexy e divertido do tipo “opostos que se atraem” entre a compositora introspectiva Hannah e o astro do hóquei da Briar University, Garrett.
O elenco da série é composto por Ella Bright (The Crown), Belmont Cameli (Until Dawn), Mika Abdalla (Snack Shack), Antonio Cipriano (Pretty Little Liars: Original Sin), Jalen Thomas Brooks (The Pitt), Josh Heuston (Duna: A Profecia) e Stephen Kalyn (Gen V).
A semana do Carnaval é sinônimo de festa e muita curtição, mas também pode ser o momento perfeito para colocar séries e filmes em dia e aproveitar as próximas estreias em solo brasileiro. Esta semana, uma nova leva de lançamentos chega aos cinemas e ao streaming, com títulos para diferentes públicos.
Entre os dias 12 e 18 de fevereiro, a série Rivalidade Ardente, na HBO Max, e o lançamento de Morro dos Ventos Uivantes nas telonas são os grandes destaques. Confira o que mais assistir nesta semana:
Nos cinemas
O Morro Dos Ventos Uivantes
O Morro dos Ventos Uivantes acompanha as famílias Earnshaw e Linton, em uma trama centrada no romance intenso entre Catherine Earnshaw e Heathcliff. Marcada por obsessão, rejeição e vingança, a paixão dos dois acaba destruindo suas vidas e desencadeia uma espiral de conflitos e ressentimentos.
Catherine Earnshaw (Margot Robbie) e Heathcliff (Jacob Elordi) em O Morro dos Ventos Uivantes
Um Cabra Bom De Bola
Ambientada em um mundo habitado apenas por animais, a trama acompanha Will, uma pequena cabra com grandes sonhos, que ganha a chance de jogar roarball, um esporte de contato total dominado pelos animais mais fortes e velozes. Mesmo desacreditado pelos colegas de equipe, ele decide provar que tamanho não define talento e que os pequenos também podem brilhar no jogo.
Pôster do filme Um Cabra Bom de Bola
Caminhos Do Crime
Uma série de roubos de joias na Pacific Coast Highway intriga a polícia há anos, já que o criminoso segue um código rígido conhecido como “Crime 101”. Embora as autoridades atribuam os crimes a cartéis colombianos, o detetive Lou Lubesnick desconfia que tudo seja obra de um único ladrão, que agora planeja o golpe final
Mark Ruffalo e Chris Hemsworth no filme Caminhos do Crime
A Sapatona Galática
Nesta animação australiana adulta e cheia de metaliguagem, Saira, uma tímida princesa espacial lésbica, parte em uma missão musical intergaláctica para resgatar sua ex-namorada, Kiki, uma caçadora de recompensas por quem ainda é apaixonada. A bordo de uma nave espacial problemática e conservadora, Sair conhece a popstar não-binária e embarca em uma jornada caótica e emocional sobre amor, identidade e autodescoberta.
Poster da animação A Sapatona Galática
Outras estreias
Orwell: 2 + 2 = 5
Rob1n: Inteligência Assassina
Você Só Precisa Matar
Yes
The Rose: Come Back To Me (14/2)
Chase Atlantic: Lost In Heaven (18/2)
Streamings
Netflix
12/2 — De Belfast ao Paraíso (12/02/2026)
Três mulheres embarcam em uma jornada caótica para tentar solucionar a morte misteriosa de uma amiga de infância e, de quebra, proteger um segredo sombrio.
13/2 — A Cela dos Milagres
Preso por um crime que não cometeu, um pai dedicado luta para provar a própria inocência, enquanto a filha dele precisa lidar com a ausência do pai sozinha.
HBO Max
13/2 — Rivalidade Ardente
Shane Hollander e Ilya Rozanov são duas estrelas da Major League Hockey, unidos por rivalidade e uma atração irresistível. O que começa como um romance secreto entre novatos se transforma em uma relação marcada por anos de amor, negação e autodescobrimento. Enquanto buscam a glória no gelo, eles precisam decidir se existe espaço para um sentimento tão intenso em um mundo tão competitivo.
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Shane Hollander e Ilya Rozanov na série Rivalidade Ardente
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Shane Hollander e Ilya Rozanov na série Rivalidade Ardente
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Shane Hollander e Ilya Rozanov na série Rivalidade Ardente
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Shane Hollander e Ilya Rozanov na série Rivalidade Ardente
Divulgação
13/2 — Vizinhos
A produção examina histórias de conflitos residenciais reais e retrata as disputas caóticas e complexas entre vizinhos e os extremos a que eles chegam para defender o que é seu.
15/2 — Como Água Para Chocolate (2ª Temporada)
A trama retoma poucos dias após o fim da primeira temporada, com Tita abalada pela perda e pelo confinamento. Ao lado do Dr. Brown, ela enxerga a chance de um futuro mais calmo, mas o retorno de Pedro reacende uma paixão proibida que desafia tradições e regras familiares. Em meio às tensões de um México em transformação, cada personagem precisará enfrentar seus limites e tomar decisões que mudam seus destinos.
Prime Vídeo
13/2 — Love Me Love Me
Depois de perder o irmão, June entra em uma escola de elite na Itália. Quando segredos vem à tona, ela se vê entre James, um lutador problemático, e o amigo Will, um estudante modelo, quando segredos vêm à tona.
14/2 — Juntos
A mudança de um casal para o interior desencadeia um incidente sobrenatural que altera drasticamente o relacionamento deles e as suas formas físicas.
Cena do filme Juntos
14/2 — Os Caras Malvados 2
Os Caras Malvados lutam para encontrar confiança após assumirem o status de “bons moços”, quando são forçados, por um esquadrão de mulheres criminosas, a abandonar a aposentadoria para fazer “um último trabalho”.
18/2 — 56 Dias (1ª temporada)
Após um encontro casual no supermercado, Oliver e Ciara iniciam um relacionamento intenso. Quando um cadáver selvagemente assassinado aparece 56 dias depois, a investigação se aprofunda em sua turbulenta história de amor.
Disney +
17/2 — Me Conte Mentiras (3ª temporada, episódio final)
Após o fim da 2ª temporada, Lucy Albright e Stephen DeMarco decidem reatar o relacionamento a tempo do semestre da primavera na Universidade Baird. Mesmo prometendo que tudo será diferente, erros do passado voltam a complicar a vida de Lucy, que acaba envolvida em uma controvérsia. Com segredos se espalhando pelo campus, as consequências ameaçam não só o casal, mas também todos ao redor.
Dias antes de conquistar a liderança do BBB 26, Jonas Sulzbach fez uma promessa que rapidamente repercutiu entre os fãs: se ganhasse a prova, tomaria banho nu no quarto do líder. A vitória veio, a cobrança nas redes também, mas o compromisso só foi cumprido no último dia do reinado.
Na madrugada desta quinta-feira (12/2), após a festa em sua homenagem, o modelo entrou no banheiro do quarto do líder sem roupa e foi para o chuveiro. A cena não mostrou nudez frontal: Jonas permaneceu de costas e usou um ponto cego das câmeras para evitar a exposição do órgão genital, deixando visível apenas o bumbum.
O momento se espalhou rapidamente pelas redes sociais. Um dos vídeos mais comentados foi publicado pelo perfil Central Reality, que compartilhou cerca de 54 segundos do banho no X (antigo Twitter) com a legenda: “Prometeu e cumpriu”.
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Jonas Sulzbach
Globo/Manoella Mello
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Jonas desabafa sobre rótulo sexual após ter vídeo íntimo vazado
Reprodução
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Jonas é detonado após expulsão de PA do BBB
Reprodução/BBB
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Jonas toma banho pelado no BBB 26
Reprodução/TV Globo
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Jonas Sulzbach
Globo/ Manoella Mello
Entre os comentários, parte do público atribuiu a “pressão final” a Gil do Vigor. Durante o programa ao vivo, em uma ação de patrocinador, o influenciador relembrou a promessa ao vivo. “Jonas, teve uma promessa que… ai, Brasil”, disse, usando seu bordão. O líder riu e desconversou na hora, mas acabou cumprindo o combinado poucas horas depois.
A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realizou, nesta quarta-feira (11), sessão solene em alusão ao Dia Nacional da Visibilidade Trans, celebrado em 29 de janeiro. Proposto pelo deputado Fábio Félix (PSOL), o evento reuniu autoridades, militantes e representantes da sociedade civil para celebrar avanços recentes e reforçar a necessidade de ampliar políticas públicas voltadas à população trans e LGBTQIA+.
A solenidade foi marcada pela fala do ativista Lam Matos: “Combinaram de nos matar, mas a gente se organizou e combinou de se manter vivo. E isso tem funcionado”, afirmou, ao destacar a resistência e a organização coletiva como elementos centrais das conquistas alcançadas.
Ao abrir os discursos parlamentares, Fábio Félix ressaltou que os avanços não ocorreram de forma espontânea. “Precisamos exaltar as vitórias dos últimos anos. Elas não vieram de graça, foram fruto do protagonismo e da luta da comunidade trans e da comunidade LGBTQIA+ de forma geral”, declarou. O deputado também comparou o cenário atual com o início dos anos 2000, quando se assumiu publicamente: “Não havia casamento igualitário, identidade de gênero reconhecida no Brasil nem criminalização da homotransfobia”.
Durante a sessão, foram destacadas conquistas relevantes no âmbito do Distrito Federal, como o fortalecimento do Ambulatório Trans da Secretaria de Saúde, a gratuidade para retificação de nome e gênero em documentos de identidade (Lei Complementar nº 1.024/2023), o reconhecimento da identidade de gênero post mortem – por meio da chamada Lei Victoria Jugnet (Lei nº 6.804/2021) – e o uso do nome social em concursos públicos do DF (Lei nº 6.503/2020). Também foram citadas a criação do Conselho Distrital de Proteção e Promoção de Direitos das Pessoas LGBTQIA+ (Lei nº 7.824/2025) e a ampliação de estudos oficiais sobre identidade de gênero e orientação sexual, com inclusão desses temas na PDAD-DF e em pesquisas do IPEDF sobre LGBTfobia nas escolas.
O deputado distrital Max Maciel (PSOL) celebrou a produção legislativa recente, mas alertou para seus limites. “Produzir uma lei pode parecer fácil para alguns, mas é muito difícil para outros segmentos”, afirmou. Segundo ele, é fundamental garantir recursos orçamentários para efetivar as políticas: “A agenda trans precisa estar na centralidade do orçamento”.
A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) destacou conquistas no âmbito nacional, como a criação de cotas para pessoas trans nos cursos de graduação da Universidade de Brasília (UnB) e a presença de duas deputadas federais trans no Congresso Nacional. Para Kokay, os avanços ainda são insuficientes: “Precisamos de uma sociedade verdadeiramente democrática, em que todos os corpos sejam respeitados”.
Representando a sociedade civil, Leonardo Luiz, diretor da Associação TRAfeminista (Trafem) e membro do Instituto Brasileiro de Transmasculinidades (Ibrat), defendeu a construção de uma memória coletiva baseada na dignidade. “Eu não quero ser lembrado como alguém que apenas sobreviveu. Quero um DF onde a dignidade trans seja lei, e não sorte”, afirmou.
Já a agente popular de saúde e produtora cultural Kiki Kleim reforçou o chamado à mobilização. “Sejamos força, sejamos resistência. Estamos aqui para viver. Temos o direito de viver e de ser livres”, declarou.
Ao final da sessão solene, a Câmara Legislativa entregou moções de louvor a pessoas que se destacaram na defesa dos direitos e da dignidade da população LGBTQIA+.
O reforço na estrutura cirúrgica do Hospital Regional de Sobradinho começa a mudar a realidade de mulheres que convivem, muitas vezes por anos, com dores intensas sem diagnóstico preciso. Com a chegada de novos equipamentos de videolaparoscopia, a unidade retomou as cirurgias especializadas para tratamento da endometriose e passou a realizar cerca de oito procedimentos por mês.
A ampliação do atendimento beneficia diretamente pacientes que aguardavam intervenção cirúrgica após longo período de acompanhamento clínico. O investimento de R$ 300 mil possibilitou procedimentos menos invasivos, com maior precisão e recuperação mais rápida, além de contribuir para a redução do tempo de espera na rede pública.
Entre as pacientes atendidas neste início de ano está Maria Sales, de 50 anos. Durante quatro anos, ela conviveu com dores persistentes sem uma definição clara sobre a causa.
Nesse período, passou por diversos exames, retirou cistos, realizou a retirada do útero e chegou a enfrentar a suspeita de câncer. A confirmação da endometriose trouxe, pela primeira vez, uma resposta concreta para o que sentia. “Demorou, mas finalmente consegui entender o que estava acontecendo comigo”, conta. “Depois de tanto tempo sem explicação, receber um diagnóstico trouxe segurança para seguir o tratamento.”
Outra paciente beneficiada foi Ana Lúcia Alves, de 49 anos, que também passou por cirurgia ginecológica na unidade. Ela relata que as dores sempre fizeram parte da rotina, mas nunca haviam sido associadas a uma doença específica. “Eu achava que era algo normal”, diz. “Quando a suspeita surgiu na UBS, tudo começou a fazer sentido. Saber o que eu tinha foi um alívio.”
Segundo a gerente do Centro Cirúrgico, Jéssica do Nascimento, a aquisição dos novos equipamentos ampliou a capacidade de resposta do hospital. “A estrutura atual permite realizar mais cirurgias com segurança e eficiência”, explica. “Isso melhora o fluxo de atendimento e ajuda a reduzir a fila de espera.”
A endometriose é uma doença inflamatória crônica caracterizada pela presença de tecido semelhante ao endométrio fora da cavidade uterina. As lesões podem atingir órgãos como ovários, intestino e bexiga, provocando cólicas menstruais intensas, dor pélvica persistente, dor durante a relação sexual, alterações intestinais ou urinárias no período menstrual e infertilidade.
Nos casos em que há maior comprometimento da qualidade de vida, a cirurgia por videolaparoscopia é indicada. O procedimento é realizado por meio de pequenas incisões no abdômen, permitindo a identificação e a retirada das lesões com menor impacto ao organismo. Mulheres com suspeita da doença devem procurar uma Unidade Básica de Saúde, porta de entrada para o encaminhamento à atenção especializada.
O episódio reforça um movimento que se intensificou nas últimas décadas: megaeventos esportivos passaram a concentrar não apenas audiência, mas também disputas simbólicas. Com bilhões de espectadores acompanhando transmissões ao vivo, Olimpíadas, Copas do Mundo e finais de grandes ligas oferecem visibilidade difícil de alcançar em outros espaços.
“Com a televisão e depois com as plataformas digitais, o esporte virou um grande dispositivo de cultura pop (…) A disputa política também passou a ser disputa por visibilidade, e esses eventos concentram atenção simultânea”, explica o doutor em comunicação Christian Gonzatti.
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O cantor se destaca por suas escolhas fashionistas
Neilson Barnard/Getty Images
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Bad Bunny durante o Super Bowl
Bob Kupbens/Icon Sportswire via Getty Images
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Em parte da apresentação, o cantor vestiu um paletó por cima do look
Kathryn Riley via AP via Getty Images
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Bad Bunny durante o Super Bowl
Bob Kupbens/Icon Sportswire via Getty Images
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Bad Bunny durante apresentação no intervalo do Super Bowl
Kevin Sabitus/Getty Images
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Bad Bunny durante apresentação no intervalo do Super Bowl
Kevin C. Cox/Getty Images
“É para onde todo mundo está olhando”
Essa lógica da visibilidade ajuda a entender por que gestos feitos dentro dessas arenas ultrapassam o momento esportivo. Em 2020, Lewis Hamilton cruzou a linha de chegada no GP da Bélgica e fez o gesto do Pantera Negra em homenagem ao ator Chadwick Boseman. No mesmo ano, LeBron James vestiu uma camiseta com a inscrição Black Lives Matter durante um jogo da NBA. Ambos os momentos circularam mundialmente em poucos minutos.
“Quando o Hamilton cruza a linha de chegada, ele já sabe que a câmera vai nele, que aquela imagem vai rodar o mundo em 10 segundos. Aquele gesto do Pantera Negra não foi só uma homenagem espontânea: ele sabia do potencial daquilo viralizar e da importância de fazer aquilo naquele exato momento”, afirma o jornalista Edivelton da Rosa.
A transformação dos eventos esportivos em megapalcos culturais é frequentemente associada ao Super Bowl de 1993, quando Michael Jackson protagonizou um show de intervalo que mudou a lógica da transmissão. Até então, o intervalo era visto como momento protocolar. A performance fez a audiência crescer durante a pausa pela primeira vez e consolidou o modelo de espetáculo que se tornou padrão nas décadas seguintes.
“O esporte nunca deixou de ser competição. Mas ele virou também um grande palco cultural porque é ali que está todo mundo olhando ao mesmo tempo. O divisor de águas foi o Super Bowl de 1993. O intervalo era quase um ‘encher linguiça’. Aí chega o Michael Jackson, entrega um show histórico e a NFL percebe que aquilo podia ser um evento dentro do evento”, acrescenta Edivelton.
A relação entre esporte e política, no entanto, não é recente. Em 1936, nas Olimpíadas de Berlim, o atleta negro Jesse Owens conquistou quatro medalhas de ouro diante de Adolf Hitler. O feito esportivo ganhou dimensão simbólica imediata. Décadas depois, a dinâmica permanece, mas em velocidade acelerada pelas redes sociais.
“Nas Olimpíadas, na Copa do Mundo, existem sanções caso o atleta se posicione politicamente. Mas como separar o ser político do ser atleta? É a mesma pessoa. As pessoas não se contentam mais em saber apenas se aquele atleta é um bom jogador. Elas querem saber quem é essa pessoa, porque estão acompanhando pelas redes o tempo todo”, afirma Thiago Costa, pesquisador do Laboratório CultPop da Universidade Federal Fluminense (UFF).
Para o pesquisador Ale Santos, o impacto desses momentos está diretamente ligado ao contexto social. “Você cria uma arena que tem uma suspensão da realidade, onde a narrativa é só os ícones e símbolos dos times. Mas quando a sociedade vira um caldeirão fervendo, cheio de tensões, essas tensões atravessam o esporte. Esse caldeirão explode ali também”, avalia.
O modelo discreto de Milano-Cortina
E quando o esporte opta por não disputar atenção fora das arenas?
Thiago Costa cita os Jogos Olímpicos de Inverno Milano-Cortina, realizados na Itália entre 6 e 22 de fevereiro. A cerimônia de abertura teve apresentação de Andrea Bocelli — uma escolha alinhada à tradição musical italiana, mas que passou longe de dominar as redes sociais.
O cenário contrasta com Paris 2024, cuja abertura repercutiu globalmente com shows de Lady Gaga e Céline Dion, além de forte presença digital.
Celine Dion cantou na abertura das Olimpíadas
“Dá para imaginar algo que seja 100% esportivo, como as Olimpíadas de Inverno que estão acontecendo agora. Na abertura teve um show do Andrea Bocelli. É lindo, musicalmente muito alinhado com a Itália, mas não teve polêmica. A gente consegue fazer algo que não tenha impacto, mas será que as organizadoras querem que não tenha esse impacto?”, questiona Costa.
Ele observa que, mesmo em eventos mais tradicionais, elementos culturais seguem sendo incorporados como forma de ampliar o alcance. “Na patinação artística estão sendo usadas músicas pop, Madonna, até AC/DC. Isso gera comentário, público e audiência”, afirma.
O avanço da ocupação urbana no entorno do Distrito Federal e a forte dependência entre os municípios vizinhos e Brasília ganham contornos mais claros com os dados da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios ampliada (Pdad-A) 2024. O levantamento, elaborado pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal, oferece um retrato atualizado da Área Metropolitana de Brasília, que reúne o DF e a área urbana de 12 municípios de Goiás.
De acordo com a pesquisa, a região metropolitana concentra mais de 4,2 milhões de moradores, espalhados por 1,8 milhão de domicílios. Apenas nos municípios goianos que formam a Periferia Metropolitana de Brasília vivem 1,27 milhão de pessoas, o que evidencia o peso demográfico do Entorno e sua relação direta com a capital federal.
Entre as cidades analisadas, Águas Lindas de Goiás, Luziânia e Valparaíso de Goiás aparecem como os principais polos populacionais. Águas Lindas chama atenção por apresentar uma população mais jovem que a média regional e por concentrar elevados índices de famílias constituídas por casal com filhos.
O levantamento também revela diferenças marcantes no perfil social dos municípios. Padre Bernardo lidera no percentual de moradores negros, enquanto Formosa registra a maior proporção de católicos. Esses dados reforçam a diversidade cultural e social existente dentro de um mesmo espaço metropolitano.
No campo habitacional, os números mostram que Planaltina de Goiás apresenta os maiores percentuais de imóveis próprios e de domicílios chefiados por mães solo. Já Águas Lindas se destaca pela alta presença de animais de estimação nos lares, um indicador associado ao perfil familiar predominante no município.
Para o presidente do IPEDF, Manoel Clementino, a pesquisa amplia a capacidade de planejamento dos gestores públicos. Segundo ele, os dados permitem compreender não apenas o tamanho da população, mas também a forma como os territórios se conectam no dia a dia.
Essa dinâmica de integração aparece com força nos dados sobre deslocamento. A diretora de Estatística e Pesquisas Socioeconômicas do instituto, Francisca Lucena, destaca que o estudo mostra quantas pessoas precisam sair do município onde moram para trabalhar ou estudar, informação considerada essencial para o desenho de políticas de mobilidade, saúde e educação.
A leitura regional também é compartilhada pelo secretário do Entorno do Governo do Distrito Federal, Cristian Viana, que aponta a necessidade de ações articuladas. Para ele, a proximidade com Brasília transforma o Entorno em área estratégica, exigindo políticas públicas capazes de responder às demandas de uma população que circula diariamente entre diferentes cidades.
Ao reunir dados atualizados e comparáveis, a Pdad-A 2024 reforça o papel da estatística como ferramenta central para compreender os desafios metropolitanos e orientar decisões públicas em uma região marcada pela interdependência entre o DF e os municípios vizinhos.
Sônia Abrão detonou Sol Vega após a expulsão da participante do BBB 26 e afirmou que “nunca se convenceu” com a postura dela dentro do reality. Durante o programa A Tarde é Sua, da RedeTV!, nesta quarta-feira (11/2), a apresentadora celebrou a decisão da Globo e disse que a eliminação era inevitável.
“A Sol nunca me convenceu desde o começo”, disparou Sônia, ao comentar o comportamento da sister no jogo. Na avaliação da apresentadora, Sol já vinha acumulando atitudes agressivas e não sabia jogar. “Um ataque atrás do outro, gritaria. Aliás, ela não sabe jogar! Mas para ela, o que ela tentava foi sempre na base do grito”, afirmou também.
Sônia também criticou o modo como Sol abordava pautas sociais dentro do BBB e acusou a participante de usar causas importantes em benefício próprio.
“Não se iludam com a história das causas da Sol. As causas sérias em relação a preconceitos, em relação ao racismo., ela esvaziou tudo. Por quê? Ela usou essas bandeiras importantíssimas, fundamentais, em causa própria. Era tudo para showzinho por 5 milhões de reais”, disse.
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Sol Vega.
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A veterana Sol Vega
Reprodução/TV Globo
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Participantes que saíram fora do Paredão no BBB 26
Reprodução/Globo
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Sol Vega foi a segunda pessoa expulsa do BBB 26
Foto: Reprodução/TV Globo
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Sol Vega parte para cima de Ana Paula no BBB 26
Reprodução/ Globoplay
Ainda no programa, Abrão reforçou que recebeu a notícia com satisfação e defendeu que o termo “expulsão” deveria ser usado sem suavizações. “Foi com muito alívio, muita satisfação que eu recebi a informação da expulsão da Sol. Expulsão é expulsão, merecida!”, declarou.
Expulsão de Sol Vega
Sol Vega foi expulsa do BBB 26 após se irritar com Milena, que acordou os participantes batendo nas portas dos quartos. A situação evoluiu para uma discussão generalizada e, em seguida, Sol correu aos gritos na direção de Ana Paula e empurrou a sister.
Ela é a segunda participante expulsa do reality. O primeiro foi Paulo Augusto, que deixou o programa após empurrar Jonas Sulzbach durante a dinâmica do Big Fone.
A rotina de quem depende do BRT Sul em Santa Maria deve mudar nos próximos meses. O Governo do Distrito Federal autorizou a ampliação do terminal de integração da região, considerado hoje um dos pontos mais sobrecarregados do sistema de transporte público. A obra prevê a duplicação da capacidade operacional e a reorganização do fluxo de ônibus e passageiros.
O governador Ibaneis Rocha afirmou que o terminal cumpre um papel regional e atende usuários que vivem fora do Distrito Federal. “Santa Maria acaba recebendo diariamente pessoas do Entorno que trabalham em Brasília e utilizam o BRT como principal meio de deslocamento. Esse público precisa de um serviço mais confortável e eficiente”, disse.
Segundo ele, os investimentos em mobilidade têm como foco reduzir o tempo gasto nos deslocamentos. “Quando ampliamos terminais e corredores, o objetivo é fazer com que as pessoas passem menos tempo dentro dos ônibus. O DF tem hoje uma frota moderna, mas a infraestrutura precisa acompanhar esse avanço”, declarou o governador.
Ibaneis também adiantou que o sistema seguirá em expansão. “Estamos preparando a licitação dos trechos 3 e 4 do BRT, que vão levar o corredor até a Asa Sul, encurtando o tempo de viagem e melhorando a qualidade de vida de quem usa o transporte coletivo”, afirmou.
Localizada na QR 119, na Avenida dos Alagados, a ampliação ocupará uma área de 18 mil metros quadrados. O projeto prevê a construção de duas plataformas com 12 baias cada, totalizando 24 pontos de embarque e desembarque. A estrutura contará ainda com estacionamento integrado, vagas para bicicletas e motocicletas, paraciclos, banheiros acessíveis e áreas comerciais.
O secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves, explicou que a obra foi planejada a partir do crescimento contínuo da demanda. “A frota que atende Santa Maria já foi totalmente renovada e ampliamos o número de ônibus. Mesmo assim, a procura pelo BRT segue aumentando”, afirmou.
De acordo com o secretário, a tendência é de maior adesão ao sistema. “Com o aumento das tarifas no Entorno, mais passageiros devem migrar para o BRT do DF. Precisamos estar preparados para esse cenário”, acrescentou.
Zeno Gonçalves informou que o sistema atende atualmente cerca de 80 mil passageiros por dia. “Esse volume deve crescer nos próximos anos. A ampliação do terminal vai permitir atender essa demanda com mais organização e segurança”, disse. Ele explicou que os projetos devem ser concluídos em até 60 dias, com início das obras logo depois e entrega prevista até o fim do próximo ano.
O secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, destacou que o terminal atual já não comporta o fluxo existente. “Esse é o terminal mais movimentado do BRT e ficou pequeno para o volume de usuários, especialmente por causa da integração com o Entorno”, avaliou.
Segundo ele, a ampliação é necessária para acompanhar a expansão do sistema. “Estamos adquirindo novos ônibus, mas sem uma estrutura adequada o serviço perde eficiência. A obra vai trazer mais conforto para quem usa o transporte diariamente”, afirmou.
O administrador regional de Santa Maria, Josiel França Penha Neto, ressaltou que a cidade funciona como ponto de ligação entre o DF e municípios vizinhos. “Santa Maria é a região mais próxima do Entorno, e por isso o BRT é tão demandado. Hoje o terminal já opera no limite”, disse.
Para ele, a ampliação vai beneficiar usuários de várias cidades. “Com mais espaço e mais ônibus, será possível atender melhor moradores de Santa Maria e também de Luziânia, Novo Gama, Valparaíso e Cidade Ocidental”, completou.
A obra contará com investimento de R$ 13,5 milhões e deve gerar 103 empregos diretos e 154 indiretos ao longo de 24 meses. A ampliação do BRT Sul integra um conjunto de ações do GDF voltadas à melhoria da mobilidade urbana e à integração entre o Distrito Federal e o Entorno.
Isadora, representante da Associação Mulheres Unidas 26 de Setembro, entrevistou o administrador da Cidade Estrutural, Alceu Prestes, para esclarecer as principais dúvidas da comunidade sobre as obras de asfalto e duplicação que serão realizadas na região.
Durante a conversa, Isadora destacou que muitos moradores queriam saber onde começa e onde termina o trecho contemplado. O administrador explicou que a obra terá início nas proximidades da ponte, seguirá pela via principal e contará com duplicação até o viaduto e o balão, ponto estratégico que dá acesso à Ceilândia, Plano Piloto, Guará e outras localidades.
Segundo Alceu Prestes, será construída uma pista paralela à via existente, com o objetivo de evitar engarrafamentos e melhorar o fluxo de veículos, garantindo mais segurança e mobilidade para todos.
Outro ponto importante é o trecho que vai ligar a área das casinhas do Setor Oeste até o Pé de Pequi. Essa intervenção criará uma nova alternativa de acesso para os moradores da 26 de Setembro, evitando que muitos precisem se deslocar até a DF-001 para fazer retornos, facilitando a ligação com outras regiões.
O administrador informou que os recursos já estão empenhados e que a empresa responsável já atendeu às exigências necessárias para liberação da obra. A expectativa é que, nos próximos dias, os trabalhos tenham início.
A obra foi viabilizada por meio da CODEVASF (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba), com apoio do deputado federal Rafael Prudente, que também foi agradecido pela comunidade pelo empenho na destinação dos recursos.
Ao final da entrevista, Isadora parabenizou o administrador pelo atendimento às demandas da comunidade e reforçou a importância do diálogo entre gestão pública e população.
A iniciativa representa mais um avanço para a 26 de Setembro e para a Cidade Estrutural, promovendo infraestrutura, mobilidade e mais qualidade de vida para os moradores.
A Breno e Marciele, Maxiane alegou que estava presente no momento da agressão e que teria visto a jornalista pedir pela expulsão de Sol, que a segurou pelo braço e a balançou enquanto gritava. Ao se levantar para ir até a participante, a veterana do BBB 4 também acabou pisando no pé de Ana Paula.
“Eu tava na cozinha e ela repetiu várias vezes: ‘Você pegou no meu braço, isso é expulsão!’ ‘Você pegou no meu braço, é expulsão'”, mentiu a participante. No entanto, segundo imagens do programa, Maxiane sequer estava no mesmo cômodo quando ocorreu a cena. Veja:
Gente, sinceramente: NÃO TEM COMO não expulsar. Sinto muito que seja a Sol, sinto muito que vocês achem que só vale se Ana Paula for no confessionário, mas honestamente, mesmo sem a Ana paula declarar que se sentiu agredida, foi agressão sim #BBB26
“Maxiane não cansa de passar vergonha com essas ‘fics'”, criticou um internauta. “Alguém desliga o roteiro dela porque a audiência já percebeu tudo”, comentou outro. “Ana Paula nem precisa se esforçar para ser protagonista enquanto outros inventam novela”, escreveu um terceiro.
Depois de passar pela agressão, durante a manhã, imagens da casa mostram que, na verdade, Ana Paula se opôs à decisão da produção. Aos aliados dentro do programa ela afirmou que “não se sentiu agredida” pelas atitudes da rival.
“Eu fico triste real porque aconteceu comigo e eu sei o quanto é frustrante e triste”, declarou a Chaiany, Milena e Samira.
Veja:
ana paula falou que não se sentiu agredida e a chaiany falando que eles nunca vão ter a consideração que ela tá tendo pic.twitter.com/hVdR3iOjH8
Quem deseja atuar como instrutor de trânsito no Distrito Federal passa a enfrentar regras mais rigorosas. O Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF) publicou, nesta semana, a Instrução nº 38, que redefine os critérios para autorização de profissionais responsáveis pela formação de candidatos à Carteira Nacional de Habilitação (CNH), tanto nas aulas práticas quanto teóricas.
A mudança ocorre em sintonia com o novo modelo nacional de habilitação estabelecido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que revisou as normas por meio da Resolução nº 1.020, em vigor desde 1º de dezembro de 2025. Com a atualização, o Detran-DF amplia o controle sobre quem atua diretamente na preparação de novos condutores e reforça o foco na segurança viária.
Entre as exigências, o interessado deverá ter no mínimo 21 anos, ensino médio completo e pelo menos dois anos de habilitação válida. Também será obrigatória a apresentação de certificado de curso específico para instrutor de trânsito, além da comprovação de participação em cursos de direção defensiva e primeiros socorros.
O histórico do condutor passa a ser um critério decisivo. A autorização não será concedida a candidatos que tenham cometido infração gravíssima nos 60 dias anteriores ao pedido, nem àqueles que tenham sofrido cassação da CNH. A medida busca afastar do processo de formação profissionais que apresentem condutas incompatíveis com a responsabilidade da função.
O pedido de autorização poderá ser feito on-line, por meio do sistema Protocolo-e, disponível no Portal de Serviços do Detran-DF, ou presencialmente, nas unidades da autarquia que oferecem esse atendimento. Entre os documentos exigidos está a certidão negativa de antecedentes criminais, emitida pela Polícia Federal.
Concedida a permissão, o prazo de validade será de cinco anos, conforme previsto na Instrução nº 38, publicada oficialmente no dia 10 deste mês. Apesar do período estendido, o instrutor deverá realizar atualização cadastral anual, condição obrigatória para manter a autorização ativa.
Uma vez habilitado, o profissional poderá atuar de forma autônoma, oferecendo aulas práticas de direção veicular, ou integrar o quadro de Centros de Formação de Condutores (CFCs). No caso de vínculo com autoescolas, a autorização também permite a atuação em aulas teóricas.
Para a diretora de Credenciamento de Entidades e Profissionais do Detran-DF, Ticiana Sanford, a medida representa um avanço na qualidade da formação e na prevenção de acidentes no trânsito do Distrito Federal. “A qualificação dos instrutores é essencial para que o processo de habilitação seja mais seguro e confiável. O Detran seguirá acompanhando os resultados, intensificando a fiscalização e avaliando indicadores para corrigir distorções e aprimorar a formação dos novos condutores”, afirmou.
Com as novas regras, o Detran-DF reforça o papel do instrutor como peça-chave na construção de um trânsito mais seguro, elevando o padrão de exigência para quem atua diretamente na formação de motoristas e motociclistas no DF.