Pesquisa indica apoio ao exame toxicológico para tirar CNH A e B

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A exigência de exame toxicológico para candidatos à primeira habilitação nas categorias A e B foi aprovada por 86% dos entrevistados em uma pesquisa de opinião encomendada pela Associação Brasileira de Toxicologia (ABTox).


A pesquisa foi realizada pelo Instituto Ipsos-Ipec, e teve os resultados divulgados na última sexta-feira (24). Foram ouvidas 2 mil pessoas em 129 municípios do país. 


O exame para as categorias A e B foi incluído no Código de Trânsito Brasileiro pela Lei nº 15.153/2025, em vigor desde dezembro do ano passado. Segundo o Ministério dos Transportes, a implementação da exigência está em fase de estudo.


A Carteira Nacional de Habilitação de categoria A é exigida para conduzir motocicletas, motonetas e ciclomotores, enquanto a categoria B inclui automóveis, utilitários e caminhonetes.


O exame toxicológico já era exigido desde 2015 para motoristas profissionais que conduzem veículos das categorias C (caminhões), D (ônibus e vans) e E (veículos com reboque). 


Resultados


Ao menos oito em cada dez entrevistados se declararam favoráveis ao exame em todas as regiões do país. A proporção se mantém quando analisado o gênero e a escolaridade dos entrevistados.


Percentual de entrevistados a favor do exame toxicológico:



  • Norte e Centro-Oeste: 88%;

  • Nordeste: 87%;

  • Sudeste e Sul: 84%;

  • capitais: 87%;

  • periferias: 86%;

  • municípios com menos de 500 mil habitantes: 86%;

  • municípios com mais de 500 mil habitantes: 87%;

  • mulheres: 87%;

  • homens: 85%;

  • ensino superior: 91%;

  • ensino médio: 88%;

  • ensino fundamental: 81%.


Por idade, as faixas com índices mais altos de aprovação são as de 25 a 34 anos (88%) e de 35 a 44 anos (87%). Entre os homens de 16 a 24 anos e acima de 45 anos, o índice positivo é de 85%. 


A pesquisa indica ainda que, para 68% dos entrevistados, a aplicação do exame toxicológico para a obtenção da CNH nas categorias A e B contribui para o combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado. 


Já 69% acreditam que contribui para reduzir a violência doméstica provocada pelo consumo de álcool e outras drogas.


Congresso Nacional


A Lei 15.153/2025 foi aprovada em 26 de junho do ano passado no Congresso Nacional, com apoio de parlamentares da base governista e da oposição. 


No dia seguinte, a medida foi vetada pela Casa Civil, mas o veto acabou derrubado no dia 4 de dezembro pelo Congresso. 


A Lei, sem o veto, foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União em 10 de dezembro de 2025, com vigência imediata.


Por meio dela, a exigência do exame para se habilitar às categorias A e B foi incluída no Parágrafo 10 do Artigo 148-A do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).


Apesar disso, o então Ministro dos Transportes, Renan Filho, declarou que a exigência do exame ainda precisava de regulamentação.


Para a ABTox, essa lei não carece de regulamentação suplementar, “uma vez que está plenamente regulada pela Resolução 923 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), sendo sua aplicação semelhante àquela já praticada para as categorias de motoristas profissionais”.


Ministério dos Transportes


Em nota enviada à Agência Brasil, o Ministério dos Transportes informou, por meio de sua assessoria especial de comunicação, que a exigência de exame toxicológico está em fase de avaliação no âmbito da Câmara Temática de Saúde para o Trânsito (CTST).


“A Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) conduz análise dos impactos regulatórios e das adequações necessárias à implementação da medida. Entre os pontos avaliados estão o impacto ao cidadão, a capacidade da rede laboratorial para atendimento da demanda, os fluxos do processo de habilitação, possíveis reflexos na segurança viária e a integração aos sistemas existentes”.


O ministério acrescentou que, na última reunião da CTST, realizada em 1º de abril deste ano, foram designados relatores de diferentes áreas de atuação. Eles trabalham com prazo de até 90 dias para apresentar subsídios técnicos que apoiarão a tomada de decisão. 


Após a conclusão dessa etapa, o ministério afirma que a Senatran terá condições de avaliar o impacto regulatório e propor eventual regulamentação, em conformidade com a legislação vigente.


Até que os estudos sejam finalizados e ocorra a publicação de norma complementar pelo Contran, permanece a orientação aos Detrans estaduais para que não seja exigido o exame toxicológico na primeira habilitação das categorias A e B. 


De acordo com o ministério, a medida “busca assegurar a padronização nacional dos procedimentos, a adequada preparação dos sistemas e a segurança jurídica na aplicação da norma”.


Associação Brasileira de Toxicologia


O fundador da ABTox e presidente do Instituto de Tecnologias para o Trânsito Seguro (ITTS), Marcio Liberbaum, lembrou que o exame toxicológico para as categorias C, D e E foi criado em 2015, mas sua aplicação plena começou somente em 2017, derrubando em torno de 17 liminares contrárias à medida.


Em entrevista à Agência Brasil, ele afirmou que, na época, os motoristas profissionais das categorias C, D e E representavam 4% da frota viária em circulação e participavam de 53% dos acidentes com morte nas estradas. 


“Então, era evidente que alguma coisa estava errada. A gente viu que era droga e nas pesquisas feitas junto à opinião pública, a gente confirmou isso”. 


Dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) mostram que, em 2017, houve queda de 34% nos acidentes com caminhões, de 45% nos acidentes com ônibus e de 54% dos acidentes fatais nas rodovias interestaduais. 


A associação defende ainda que a medida evitou uma perda estimada de R$ 74 bilhões ao Produto Interno Bruto, valor associado a afastamentos e sinistralidades envolvendo motoristas sob efeito de drogas.


Liberbaum explicou que o exame não tem tolerância zero, como a Lei Seca, e é capaz de apontar se o candidato à CNH acumulou, nos últimos seis meses, 500 picogramas de cocaína. Um picograma é uma unidade de medida de massa extremamente pequena, utilizada em contextos científicos de alta precisão, como para detectar traços minúsculos de substâncias toxicológicas e em testes antidoping.


“Aí, ele está inviabilizado. Perdeu o equilíbrio, a capacidade reativa de reflexo, perdeu o centro de orientação, esse cara não pode dirigir mais”, defendeu ele. 







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Pastor evangélico "amassa" bandidos na porrada com banda e "enterrada"

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Imagens que circulam nas redes sociais mostram um homem evitando a fuga de dois bandidos que tentaram furtar um comércio na cidade de Alexânia (GO), que fica no Entorno do Distrito Federal.


Veja:



O caso teria ocorrido na sexta-feira (24/4). Nas imagens, postadas pela página @onortenews, é possível perceber que o homem dá uma rasteira em um dos suspeitos.


Em seguida, o outro indivíduo volta para ajudar o comparsa e tenta dar uma “voadora” no homem, que desvia do golpe e derruba novamente o alvo da rasteira.



Testemunhas do ocorrido e relatos nas redes sociais dão conta de que o homem seria um pastor evangélico que também presenciou a tentativa de furto.


Segundo a página O Norte News, o pastor chegou a ser atingido de raspão por uma faca, mas passa bem.


O vídeo também mostra que os dois suspeitos chegaram a fazer uma mulher de refém, rapidamente, mas uma equipe da Polícia Militar de Goiás (PMGO) em Alexânia chegou no local e conteve os suspeitos.

Relatos de outras testemunhas, de acordo com a página, deram conta de que a dupla entrou no mercado para furtar e foi pega por funcionários. Ao serem questionados, eles reagiram e começou um quebra-quebra generalizado dentro do estabelecimento.





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a história da professora perdida 17h na mata

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A professora de biologia Isa Lucia de Morais (foto em destaque), 52 anos, passou 17 horas perdida no Parque Nacional das Emas, no sudoeste de Goiás, no começo de abril. Até o resgate, ela passou por maus bocados. A pesquisadora da Universidade Estadual de Goiás (UEG) caiu e quebrou o pulso. Foi picada por formigas, vespas e ainda sofreu ferimentos por espinhos. Mas também viveu momentos de alívio e encantamento ao se sentir acolhida por uma planta durante a madrugada.


Veja:


Fratura, vespas e frio: a história da professora perdida 17h na mata - destaque galeria

CBMGO resgata professora de biologia perdida em parque com vida
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CBMGO resgata professora de biologia perdida em parque com vida

Divulgação / CBMGO
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CBMGO resgata professora de biologia perdida em parque com vida

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O Parque Nacional das Emas está localizado na região sudoeste de Goiás, a 725 quilômetros do Distrito Federal (DF). A professora frequenta o parque constantemente em função do trabalho que desenvolve com coleta de plantas, desde julho de 2023. Ainda assim, ela não conhece toda unidade em função da sua dimensão do parque.


Em 2 de abril, Isa Lucia coletava plantas ao lado de duas alunas quando se perdeu a passou a noite na mata. A professora foi resgatada por colegas e militares do Corpo de Bombeiros de Goiás (CBMGO) no dia seguinte.



“Caminhamos muito para o interior da vegetação para encontrarmos duas espécies novas de plantas. Obtivemos sucesso na busca e fizemos muitas coletas e registros fotográficos. Já havíamos encerrado as atividades por volta de 14h e retornávamos para a caminhonete, que tinha ficado na estrada. Antes de eu me perder, o tempo estava nublado e pouco depois, começou a chover”, contou.


A professora tem miopia e usa óculos. Com a chegada da chuva, a visão ficou ainda mais prejudicada e atrapalhou o senso de direção da educadora. As duas alunas estavam um pouco mais atrás da pesquisadora e pediram para que ela as aguardasse, porque precisavam descansar. Isa esperou e perguntou se as estudantes estavam vendo ela. Elas acenaram que sim.


“Voltei a caminhar e poucos minutos depois olhei para trás e elas não estavam atrás de mim. Nesse momento, já usei o apito para tentar saber onde elas estavam. Não obtive resposta. Gritei os nomes delas e continuei usando o apito, mas sem sucesso”, lembrou. Preocupada com as estudantes, começou a caminhar em direção a estrada, mas não conseguiu encontrá-las lá. Tampouco localizou a pista.


Fratura, vespas e formigas


“Pouco tempo depois, tropecei na vegetação, caí e fraturei o braço esquerdo na região do pulso. Eu sabia que havia algo errado com meu braço, mas a adrenalina de tentar chegar na estrada fez com que eu anulasse a sensação de dor. A bota que eu usava estourou na frente e expôs meus dedos, os quais ficaram feridos por espinhos e picadas de vespas e formigas durante o percurso, além de formar calos na sola dos pés, principalmente no esquerdo”, pontuou.

Isa procurou um galho de árvore para usar como cajado e evitar outras quedas. Já à noite, exausta por caminhar sem parar, deitou debaixo de uma árvore, onde se abrigou da chuva. Escolheu uma com folhas largas e baixa o suficiente para se abrigar. A espécie escolhida foi a Miconia ferruginata, um arbusto do Cerrado. Durante toda a noite ficou acordada porque estava com frio, sentia fortes câimbras e dor nas costas.


Era noite de lua cheia, por isso, quando a chuva parou foi possível ver todo o ambiente. Ela pensou em continuar caminhando para tentar se aquecer, mas resolveu aguardar o amanhecer.


Fratura, vespas e frio: a história da professora perdida 17h na mata - destaque galeria

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Professora frequenta o Parque com frequência para coletar plantas

Professor faz coleta de plantas no parque desde 2023
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Professor faz coleta de plantas no parque desde 2023

Arquivo Pessoal
Professora frequenta o Parque com frequência para coletar plantas
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Professora frequenta o Parque com frequência para coletar plantas

Arquivo Pessoal

Prometi que ia lhe levar para casa


No segundo dia, ficou muito tempo andando em círculos. “Soube porque fui reconhecendo as árvores e quebrando galhos para ter certeza de que já havia estado ali antes. Comecei também a observar minhas pegadas no chão”, contou. O sol estava a pino, quando a professora ficou animada ao notar que havia uma pessoa por perto.


“Poucos minutos depois eu ouvi o grito de uma das pessoas que me procurava. Foi emocionante. Rapidinho já vi um amigo e colega da UEG e uma das minhas alunas. Eles me deram água e ele me ofereceu uma bala para aumentar a glicose no sangue. Nunca vou esquecer o que me disse: ‘Isa eu prometi que ia lhe levar para casa. Que não ia voltar sem você! Que alegria ver você!’.

O bombeiro que os acompanhava chegou logo em seguida. O grupo estava a 2 km de distância da pista. “Após encontrá-los todas as dores que eu estava ignorando e a exaustão de tanto caminhar tomaram conta de mim. Nesse momento foi muito difícil caminhar até a estrada”, revelou. Após o resgate, a educadora passou por uma cirurgia no pulso.


Miconia ferruginata


“Agora o mais bacana foi a ajuda recebida pela espécie arbórea (Miconia ferruginata) que me acolheu e abrigou durante a noite e ao longo de toda caminhada pela manhã do segundo dia. Quando eu escolhi o indivíduo arbóreo eu disse: Você irá me acolher e proteger esta noite. Irei me deitar aos seus pés. E me deitei. Ao longo da noite, quando a chuva parou, gotas de água pingavam na minha boca ao escorrerem da planta”, pontuou.


Durante todo o trajeto no segundo dia, outras árvores da mesma espécie tinham um pouquinho de água nas folhas, que Isa bebeu para não ficar totalmente desidratada. Como sabia que precisava se manter fortalecida, buscou alimento. Sem encontrar frutos maduros, a professore comeu as flores de Mimosa de Ipomoea.


Lições


“A lição de vida que fica para mim, primeiramente, é a importância em ter pessoas que realmente se importam com você. As minhas duas alunas e meus amigos tiveram um papel preponderante no meu resgate. Em segundo lugar, fica o aprendizado da vivência em ambientes naturais. O quão importante é estar preparado e resiliente para as adversidades encontradas nestes ambientes. Manter a calma e o foco e não se deixar abater”, ressaltou.


Mãe e avó, Isa agora segue em frente em busca de mais conhecimento e agradecendo a ajuda de todos que ajudaram, direta ou indiretamente, para o seu resgate. A professora ainda não voltou ao parque por causa da cirurgia. Mas espera retornar em breve: a expectativa é regressar à mata já no mês que vem.





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Irmãos acusam Michael Jackson de abuso sexual em novo processo

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Novas acusações envolvendo o nome de Michael Jackson voltaram a ganhar destaque na imprensa, após o lançamento do filme biográfico do Rei do Pop. De acordo com ações judiciais, quatro pessoas afirmam que foram vítimas de abuso sexual quando eram crianças e alegam que o artista teria usado táticas de manipulação psicológica para controlá-los.



Quatro dos cinco irmãos Cascio — Aldo, Eddie, Dominic e Marie Nicole — detalharam seu relacionamento complexo com Jackson em entrevista ao New York Times nesta sexta-feira (24/4). Os comentários dos irmãos, que frequentemente se descreviam como a “segunda família” de Jackson, surgem após eles terem entrado com um processo contra o espólio do falecido astro por abuso sexual.


michael jackson leilão - metrópoles
Michael Jackson era conhecido como Rei do Pop

Relação com o Rei do Pop


Na entrevista ao jornal, os cinco irmãos afirmaram não apenas que foram abusados ​​por Jackson, mas também que foram aliciados para serem seus “soldados” e defendê-lo de outras acusações


Durante anos, antes e depois da morte de Jackson, os irmãos negaram repetidamente que ele tivesse feito “algo errado” com eles, inclusive em participação no programa da Oprah Winfrey cerca de um ano e meio após a morte do astro.


Os irmãos tiveram o primeiro contato com Jackson por meio de seu pai, Dominic, que era gerente do Helmsley Palace em Manhattan, onde Jackson se hospedava frequentemente na década de 1980. A amizade entre eles evoluiu a ponto de os irmãos Cascio viajarem para o rancho de Jackson, Neverland, e até mesmo terem permissão para irem sozinhos lá em algumas ocasiões.


Diretor do documentário Leaving Neverland disse em entrevista que Michael Jackson “era pior que Jeffrey Epstein”

Frank — o único irmão que se absteve de participar do processo, alegando razões legais — escreveu em seu livro de 2011, “Meu Amigo Michael: Uma Amizade Comum com um Homem Extraordinário”, que Jackson nunca havia feito nada de errado com ele ou seus irmãos. “Meu irmão e eu pulamos da cama para cumprimentá-lo”, escreveu ele na época.


Embora alguns dos irmãos tenham dito que perceberam que as ações de Jackson estavam erradas desde o início, outros afirmaram que a revelação veio quando assistiram ao documentário Leaving Neverland, que detalhou as experiências de outros dois homens que alegaram ter sido abusados ​​sexualmente pelo Rei do Pop quando eram menores de idade.


O processo


Segundo as novas acusações, os irmãos dizem que foram “preparados” para agir como uma espécie de “soldados leais”, sendo incentivados a defender o cantor publicamente e a desacreditar qualquer denúncia contra ele. Eles afirmam que esse comportamento seria resultado de um processo de “grooming”, no qual o astro teria conquistado a confiança das vítimas e de suas famílias.


Os relatos também apontam que, além do suposto abuso, teria havido um trabalho contínuo de “lavagem cerebral”, fazendo com que os jovens não reconhecessem ou denunciassem os episódios na época. Agora adultos, eles buscam responsabilização judicial e compensação pelos danos sofridos.


Michael Jackson

Espólio do cantor 


As ações judiciais enfrentam resistência da defesa ligada ao espólio de Michael Jackson, que nega todas as acusações e argumenta que casos semelhantes já foram analisados anteriormente sem comprovação. Os representantes do cantor também questionam a validade das novas alegações, destacando o tempo decorrido desde os supostos fatos.


Em comunicado enviado à People Marty Singer, que representa o espólio de Michael, classificou o processo como “uma tentativa desesperada de outros membros da família Cascio de obterem dinheiro fácil, aproveitando-se da situação junto com seu irmão Frank”.


“A família defendeu Michael Jackson veementemente por mais de 25 anos, atestando sua inocência em relação a qualquer conduta inadequada. Este novo processo judicial é uma tática transparente de escolha de foro em seu esquema para obter centenas de milhões de dólares do espólio e das empresas de Michael“, disse o representante. 





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Mutirão reforça limpeza urbana e recuperação de espaços públicos em Ceilândia

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Ceilândia voltou a receber uma operação intensiva de limpeza no sábado (25), em resposta ao avanço de pontos de descarte irregular em áreas públicas. A ação foi conduzida pela Administração Regional, em parceria com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), com foco na recuperação de espaços urbanos e na redução de riscos ambientais.


As equipes atuaram em regiões estratégicas da cidade, como a área próxima ao Centro de Ensino Médio (CEM) 02, na QNM 16, em Ceilândia Norte, além da Praça dos Eucaliptos e da QNM 8, em Ceilândia Sul, locais que vinham sendo utilizados de forma indevida para o despejo de resíduos.


Com o apoio de caminhões, retroescavadeiras e servidores, foram retirados diversos tipos de materiais, entre eles pneus, móveis descartados, eletrodomésticos sem uso, garrafas plásticas, embalagens e lixo doméstico. A iniciativa busca conter o avanço desses pontos irregulares e devolver melhores condições de uso à população.


O administrador regional de Ceilândia, João Marcelo de Souza Ferreira, ressaltou que o trabalho faz parte de uma rotina permanente de zeladoria, mas depende da colaboração coletiva para surtir efeito duradouro. “As equipes estão nas ruas todos os dias, mas é essencial que a população utilize os locais adequados para descarte. Quando isso não acontece, o problema se repete rapidamente”, afirmou.


Além de prejudicar a organização da cidade, o descarte irregular contribui para a proliferação de insetos e animais transmissores de doenças, como ratos, baratas e o mosquito da dengue, ampliando os riscos à saúde pública.


A orientação da administração é que os moradores utilizem os papa-entulhos disponíveis na região para o descarte correto de resíduos volumosos. O uso adequado desses pontos é considerado fundamental para manter a cidade limpa e evitar novos focos de lixo.


Mesmo com as ações contínuas, o volume de resíduos ainda é significativo. Aproximadamente 40 toneladas de lixo e entulho são recolhidas diariamente em Ceilândia, evidenciando a necessidade de reforço na conscientização e na fiscalização.






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Curso gratuito ajuda produtores culturais do DF a profissionalizar conteúdos feitos pelo celular

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O avanço das redes sociais tem mudado a forma como projetos culturais se conectam com o público, e dominar a produção de vídeos deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade. É nesse cenário que surge o curso gratuito Mob Lab – Vídeos para o seu Projeto Cultural, que abriu inscrições no Distrito Federal com foco na capacitação prática de quem deseja transformar o celular em ferramenta de trabalho.


Voltada a produtores culturais, comunicadores e empreendedores criativos, a formação busca fortalecer a presença digital de iniciativas locais por meio do uso estratégico do audiovisual. A ação conta com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) e disponibiliza 40 vagas, divididas em duas turmas online, com início previsto para 27 de abril.


O secretário interino de Cultura e Economia Criativa, Fernando Modesto, avalia que a iniciativa acompanha as transformações do setor. “Hoje, comunicar bem é parte fundamental de qualquer projeto cultural. A formação amplia o acesso a essas ferramentas e contribui para que mais iniciativas ganhem visibilidade”, pontua.


Com duração aproximada de dois meses e carga horária de 42 horas, o curso será oferecido em formato remoto. Três opções de turno serão abertas inicialmente, mas apenas duas serão confirmadas, de acordo com a demanda dos inscritos.


O projeto também reforça o compromisso com a inclusão. Metade das vagas é reservada para pessoas com deficiência, além da priorização de grupos como população LGBTQIA+, mulheres, pessoas negras, indígenas e pessoas com mobilidade reduzida.


Criador da proposta, Dival Porto Lomba explica que o aprendizado será construído de forma aplicada. “A gente quer que o aluno saia com um produto pronto. Durante o curso, cada participante vai desenvolver um projeto próprio, utilizando técnicas de gravação, edição e planejamento de conteúdo”, afirma.


Segundo ele, todo o processo contará com acompanhamento da equipe. “Não é só ensinar ferramenta. A ideia é orientar, dar retorno e ajudar cada pessoa a evoluir na prática”, acrescenta.


As inscrições são realizadas por formulário online, e o processo seletivo levará em conta critérios regionais. Caso haja mais interessados do que vagas, será formada uma lista de espera para possíveis convocações.






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Vitor Kley diz que pai não ouviu música feita para ele antes de morrer

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Cerca de um ano após perder o pai, o cantor Vitor Kley, de 31 anos, lançou, nessa sexta-feira (24/4), um EP chamado O Que Sobrou das Pequenas Grandes Coisas. O trabalho traz cinco faixas inéditas que não passaram na seleção para entrar no álbum As Pequenas Grandes Coisas, lançado em abril do ano passado.



Ao Metrópoles, Vitor Kley revelou que prefere o EP ao álbum original. Em tom bem-humorado, disse que a declaração pode não agradar a todos.


“No momento eu prefiro o EP, porque foi muito especial gravar em casa, com os meninos da banda que me acompanham ao vivo. Foi a primeira vez que a gente se reuniu nesse formato, e eu estava conduzindo tudo. Aproveitamos muito o tempo e, nos intervalos, jogávamos videogame e, no meio disso, surgiam músicas novas”, contou.

O cantor também explicou que o álbum original partiu de uma seleção com 31 faixas, das quais apenas 11 foram escolhidas. A decisão foi feita por votação entre ele, o irmão e o produtor.


Segundo Kley, as músicas que ficaram de fora não atingiram maioria dos votos. Ainda assim, ele considera essas canções especiais e, ao vê-las “paradas”, decidiu dar a elas um novo espaço com o lançamento do EP.


Seleção das faixas


Das 20 músicas que ficaram de fora do álbum, cinco foram escolhidas para integrar O Que Sobrou das Pequenas Grandes Coisas: Abalo Psicológico, que abre o EP com leveza; O Vento, com um tom mais potente, abordando resiliência e busca por paz interior; Da Minha Natureza, de atmosfera introspectiva; Desacostumei, uma reflexão sensível sobre perdas; e Vivão e Vivendo, que encerra o projeto com um olhar otimista para o futuro.


Apesar da temática, Desacostumei não trata do luto por Ivan Kley, o renomado ex-tenista brasileiro.  “Eu pensei esses dias: ‘será que as pessoas vão achar que eu estou falando do meu pai?’. Mas, na verdade, não é. É de um relacionamento que vivi anos atrás”, explicou.


Kley também relatou que, ao mostrar o EP para amigos, ouviu que o trabalho reflete o momento atual da vida dele. “Eu já passei dos 30 anos, sabe? Já passou o meu retorno de Saturno. E acho que combina muito com essa nova fase, mais madura”, brincou.


Vitor Kley diz que pai não ouviu música feita para ele antes de morrer - destaque galeria

O cantor Vitor Kley, de 31 anos, lançou, nessa sexta-feira (24/4) um EP chamado O Que Sobrou das Pequenas Grandes Coisas
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O cantor Vitor Kley, de 31 anos, lançou, nessa sexta-feira (24/4) um EP chamado O Que Sobrou das Pequenas Grandes Coisas

Murilo Amancio
O nome, não por acaso, traz cinco faixas inéditas que não passaram na seleção para entrar no álbum As Pequenas Grandes Coisas, lançado em abril do ano passado
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O nome, não por acaso, traz cinco faixas inéditas que não passaram na seleção para entrar no álbum As Pequenas Grandes Coisas, lançado em abril do ano passado

Murilo Amancio
Vitor Kley conversou com o Metrópoles sobre as influências que a perda do pai e o momento de vida tiveram na escolha das músicas do EP
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Vitor Kley conversou com o Metrópoles sobre as influências que a perda do pai e o momento de vida tiveram na escolha das músicas do EP

Murilo Amancio
Ao Metrópoles, Vitor Kley também revelou que prefere o EP O Que Sobrou das Pequenas Grandes Coisas do que o álbum original As Pequenas Grandes Coisas
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Ao Metrópoles, Vitor Kley também revelou que prefere o EP O Que Sobrou das Pequenas Grandes Coisas do que o álbum original As Pequenas Grandes Coisas

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Pai de Vitor Kley morreu dias antes de lançamento de álbum


Apesar da música do EP não ser sobre o pai, o álbum original, lançado em 25 de abril de 2025, trouxe a canção Vai Por Mim, que foi escrita para o ex-atleta. Ele morreu no dia 3 de abril do mesmo ano.


“Eu escrevi e ele não conseguiu ouvir. Não deu tempo de ele ouvir, porque ele estava passando por um momento difícil ali, mentalmente, com a doença e tudo mais. Eu queria deixar tudo prontinho, bem bonito pra ele ver, mas não deu tempo”, disse.

Vitor acredita que as coisas aconteceram como Deus quis e tem a certeza de que, de um outro plano, o pai ouviu a música e está muito feliz com o resultado.



O artista contou que, durante o processo de montar o álbum As Pequenas Grandes Coisas, ia mostrando as faixas aos pais, para ver o que eles achavam. “Ele estava muito feliz com tudo que a gente vinha conquistando. Acho que era o único assunto que ele mais gostava de conversar na época, no final da vida dele”, lembrou.


Para Kley, falar sobre o pai não é um tabu. “Eu acho que a gente vai ressignificando a passagem das pessoas. Então, hoje, eu já vejo que a passagem do meu pai para o outro plano é uma coisa que, foi como tinha que ser. Que bom que ele foi em paz também. E eu vejo que hoje ele está muito perto de mim. Eu sinto ele, sempre converso com ele, sempre sinto ele”, admitiu.





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Sepultura aposta na inovação mesmo em EP de despedida da banda

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O Sepultura está encerrando os trabalhos após mais de quatro décadas de carreira e lançou o EP The Cloud of Unknowing para se despedir dos fãs. Mesmo sendo as últimas músicas inéditas da banda, os integrantes resolveram entregar inovações para os fãs.


Sepultura aposta na inovação mesmo em EP de despedida da banda - destaque galeria

Sepultura
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Sepultura

Reprodução/ Instagram
Maior banda brasileira de heavy metal de todos os tempos
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Maior banda brasileira de heavy metal de todos os tempos

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Sepultura
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Sepultura

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Sepultura
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Sepultura

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Sem se prender aos sucessos do passado, que estão presentes na turnê de despedida Celebrating Life Through Death, a banda resolveu explorar a criatividade no projeto final, que reúne quatro músicas.


Em coletiva de imprensa, Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura, deu detalhes de cada uma das faixas do disco e destacou Beyond The Dream.


“Fala da nossa história, de estar na estrada, dos nossos amigos, de construir ali uma nova família. Também traz muito do que a gente imaginava, do que a gente sonhava. Fomos muito mais além do que a gente poderia ter pensado ou imaginado quando éramos adolescentes.”


A música é a primeira balada da banda e foi feita em parceria com Tony Bellotto e Sérgio Britto, integrantes dos Titãs.


“Era um desejo antigo da banda explorar esse formato. A gente se juntou e o processo foi maravilhoso. A música saiu maravilhosamente bem e conseguimos realizar esse último desejo antes de acabar”, revelou Andreas, em nome do Sepultura.



Sem filtros e com diversas reflexões, o EP ainda conta com o single The Place, que tem ritmo mais sombrio e explora um caráter político que engloba tanto o Brasil quanto os Estados Unidos.


As outras duas faixas são All Souls Rising e Sacred Books, que trazem referências históricas para dentro de um projeto reflexivo e introspectivo sobre a atual sociedade no que tange a raça, religião e política.


“É uma sensação boa de parar consciente, sem briga, de uma maneira que se possa celebrar. Talvez muita gente não saiba a hora de parar ou trocar de caminho, mas acho que estamos nos organizando em um momento muito oportuno. É um respeito ao rock nacional”, finalizou Andreas.





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Força-tarefa prepara Quadradão Cultural para ação do GDF na Sua Porta

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A chegada do programa GDF na Sua Porta ao Riacho Fundo II já começa a movimentar a região antes mesmo da abertura oficial. O Quadradão Cultural, escolhido como ponto central da ação, está passando por uma reestruturação completa para receber a iniciativa, que leva serviços públicos diretamente à população.


As intervenções incluem manutenção, ajustes estruturais e organização do espaço, conduzidas em parceria entre a Novacap e a administração regional. A força-tarefa tem como foco preparar o local para suportar o fluxo de moradores e garantir um ambiente funcional e seguro.


Para o administrador regional, Osni Bueno, a mobilização das equipes reflete uma mudança na forma de atendimento à população. “A proposta é simples: levar o governo para mais perto das pessoas. Estamos deixando o espaço pronto para que o morador encontre aqui solução rápida para suas demandas, com estrutura adequada e mais comodidade”, afirmou.


O presidente da Novacap, Fernando Leite, também destacou o impacto direto das ações no cotidiano da comunidade. Segundo ele, o trabalho conjunto fortalece a presença do poder público nas regiões administrativas. “Estamos atuando de forma integrada para entregar um espaço mais organizado e preparado. Esse tipo de ação facilita o acesso aos serviços e demonstra, na prática, o cuidado com a população”, disse.


Coordenado pelo Governo do Distrito Federal, o programa reúne, em um só local, diversos atendimentos, reduzindo a necessidade de deslocamento para outras áreas. Entre os serviços disponibilizados estão assistência social, atendimentos de saúde, emissão de documentos, além de demandas ligadas à infraestrutura urbana.


Com histórico de grande adesão em regiões como Itapoã e Paranoá, a expectativa é de forte participação no Riacho Fundo II. A iniciativa busca não apenas facilitar o acesso aos serviços públicos, mas também estreitar o diálogo com a população e oferecer soluções mais ágeis para o dia a dia dos moradores.






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Com mais de 400 cirurgias, OperaDF avança e reduz espera por atendimento oftalmológico

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O reforço nas cirurgias oftalmológicas pelo OperaDF tem acelerado o atendimento a pacientes que aguardavam na fila do Sistema Único de Saúde no Distrito Federal. Em um único dia, 20 procedimentos de catarata foram realizados no Hospital de Olhos do DF, resultado direto da ampliação da capacidade cirúrgica promovida pelo programa.


Entre fevereiro e abril deste ano, mais de 400 cirurgias na área dos olhos já foram realizadas. A iniciativa do Governo do Distrito Federal conta com investimento de R$ 22 milhões, viabilizado por emenda parlamentar do deputado Rafael Prudente, e tem como meta ultrapassar 6,5 mil procedimentos oftalmológicos. Até agora, cerca de 1,5 mil cirurgias já foram autorizadas.


Os atendimentos incluem desde o implante de lente intraocular, técnica mais comum para correção da catarata, até procedimentos mais complexos, como a vitrectomia. Esse tipo de cirurgia é indicado para casos de descolamento de retina, hemorragia intraocular e também para a retirada de corpos estranhos dentro do olho, situações que exigem intervenção especializada e rápida.


O impacto do programa também aparece na escala geral das cirurgias. Entre setembro de 2025 e março de 2026, o OperaDF já ultrapassou 23 mil procedimentos realizados, somando atendimentos feitos na rede pública e em hospitais privados contratados, além da atuação de anestesistas da rede particular. A estratégia tem como foco reorganizar a fila e ampliar a oferta de cirurgias eletivas em diferentes especialidades, como vascular, geral, urológica, de cabeça e pescoço e oftalmológica.


Para os pacientes, a mudança tem significado redução no tempo de espera e retomada da qualidade de vida. A aposentada Maria de Lourdes Souza, de 70 anos, contou que já havia passado por uma cirurgia no olho esquerdo há cerca de duas décadas, mas voltou a apresentar dificuldades recentes, especialmente para ler letras pequenas e identificar ônibus à distância.


Segundo ela, após procurar atendimento médico no início do ano, foi encaminhada ao oftalmologista, onde recebeu o diagnóstico de catarata avançada no olho direito. A partir daí, entrou na regulação e foi chamada para o procedimento em pouco tempo.


Já a aposentada Lucídia Marinho, de 80 anos, destacou a rapidez no atendimento e o acolhimento da equipe. Ela relatou que foi avisada praticamente na véspera da cirurgia e afirmou estar satisfeita com o serviço recebido. Em suas palavras, disse estar muito contente por ter sido chamada e confiante de que, após o procedimento, conseguirá enxergar melhor e retomar suas atividades com mais autonomia.


Com a ampliação das cirurgias e a integração entre as redes pública e privada, o GDF aposta na continuidade do OperaDF para reduzir gargalos históricos e garantir mais agilidade no acesso a procedimentos que, em muitos casos, são decisivos para a qualidade de vida da população.






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Avião de pequeno porte faz pouso de emergência em Trindade (GO)

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O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) foi acionado, na manhã desta sexta-feira (10/4), para atender a uma ocorrência envolvendo o pouso de emergência de uma aeronave de pequeno porte, em área rural nas proximidades do município de Trindade (GO), que fica apenas a 18km da capital goiana.


Segundo as primeiras informações dos Bombeiros, a aeronave transportava dois homens e, após o pouso, um princípio de incêndio teve início.


Populares que estavam em uma chácara próxima conseguiram retirar os ocupantes da aeronave antes da chegada das equipes de emergência. Uma das vítimas tem 70 anos e foi transportada de helicóptero para o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol).



As equipes do CBMGO adotaram medidas operacionais necessárias para controle da situação e segurança da área.


O estado de saúde das vítimas e mais detalhes ainda não foram divulgados.





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Do mel ao café gourmet: Roosvelt Vilela defende exportação e regularização fundiária como pilares do agro no DF

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O agronegócio do Distrito Federal ganhou espaço de destaque neste sábado (25) no programa Vozes da Comunidade. Durante o Sabatinão do Povo, o deputado distrital Roosvelt Vilela (PL) traçou um panorama do setor de agronegocios  no DF e apresentou propostas concretas para fortalecer os produtores locais .


Ao ser perguntado pelo jornalista  Ribamar Silva  sobre quais ações o parlamentar tem adotado para fortalecer o agro no DF? A resposta revelou que Roosvelt Vilela  conhece bem  o terreno . Vilela argumentou que o DF não deve tentar competir em volume com estados como Goiás, Mato Grosso ou São Paulo, mas apostar em um caminho diferente: a qualidade como vantagem competitiva.


“Nós não vamos concorrer na quantidade, mas podemos produzir algo e vender não só para o Brasil, mas para o mundo inteiro. Isso vai gerar renda, vai melhorar a qualidade de vida e vai preservar o nosso ambiente,”destacou o parlamentar.



Segundo o deputado, o Distrito Federal já possui uma produção agrícola diversificada e de alto padrão. Ele citou grãos — soja, milho e trigo — cujo nível de qualidade faz com que o restante do país compre da região para usar como semente. Além disso, mencionou o mel, o café gourmet, a cachaça artesanal e até a rota do vinho como exemplos de produtos com potencial de exportação. “Nós temos o melhor mel do país aqui em Brasília”, afirmou.


Vilela relatou  que tem proposto ao governo, por meio da Secretaria de Relações Internacionais, uma aproximação entre produtores rurais do DF e as embaixadas estrangeiras sediadas na capital, como caminho para abrir mercados internacionais para esses produtos.


“A gente tem que pegar essas pequenas produções, investir na qualidade e na agregação de valor. Se 70% do nosso território é área rural, vamos fazer uma produção bacana — vai gerar renda, vai preservar o meio ambiente. É o ganha-ganha.”



Roosvelt Vilela também  informou que seu mandato já destinou mais de R$ 27 milhões ao agronegócio do DF. E rebateu o que chamou de estigma político: a ideia de que representantes de direita seriam contrários à preservação ambiental. Para ele, a agenda do agro e a agenda ambiental não são opostas — ao contrário, uma reforça a outra. “O que a gente defende é a sustentabilidade. Produzir bem, preservar o meio ambiente e gerar renda. Isso é possível”, defendeu.


Entre todas as propostas apresentadas, Vilela reservou ênfase especial para a regularização fundiária das propriedades rurais no DF. Segundo ele, muitos produtores ainda não têm a escritura de suas terras , o que os impede de acessar crédito bancário com juros mais baixos e, consequentemente, de expandir a produção.


“A pauta número um desse segmento é a regularização fundiária. Hoje, os nossos produtores rurais ainda não têm a escritura. Eles precisam dessa escritura porque, com ela, vão ao banco, captam financiamento com baixos juros e podem produzir e concorrer com qualidade”, afirmou o deputado, reforçando o compromisso de avançar nessa agenda durante o mandato.


Principais propostas de Roosvelt Vilela para o agro do DF



Exportação: aproximar produtores rurais das embaixadas via Secretaria de Relações Internacionais


Qualidade: investir em agregação de valor em mel, café, cachaça e vinhos do DF


Sustentabilidade: defender produção rural como aliada da preservação ambiental


Regularização fundiária: garantir escritura das propriedades rurais para acesso a crédito




O programa Vozes da Comunidade é apresentado pelo jornalista Toni Duarte, transmitido semanalmente pelo YouTube e retransmitido por rádios comunitárias do DF e Entorno e conta com o apoio da Associação Brasileira de Portais de Notícias (ABBP).


Acompanhe a entrevista na íntegra:



 






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Apresentadora relata perrengue ao vivo: “Costas queimando”

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A apresentadora da TV Globo Thalita Morete chamou atenção ao relatar um momento de desconforto durante uma transmissão ao vivo. Enquanto conduzia o programa normalmente, ela revelou que estava sentindo as costas “queimando”, o que rapidamente repercutiu nas redes sociais.



A apresentadora cozinhava um bife ancho em uma churrasqueira, mas o calor a deixou desconfortável. “Estou quase chorando, de tanto calor. Minhas costas estão queimando”, disse a apresentadora. “Essa parrilha não é brincadeira, não. Muito quente aqui”, disse.


Mesmo diante da situação, a jornalista manteve a postura e seguiu com a apresentação, sem interromper o andamento do conteúdo. O comentário acabou viralizando, com internautas destacando tanto o improviso quanto o comprometimento ao continuar no ar apesar do incômodo.


carne sendo manuseada em churrasqueira


Em outra situação no programa, Thalita ainda comentou: “Ui, o calor. Vocês não estão entendendo o calor que sobe com essa churrasqueira poderosa do Thiago. Essa parrilha esquenta de um jeito o rosto.


Não foram divulgados detalhes oficiais sobre o que teria causado a sensação descrita pela apresentadora, mas o episódio levantou especulações entre o público, que sugeriu desde questões relacionadas ao calor dos estúdios até possíveis problemas com iluminação ou equipamentos.


Casos como esse costumam gerar grande repercussão justamente por mostrar os bastidores da televisão ao vivo, onde imprevistos acontecem e exigem jogo de cintura dos profissionais para manter a transmissão sem falhas.





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Suspeitos de tentar assaltar jovens em cachoeira do Entorno são presos

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Os suspeitos de uma tentativa de assalto a três mulheres na Cachoeira dos Segredos, em Novo Gama (GO), cidade do Entorno do Distrito Federal, foram presos pela Polícia Militar de Goiás (PMGO) um dia após o crime.






O trio foi abordado na quarta-feira (22/4). Uma das vítimas foi agredida com coronhadas na cabeça durante a ação criminosa. Ela filmou e postou nas redes sociais o sangramento após as agressões.



Nessa quinta-feira (23/4), policiais militares do 19º Batalhão deflagraram uma operação que resultou na localização e prisão dos dois indivíduos. Segundo a PMGO, foram apreendidas as armas utilizadas no crime.


Instinto


A jovem que tomou a coronhada reagiu à tentativa de assalto ao perceber que uma das armas utilizadas pelos criminosos era de mentira. Um vídeo divulgado e compartilhado pelas próprias vítimas nas redes sociais, mostra a jovem agredida sangrando após o ataque. Ela segura em uma das mãos o simulacro de arma que teria sido tomado de um dos suspeitos.



Ao Metrópoles, Ana Beatriz Oliveira, 21 anos, afirmou que agiu por instinto ao ver um dos criminosos apontar uma arma para a irmã e para a amiga. Segundo ela, o objetivo era apenas proteger as duas.


Ela contou que não teve medo no momento da ação e que a reação foi motivada pelo desespero diante da ameaça. “Na hora não tive medo, fui com sangue nos olhos para proteger quem eu amo”.





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Parada do Orgulho LGBT+ de SP 2026 abordará importância do voto

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Em ano de eleições presidenciais, a Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo pretende levar para a Avenida Paulista um debate político. Marcada para o dia 7 de julho, na capital paulista, a organização do evento escolheu para a edição deste ano o tema: A rua convoca, a urna confirma. A intenção é ampliar o debate sobre a importância do voto e da participação política.


Para a organização do evento, o voto é um instrumento central para a definição de políticas públicas e garantia de direitos.



“A Parada existe porque a LGBTfobia persiste. Cresce porque a desigualdade permanece. Ocupa as ruas porque o poder ainda exclui. Trinta anos não são apenas uma celebração. É um chamado à ação. Um chamado para ocupar, para enfrentar, para participar e para decidir”, diz Nelson Matias Pereira, presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOLGBT-SP).






Cartaz Parada LGBT SP 2026

Cartaz Parada LGBT SP 2026



A Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, considerada uma das maiores manifestações de diversidade do mundo, completa 30 anos de existência neste ano. A primeira edição ocorreu em 1996, na Praça Roosevelt e, só no ano seguinte, passou a ocupar a Avenida Paulista, onde se consolidou.


Desde então, a Parada sempre leva para as ruas a discussão de temas fundamentais tais como o reconhecimento da união estável, o direito à identidade de gênero, a adoção por casais homoafetivos e a criminalização da LGBTfobia, entre outros. No ano passado, por exemplo, a discussão foi sobre o envelhecimento.



“A APOLGBT-SP resistiu às tentativas de tirar a Parada da Paulista. Resistiu às investidas do poder público de se apropriar do evento. Resistiu a cada tentativa de silenciamento, esvaziamento ou controle. A presença é legítima, e a luta é inegociável”, reforçou Pereira, por meio de nota.


 








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