fala de Murilo Benício sobre Grazi Massafera agita a web

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Murilo Benício divertiu os fãs nessa sexta-feira (29/11) ao responder perguntas dos seguidores sobre os colegas de Três Graças. Em uma das respostas, ele chegou a comparar a parceira de cena Grazi Massafera com a ex-esposa, a atriz Giovanna Antonelli, o que chamou a atenção dos internautas.


Em clima descontraído, Murilo afirmou que Grazi seria uma “segunda Giovanna Antonelli” na vida dele, explicando que a atriz tem o mesmo humor espontâneo que marcou a convivência dele com Giovanna. Os dois ficaram juntos por três anos e tem um filho juntos, Pietro. Apesar da separação, eles continuaram bons amigos e seguem aparecendo juntos com frequência.


“A Grazi é uma doida. Acho que é uma segunda Giovanna na minha vida, posso dizer. Ela é muito parecida com a Giovanna, é muito engraçada. Então o dia é sempre leve”, afirmou Murilo ao falar sobre a parceria dos dois no folhetim das 21h.

“Segunda Giovanna”: fala de Murilo Benício sobre Grazi Massafera agita a web - destaque galeria

Ferette (Murilo Benício), Zenilda (Andréia Horta) e Arminda (Grazi Massafera) em Três Graças
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Ferette (Murilo Benício), Zenilda (Andréia Horta) e Arminda (Grazi Massafera) em Três Graças

Globo/ Estevam Avellar
Família Ferette em Três Graças
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Família Ferette em Três Graças

Reprodução/Globo
Arminda (Grazi Massafera) e Ferette (Murilo Benício) em cena de Três Graças
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Arminda (Grazi Massafera) e Ferette (Murilo Benício) em cena de Três Graças

Globo/ Estevam Avellar
Arminda (Grazi Massafera) e Gerluce (Sophie Charlotte) em Três Graças
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Arminda (Grazi Massafera) e Gerluce (Sophie Charlotte) em Três Graças

Arminda (Grazi Massafera), Raul (Paulo Mendes) e Josefa (Arlete Salles)
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Arminda (Grazi Massafera), Raul (Paulo Mendes) e Josefa (Arlete Salles)

Reprodução/Globo
Arminda (Grazi Massafera), Gerluce (Sophie Charlotte) e Ferette (Murilo Benício) em Três Graças
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Arminda (Grazi Massafera), Gerluce (Sophie Charlotte) e Ferette (Murilo Benício) em Três Graças

Globo/ Fábio Rocha

A frase chamou a atenção da web justamente por que, antes mesmo da novela começar a ser exibida, o público criou teorias sobre um possível envolvimento entre Grazi e Murilo. O ator ficou muito conhecido por ter se relacionado com várias colegas de elenco ao longo da carreira como Alessandra Negrini, Carolina Ferraz, a própria Giovanna Antonelli, além de Guilhermina Guinle, Débora Falabella e a autora Manuela Dias.



No mesmo vídeo respondendo as perguntas dos fãs, Murilo também comentou sobre o trabalho ao lado de outros atores na novela como Andréia Horta, a quem chamou de “maravilhosa”, Pedro Novaes, filho do “irmão dele”, Marcello Novaes, e Alanis Guillen: “A menina mais linda do mundo, uma graça. Sabe aquela pessoa que é positiva o tempo inteiro?”.


Veja o vídeo de Murilo










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Boicotada por bolsonaristas, peça de Carol Castro tem ingressos esgotados

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A Manhã Seguinte, peça estrelada por Carol Castro, teve sessões esgotadas mesmo após um movimento de boicote iniciado por bolsonaristas nas redes sociais. A polêmica começou no último sábado (22/11), quando a atriz celebrou publicamente a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.


As críticas começaram após uma foto publicada por Carol, na qual ela aparece com uma camiseta do Brasil estampada com frases como “#BrasilSoberano” e “100 anistia para golpista”. A postagem gerou ataques e levou apoiadores do ex-presidente a defenderem o boicote ao espetáculo.


Boicotada por bolsonaristas, peça de Carol Castro tem ingressos esgotados - destaque galeria4 imagensCarol Castro celebrou a prisão de Jair Bolsonaro com uma camiseta do Brasil com os dizeres Carol CastroA atriz Carol Castro.Fechar modal.MetrópolesCarol Castro1 de 4

Carol Castro

Reprodução/Instagram @castrocarolCarol Castro celebrou a prisão de Jair Bolsonaro com uma camiseta do Brasil com os dizeres 2 de 4

Carol Castro celebrou a prisão de Jair Bolsonaro com uma camiseta do Brasil com os dizeres "100 anistia para golpistas

Reprodução/Instagram @castrocarolCarol Castro3 de 4

Carol Castro

Reprodução/Instagram @castrocarolA atriz Carol Castro.4 de 4

A atriz Carol Castro.

Reprodução/Globo.
Apesar da pressão, a montagem não sofreu impacto negativo: A Manhã Seguinte teve ingressos esgotados para três apresentações realizadas em João Pessoa, nos dias 28, 29 e 30.


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Escrita pelo britânico Peter Quilter, A Manhã Seguinte faz estreia no Brasil com direção de Thereza Falcão e Bel Kutner. A comédia explora encontros improváveis e afetos desajeitados. Também estão no elenco Bruno Fagundes, Gustavo Mendes e Angela Rebello.


Veja a postagem de Carol















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Uma publicação compartilhada por Carol Castro (@castrocarol)









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Onda de Violência: a história do filme mais visto da Netflix

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O filme Onda de Violência chegou ao catálogo da Netflix sem alarde e, em poucas horas, se tornou o título mais visto do dia na plataforma no Brasil. Estrelado por Michael Jai White, o longa de ação acompanha a jornada de um assassino de aluguel que passa a ser perseguido pelo próprio chefe após tomar uma decisão inesperada.


Na trama, Pete (Michael Jai White) trabalha há anos como assassino profissional, mas decide frequentar reuniões dos Viciados em Trabalho Anônimos. A escolha, que deveria marcar uma mudança de vida, acaba interpretada como sinal de traição por Matteo Arcado (John Littlefield), líder da organização criminosa para a qual ele trabalha. A partir daí, Pete vira alvo de uma caçada impiedosa comandada por outros assassinos, todos interessados na recompensa oferecida por sua captura.


Onda de Violência: a história do filme mais visto da Netflix - destaque galeria4 imagensMichael Jai White no filme Onda de Violência (Hostile Takeover, em inglês)Michael Jai White no filme Onda de Violência (Hostile Takeover, em inglês)Michael Jai White no filme Onda de Violência (Hostile Takeover, em inglês)Fechar modal.MetrópolesMichael Jai White no filme Onda de Violência (Hostile Takeover, em inglês)1 de 4

Michael Jai White no filme Onda de Violência (Hostile Takeover, em inglês)

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Michael Jai White no filme Onda de Violência (Hostile Takeover, em inglês)

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Michael Jai White no filme Onda de Violência (Hostile Takeover, em inglês)

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Michael Jai White no filme Onda de Violência (Hostile Takeover, em inglês)

Divulgação

Famoso por protagonizar produções marcadas por combates corpo a corpo, Michael Jai White retorna às origens com um personagem que exige coreografias intensas, ação em ambientes fechados e forte apelo físico. Também estão no filme Aimee Stolte e Dawn Olivieri.



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Onda de Violência estreou na Netflix nessa sexta-feira (28/11) e amanheceu ocupando a primeira posição do Top 10 no Brasil neste sábado (29/11), superando outras produções que estavam em alta como os filmes de Natal Feliz Assalto e Borbulhas de Amor.


Veja o trailer






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O protesto da filha de Ângela Diniz contra livro de assassino

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Em 2006, Cristiana Vilas Boas, na época com 42 anos, quebrou o silêncio de 30 anos para denunciar a exploração da memória da mãe, Ângela Diniz, que é personagem principal de Ângela Diniz: Assassinada e Condenada, disponível na HBO. O motivo era o lançamento do livro Mea Culpa, escrito por Doca Street, assassino da socialite, que reacendeu a dor.



“Esse homem é um canalha. Ele está querendo ganhar dinheiro à custa da minha mãe. Meu Deus, quando é que ele se cansará de assassiná-la e a reputação dela?”, desabafou Cristiana.


Em 30 de dezembro de 1976, Ângela Diniz foi morta com cinco tiros na cabeça pelo namorado paulista. Desde então, sua filha enfrentou julgamentos e preconceito:


“Fui chamada nas ruas de Belo Horizonte de filha ‘daquela drogada’, ‘daquela prostituta’. Foi assim que algumas famílias tradicionais de Minas passaram a falar da minha mãe”.

A lembrança da injustiça ecoa nas palavras de Carlos Drummond de Andrade em 1979: “Aquela moça continua sendo assassinada todos os dias e de diferentes maneiras”. O poeta criticava a defesa de Doca Street, que transformou Ângela em uma “femme fatale”, culpando-a pelo próprio assassinato.


O protesto da filha de Ângela Diniz contra livro de assassino - destaque galeria

A socialite Ângela Diniz foi assassinada pelo namorado em 1976
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A socialite Ângela Diniz foi assassinada pelo namorado em 1976

Reprodução
Ângela e Doca namoraram por quatro meses, mas a relação foi marcada por ciúmes e violência doméstica
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Ângela e Doca namoraram por quatro meses, mas a relação foi marcada por ciúmes e violência doméstica

Reprodução
Marjorie Estiano e Ângela Diniz
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Marjorie Estiano e Ângela Diniz

Divulgação e Reprodução
Marjorie Estiano e Ângela Diniz
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Marjorie Estiano e Ângela Diniz

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Andrucha Waddington é diretor de série sobre Ângela Diniz
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Andrucha Waddington é diretor de série sobre Ângela Diniz

Raquel Cunha/TV Globo e Divulgação

Segundo Doca, as últimas palavras de Ângela teriam sido: “Se quiser me dividir com homens e mulheres, pode ficar, seu corno.” Esse argumento de “legítima defesa da honra” o absolveu no primeiro julgamento. Em 1981, foi condenado a 15 anos, mas cumpriu apenas três anos em regime fechado, dois semiaberto e os demais em liberdade condicional.


Cristiana também condenou o cinismo do ex-namorado da mãe: “É aterrorizante. Ele foi à televisão dizendo que pede perdão à nossa família. Tinha, sim, que pedir perdão por todas as mentiras que contou”.


Ela relembrou os dias que antecederam a tragédia, quando Ângela e Doca foram passar o Natal em Minas:


“Ele era um homem bonito, famoso, mas havia algo errado. Não largava minha mãe. Ela não podia conversar sozinha com minha avó, minha tia ou meus irmãos. Até ao banheiro ele ia junto. Ele escreve no livro que minha mãe usava drogas o dia inteiro. Se usava, era ele quem incentivava. Em Minas, ela nem bebia.”

Imagem preta e branca de Raul Fernando do Amaral Street, mais conhecido como Doca Street, no julgamento do crime contra Ângela Diniz
Raul Fernando do Amaral Street, mais conhecido como Doca Street, no julgamento do crime contra Ângela Diniz

O impacto do assassinato marcou profundamente a família. “Para nós, a morte de mamãe foi avassaladora”, disse Cristiana.


Entre acidentes e perdas, a vida seguiu marcada: o filho mais velho de Ângela, Milton Vilas, sofreu traumatismo craniano em acidente de moto e passou a se locomover com dificuldade; o caçula, Luiz Felipe, morreu aos 21 em um acidente de carro; e o primeiro marido de Ângela faleceu em um acidente de avião. A avó Maria Diniz, costureira do high society mineiro, tornou-se amargurada e morreu em 2006, depois de anos dedicada ao cuidado da família.


“É incrível que minha mãe continue a ser condenada até hoje”, afirmou Cristiana. “Ela era uma mulher de vanguarda. Fazia o que bem entendia. Apesar de toda a dor, tenho orgulho de ser filha de Ângela Diniz.”


 






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Simone Mendes revela história dolorosa sobre o pai em entrevista

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Simone Mendes, 41, abriu o coração ao relembrar episódios marcantes de sua infância em entrevista a Angélica, no GNT. A cantora, hoje consagrada nos palcos, falou sobre a mudança da família da Bahia para o Mato Grosso, quando ainda era criança, em busca de novas oportunidades. O pai de Simone tentava a sorte como garimpeiro durante o “boom dos diamantes”.



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“Meu pai era um cara sonhador. Ele sonhava em melhorar a vida, arrumar um emprego melhor, buscar oportunidade. Na época, muita gente veio para São Paulo, mas teve também o boom dos diamantes no Mato Grosso”, contou a cantora.

O momento mais emocionado da entrevista veio quando Simone lembrou do pai, que faleceu quando ela tinha 8 anos. “É muito doloroso de lembrar. Ele foi enterrado como indigente, porque éramos muito pobres. Minha mãe não tinha estudo”, disse, com a voz embargada.


Simone Mendes revela história dolorosa sobre o pai em entrevista - destaque galeria5 imagensCantora Simone MendesCantora Simone MendesA cantora Simone MendesCantora Simone MendesFechar modal.MetrópolesCantora Simone Mendes1 de 5

Cantora Simone Mendes

Reprodução/Instagram/@shay_photoo
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Cantora Simone Mendes

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Cantora Simone Mendes

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A cantora Simone Mendes4 de 5

A cantora Simone Mendes

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Cantora Simone Mendes

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Ela contou ainda sobre a promessa feita junto aos irmãos, Caio e Simaria, de dar um enterro digno ao pai caso a vida deles mudasse. “Tentamos na justiça, exumamos duas vezes, mas não havia mais nada. É uma história dolorosa, mas cheia de amor”, completou.


“Mesmo sem nada, ele era um cara carinhoso, que colocava no colo e beijava. Acredito que Deus nos abençoou naquele momento difícil”, finalizou a cantora.







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