GDF já entregou mais de 13,8 mil moradias e beneficiou cerca de 40 mil moradores

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Com a mudança já marcada e os móveis ainda no papel, João Mário de Oliveira e Silva, de 49 anos, vive a contagem regressiva para deixar o aluguel e entrar no primeiro imóvel próprio, no Itapoã Parque. Ao lado da esposa e da filha de 14 anos, ele se prepara para ocupar um dos apartamentos do condomínio 30, onde a rotina começa a ganhar novos planos.


Morador do Guará II desde que chegou a Brasília, em 2012, João viu no programa habitacional do Distrito Federal a oportunidade de encerrar um ciclo que pesava no bolso e não trazia retorno. Ele afirma que pagar aluguel sempre foi um sacrifício sem construção de patrimônio e que a chance de conquistar um imóvel próprio representa mais segurança e estabilidade para a família.


O residencial onde ele vai morar reúne 96 unidades e deve receber, em média, de três a quatro pessoas por apartamento. A liberação definitiva depende apenas da conclusão das ligações de serviços básicos, como gás e energia elétrica, e a expectativa é de que a mudança ocorra já na próxima semana. Enquanto isso, a família se dedica a planejar cada detalhe do novo espaço, desde a escolha dos móveis até a organização da cozinha.


A trajetória de João reflete uma política pública que vem ampliando o acesso à moradia no Distrito Federal. Desde 2019, o governo local, por meio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), já entregou mais de 13,8 mil unidades, alcançando cerca de 40 mil moradores. A previsão é manter o ritmo de expansão, com a meta de inaugurar outras 20 mil moradias ainda neste ano.


À frente da Codhab, Marcelo Fagundes afirma que os números traduzem histórias concretas de transformação. Segundo ele, cada unidade entregue representa uma mudança real na vida de famílias que aguardavam pela casa própria. Ele ressalta que o trabalho da companhia vai além da construção civil e está diretamente ligado à realização de projetos de vida.


O planejamento habitacional segue em ritmo acelerado. De acordo com o gestor, há mais de 63 mil unidades em fase de produção, e novos editais devem ampliar ainda mais esse volume. A projeção é de que, nos próximos cinco anos, o Distrito Federal alcance a marca de aproximadamente 100 mil novas moradias entregues.


Os empreendimentos estão distribuídos por diferentes regiões administrativas, com projetos no Recanto das Emas, Riacho Fundo II e Ceilândia, além do próprio Itapoã, onde está localizado o Itapoã Parque, considerado o maior empreendimento habitacional de interesse social do país. Outras frentes também avançam em Samambaia, São Sebastião, Sobradinho, Sol Nascente, Gama e Brazlândia, além de novas iniciativas previstas para Ceilândia.


A estratégia da Codhab prioriza áreas com acesso a transporte, comércio e equipamentos públicos, garantindo melhores condições de vida aos moradores. Além do impacto social, os projetos também impulsionam a economia local, com a geração de milhares de empregos diretos e indiretos em cada empreendimento.


Mesmo com o avanço das entregas, a demanda por moradia continua em alta. Segundo Fagundes, o cadastro habitacional é dinâmico e se renova constantemente, impulsionado pelo crescimento populacional, pela formação de novas famílias e pela chegada de novos moradores ao Distrito Federal. Ainda assim, ele destaca que o volume atual de entregas já configura um dos maiores marcos da política habitacional da capital.






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Agrodefesa divulga novo 0800 e reforça atendimento ao cidadão

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Agrodefesa divulga novo 0800 e reforça atendimento ao cidadão
Objetivo é facilitar diálogo com a população e fortalecer ações de vigilância sanitária em todo território goiano (Foto: Agrodefesa)


A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) atualizou o número do seu Disque-Denúncia, com o objetivo de facilitar o diálogo com a população e fortalecer as ações de vigilância sanitária no estado.


O novo telefone gratuito é o 0800-201-8555, e o atendimento funciona em horário comercial.


No canal é possível comunicar, por exemplo:



  • suspeitas de pragas e doenças;

  • trânsito irregular de animais;

  • comercialização de produtos sem selo de inspeção sanitária.


Segundo o diretor de Gestão Integrada, Renan Willian, a atualização do 0800 garante um canal oficial ágil para que o cidadão possa contatar a Agrodefesa e registrar a sua demanda.



“Precisamos da participação da sociedade para que o trabalho de defesa agropecuária seja cada vez mais eficiente”, afirma ele. “Essa relação de confiança e parceria é fundamental”.



Participação da sociedade potencializa trabalho da agência


O gerente de Fiscalização da Agrodefesa, Janilson Azevedo Júnior, reforça que a participação da sociedade potencializa o trabalho da agência.



“Ao tomar conhecimento de uma suspeita de irregularidade, nosso fiscal vai até o local para averiguar a situação e, confirmando o problema, toma as providências necessárias”.




“Por isso é muito importante que cada denúncia traga o máximo possível de detalhes sobre o acontecimento e a sua localização, para que o nosso trabalho seja melhor direcionado”, explica o gerente.



Disque-Denúncia e outros canais


Além do Disque-Denúncia, a Agrodefesa oferece atendimento ao público:



  • pelo WhatsApp;

  • pela Ouvidoria;

  • pelo Sistema de Defesa Agropecuária (Sidago);

  • presencialmente, em uma das suas 236 unidades espalhadas por todo o estado.


A lista completa e o endereço de cada unidade podem ser acessados no site da Agrodefesa (goias.gov.br/agrodefesa/unidades-regionais).


O atendimento pelo Whatsapp é intermediado pelo chatbot Davi, o robozinho da Agrodefesa. Por meio dele, é possível realizar notificações de pragas e doenças, obter informações sobre exames e documentos e tirar dúvidas sobre o Sidago, entre outros serviços. Para conversar com ele, basta adicionar o número (62) 98164-1188 à lista de contatos do Whatsapp.


Chatbot Davi se consolida como canal direto entre Agrodefesa e produtor rural


Chatbot da Agrodefesa passa a receber notificações de irregularidades no campo


Já a Ouvidoria da Agrodefesa pode ser contatada pelo Portal Expresso do Governo de Goiás (www.go.gov.br), pelo e-mail ouvidoria.agrodefesa@goias.gov.br, pelo telefone (62) 3201-2320 ou presencialmente, em horário comercial, no endereço: Avenida Laurício Pedro Rasmussem, nº 2535, Setor Vila Yate, Bloco 1, Goiânia (GO).


Por fim, produtores rurais e profissionais do setor agropecuário têm ainda a opção de fazer denúncias à Agrodefesa via Sidago (sidago.agrodefesa.go.gov.br). Após acessar o sistema, basta localizar a opção “Denúncia” no menu à esquerda e seguir as orientações.


Saiba mais


Agrodefesa orienta sobre exames para trânsito de bovinos e bubalinos destinados à reprodução


Governo destina R$ 473 mil em qualificação e acesso a crédito para produtores rurais


Agrodefesa orienta produtores sobre transporte interestadual de banana


Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) – Governo de Goiás






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DF vira referência nacional em qualidade de vida no trabalho no setor público

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Uma política pública criada no Distrito Federal para melhorar a qualidade de vida no trabalho começa a ganhar alcance nacional. Desenvolvido pela Secretaria de Economia (Seec-DF), o modelo voltado ao bem-estar dos servidores já impacta mais de 70 mil profissionais e agora passa a inspirar mudanças em outras corporações, como o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO).


A iniciativa foi apresentada em Goiânia, durante um seminário realizado nos dias 7 e 8 deste mês, que reuniu cerca de 100 bombeiros militares. O encontro marcou o início da adoção de práticas baseadas na experiência do DF, com foco em saúde física e mental, organização do ambiente de trabalho e valorização profissional.


Ao longo da programação, comandantes regionais e chefes de unidade participaram de atividades de escuta estruturada, com o objetivo de mapear demandas internas e aperfeiçoar a gestão. A proposta é integrar o cuidado com os profissionais a estratégias que impactem diretamente o desempenho da corporação.


O chefe do Estado-Maior do CBMGO, coronel Emerson Ferreira, destacou que a iniciativa representa uma mudança de visão dentro da instituição. “Estamos avançando ao tratar o cuidado com os militares como parte estratégica da corporação. Quando o profissional é valorizado e tem melhores condições de trabalho, isso se reflete diretamente na qualidade do serviço prestado à população”, afirmou.


Já o secretário-executivo de Valorização e Qualidade de Vida no Trabalho da Seec-DF, Epitácio Júnior, ressaltou que a proposta é expandir experiências que já deram resultado no DF. “Nossa missão é compartilhar conhecimento técnico e práticas que já se mostraram eficazes, ajudando outras instituições a estruturarem políticas sólidas e que realmente façam diferença no dia a dia dos servidores”, explicou.


Com a disseminação do modelo, o Distrito Federal amplia sua influência na área de gestão pública e consolida uma política que, além de beneficiar seus próprios servidores, passa a contribuir para a modernização de outras administrações pelo país.






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Apresentador Benjamin Back deixa o SBT. Leia o comunicado

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O apresentador Benjamin Back está de saída do SBT. Nesta quinta-feira (9/4), a emissora anunciou que encerrou, mais uma vez o contrato, com o jornalista. Desta vez, a saída se deve a um pedido do próprio Benja.


Segundo o canal, o ex-contratado, de olho na cobertura da Copa do Mundo, anunciou que irá focar os esforços em desenvolver projetos pessoais nas redes sociais. Esta saída marca a terceira passagem do jornalista pelo SBT.


Apresentador Benjamin Back deixa o SBT. Leia o comunicado - destaque galeria

Benjamin Back era apresentador do Arena SBT
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Benjamin Back era apresentador do Arena SBT

Reprodução/SBT
Arena SBT foi cancelado pela emissora em março de 2026
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Arena SBT foi cancelado pela emissora em março de 2026

Reprodução/SBT
Apresentador Benjamin Back
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Apresentador Benjamin Back

Reprodução
Apresentador Benjamin Back teve três passagens pelo SBT
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Apresentador Benjamin Back teve três passagens pelo SBT

Reprodução/SBT
Apresentador Benjamin Back pede para deixar o SBT
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Apresentador Benjamin Back pede para deixar o SBT

Reprodução


“Saio feliz com tudo o que realizamos juntos e muito motivado para os próximos desafios, especialmente neste novo momento da minha carreira”, se despede Benjamin Back.


A saída de Benja do canal chega em um período de reestruturação do setor esportivo da emissora, que planeja colocar Galvão Bueno e Tiago Leifert como protagonistas da cobertura do mundial de futebol nos Estados Unidos.


Vale lembrar que, há cerca de um mês, o canal também decidiu tirar o Arena SBT do ar, deixando o elenco sem projetos definidos.


Leia a nota:


O SBT comunica que encerra, a pedido, sua parceria com o apresentador Benjamin Back. A decisão foi aceita pela emissora, a partir do desejo do profissional de se dedicar integralmente a novos projetos pessoais e profissionais.


O movimento foi comunicado pelo apresentador, que optou por direcionar seu foco para novas iniciativas, entre elas a cobertura da Copa do Mundo pela TMC e o desenvolvimento do Canal do Benja, que vem registrando crescimento consistente de audiência.


Esta foi a terceira passagem de Benja pela emissora, período marcado por sua personalidade marcante e forte conexão com o público esportivo, comandando por anos o “Arena SBT” e outros projetos da casa, além do “É Tudo Nosso!”.


“O SBT sempre teve um papel muito importante na minha trajetória. Sou grato pelas oportunidades, pelos projetos que construí ao longo desses anos e pela parceria com tantos profissionais talentosos. Saio feliz com tudo o que realizamos juntos e muito motivado para os próximos desafios, especialmente neste novo momento da minha carreira”, afirma o apresentador.





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Bem-estar no serviço público do DF vira referência e chega a Goiás

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O modelo de gestão adotado pelo Distrito Federal na área de qualidade de vida no trabalho começou a ultrapassar fronteiras e já inspira outras instituições pelo país. Desenvolvida pela Secretaria de Economia (Seec-DF), a política voltada ao bem-estar dos servidores, que atende mais de 70 mil profissionais da administração pública, passou a ser incorporada pelo Corpo de Bombeiros Militar de Goiás.


A adoção das práticas ocorreu durante um seminário realizado em Goiânia, nos dias 7 e 8 deste mês, que reuniu cerca de 100 bombeiros militares. O encontro funcionou como ponto de partida para a implementação de estratégias focadas na valorização profissional e na melhoria do ambiente organizacional dentro da corporação goiana.


A programação abordou temas relacionados à saúde física e mental dos profissionais, além de aspectos ligados à gestão interna e ao clima organizacional. Um dos destaques foi a realização de escutas com comandantes regionais e chefes de unidade, iniciativa voltada a mapear desafios e construir soluções alinhadas à realidade da tropa.


Para o chefe do Estado-Maior do CBMGO, coronel Emerson Ferreira, a iniciativa representa um avanço na forma como a corporação encara o cuidado com seus integrantes. Ele ressaltou que investir no bem-estar dos militares reflete diretamente na qualidade do atendimento prestado à população, além de fortalecer o desempenho institucional.


Já o secretário-executivo de Valorização e Qualidade de Vida no Trabalho da Seec-DF, Epitácio Júnior, destacou que a proposta do DF é compartilhar experiências bem-sucedidas e contribuir para a estruturação de políticas públicas eficientes em outros órgãos. Segundo ele, a troca de conhecimento técnico e metodologias permite acelerar resultados e consolidar ações mais consistentes.


Com a expansão da iniciativa, o Distrito Federal se consolida como referência na implementação de políticas de gestão de pessoas no setor público, levando a outros estados um modelo que alia valorização profissional e melhoria dos serviços oferecidos à sociedade.






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Luciana Barreto é homenageada no 4º Prêmio MOL de Jornalismo

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A apresentadora da TV Brasil e editora-chefe do Repórter Brasil Tarde, Luciana Barreto, foi homenageada durante a cerimônia do 4º Prêmio MOL de Jornalismo para a Solidariedade. A jornalista recebeu o Troféu Helaine Martins, reconhecimento que destaca sua trajetória comprometida com as questões sociais, raciais e de direitos humanos, além de sua contribuição para ampliar vozes e perspectivas no debate público.



“Esse foi o dia do jornalista mais especial da minha carreira. Receber o prêmio com o nome da Helaine Martins, uma jornalista que foi gigante, e ver um teatro lotado de outros profissionais da comunicação comprometidos com ética e humanismo encheu o ambiente de otimismo. Isso tudo se conecta muito com o jornalismo público que fazemos aqui na EBC. Todos nós ganhamos muito”, declarou Luciana.



O troféu foi criado em celebração ao legado de Helaine Martins, jornalista que idealizou o projeto Entreviste um Negro a partir de sua pesquisa sobre equidade racial na mídia. A iniciativa tem como objetivo ampliar a visibilidade de profissionais e fontes negras na imprensa.


Em atividade desde 2015, o projeto reúne um amplo banco de especialistas e já conectou centenas de profissionais a veículos de comunicação em todo o país.


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Reportagem da TV Brasil premiada


Além da homenagem a Luciana Barreto, a TV Brasil foi reconhecida na premiação. A jornalista Flávia Grossi e equipe conquistaram o segundo lugar na categoria “Jornalismo Tradicional – Vídeo” com o trabalho Egressos do cárcere, uma nova chance, exibido no programa Caminhos da Reportagem.


A matéria apresenta histórias de pessoas que deixaram o sistema prisional e buscam reconstruir suas vidas. O trabalho aborda iniciativas de reinserção social e destaca novas oportunidades após o cárcere.


Sobre o Prêmio MOL de Jornalismo para a Solidariedade


A premiação é uma iniciativa do Instituto MOL para reconhecer o trabalho de profissionais, estudantes da comunicação e comunicadores populares que contribuem para fortalecer a cultura de doação, a solidariedade e a atuação das organizações da sociedade civil, destacando a importância dos temas para o exercício da cidadania em nosso país.







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Celina Leão diz que GDF apresentará solução para o BRB em até 30 dias e descarta quebra do banco

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A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), afirmou nesta quinta-feira (9) que o Governo do Distrito Federal deve apresentar, em até 30 dias, uma solução definitiva para a situação do Banco de Brasília (BRB). A declaração foi feita após reunião com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.


Segundo a governadora, o encontro teve caráter técnico e institucional. Ela garantiu que o BRB não corre risco de quebrar e que a instituição seguirá funcionando normalmente enquanto avança o processo de reestruturação.


De acordo com Celina Leão, a nova gestão do banco já elaborou um plano técnico, apresentado ao Banco Central, com foco na recuperação dos indicadores financeiros e no cumprimento das exigências regulatórias. A prioridade, disse, é assegurar a estabilidade da instituição.


O BRB enfrenta a necessidade de capitalização estimada em R$ 6,6 bilhões, após prejuízos ligados a operações com o Banco Master. Desde que assumiu o governo, no fim de março, a governadora tem intensificado conversas com autoridades para tratar do tema.


Veja a entrevista da governadora Celina Leão:



A governadora afirmou ainda que o banco mantém capacidade de honrar compromissos e que todas as medidas adotadas vêm sendo acompanhadas pelo Banco Central. Por ora, não há previsão de mudanças estruturais mais amplas.


O governo e a diretoria do BRB seguem apresentando ao órgão regulador as ações corretivas em andamento. A expectativa é que, dentro de um mês, o banco apresente um cenário mais estável, com dados consolidados e validados pela autoridade monetária.


* Com informações  do Portal RADAR DF Notícias






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Ser real tem um preço

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Luísa Sonza não gostou das críticas recebidas pelo lançamento do novo álbum Brutal Paraíso e resolveu desabafar nas redes sociais. No X, a cantora abriu o coração e falou sobre as músicas.


“Esse álbum é o melhor, mais real e mais eu que já fiz na vida. Escrevi praticamente o álbum todo sozinha, e sim, talvez eu seja uma bagunça, talvez vocês não gostem do que sou, do que penso, ou só estejam me conhecendo agora e achando diferente demais, e eu sempre soube que ser real tem um preço”, iniciou ela.

Luísa Sonza reage após críticas ao novo álbum: “Ser real tem um preço” - destaque galeria

Luísa Sonza divulgou a capa de seu novo álbum, intitulado Brutal Paraíso, na quinta-feira (12/3). O novo trabalho estreia em abril
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Luísa Sonza divulgou a capa de seu novo álbum, intitulado Brutal Paraíso, na quinta-feira (12/3). O novo trabalho estreia em abril

Instagram/Reprodução
A cantora Luisa Sonza
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A cantora Luisa Sonza

Reprodução/Instagram
Produção de Luisa Sonza para o primeiro dia de Lollapalooza 2026
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Produção de Luisa Sonza para o primeiro dia de Lollapalooza 2026

@luisasonza/Instagram/Reprodução
Luísa Sonza
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Luísa Sonza

Reprodução/Redes sociais.
Luisa Sonsa
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Luisa Sonsa

RT Fotografia/Imagem cedida ao Metrópoles


Em seguida, Luísa Sonza disse que não abre mão da liberdade conquistada nos últimos anos.


“Eu amo o que me tornei e nunca mais vou voltar atrás. Esse álbum é a primeira vez que eu não fugi em nenhum momento de mim e eu desejo que nunca mais fuja de mim como um dia tentei com tanta força. E sinceramente? Acho que vocês vão entender com o tempo”, finalizou.


O novo álbum Brutal Paraíso está disponível nas plataformas de streaming e conta com 23 músicas.





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Celina Leão reforça ações para doenças raras e acompanha debate sobre novo tratamento para ELA

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A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), tem intensificado ações voltadas a pacientes com doenças raras e passou a acompanhar de perto o debate nacional sobre novos tratamentos para a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).


O tema ganhou força com a abertura de uma consulta pública do Ministério da Saúde que avalia a inclusão da edaravona no Sistema Único de Saúde (SUS). O medicamento, já aprovado pela Anvisa, é indicado para retardar a progressão da doença em estágios iniciais.


A ELA é uma condição neurodegenerativa grave e progressiva, que compromete movimentos voluntários e, com o tempo, pode afetar funções como fala, deglutição e respiração. O avanço da doença impacta diretamente a rotina dos pacientes e de seus familiares.


No Distrito Federal, a gestão de Celina tem apostado na ampliação do atendimento a esse público, com discussões sobre criação de centros de referência, reabilitação neuromotora e parcerias para inovação em tratamentos.


A possível incorporação da edaravona no SUS é vista por especialistas e associações de pacientes como um avanço no acesso à terapia, hoje restrita. A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), no entanto, emitiu recomendação preliminar contrária à inclusão.


A consulta pública segue aberta até 13 de abril e permite a participação de pacientes, profissionais de saúde e demais interessados. As contribuições podem influenciar a decisão final do Ministério da Saúde sobre a oferta do medicamento na rede pública.


A articulação ocorre em meio à tentativa de ampliar políticas públicas para doenças raras, área que ainda enfrenta desafios de acesso a diagnóstico, tratamento e acompanhamento especializado no país.






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Indígenas pedem territórios livres da exploração de petróleo

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Os mais de 7 mil Indígenas que participam, nesta semana, do Acampamento Terra Livre, em Brasília, têm uma marcha agendada para a tarde desta quinta-feira (9), a partir das 14h.


O grupo vai andar do Eixo Monumental até a Esplanada dos Ministérios para entregar reivindicações. As lideranças vão apresentar proposta sobre a exclusão de exploração de petróleo e gás em territórios indígenas.


Na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), realizada em 2025 em Belém (PA), o Mapa do Caminho para afastamento da economia dependente de combustíveis fósseis, uma das prioridades do governo brasileiro, não entrou na lista de consensos. No evento, porém, representantes ministeriais de mais de 80 países declararam apoio oficial à proposta, segundo o governo.



“Como foi uma proposta do governo brasileiro para a construção do mapa do caminho e o desmatamento zero e também para a não exploração de petróleo e gás, nós estamos apresentando algumas propostas ao governo para ser incluída no texto”, disse  o coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Dinaman Tuxá. 



O documento deve ser recebido pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.  As reivindicações direcionadas ao Poder Executivo incluem também o pedido de mais demarcações e outras políticas públicas. “Nós vamos entregar documentações nos ministérios dos Povos Indígenas, do Meio Ambiente, da Agricultura e Pecuária, e no Itamaraty”, afirmou o coordenador da Apib.







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Novas regras para mobilidade no Rio dependem de mais infraestrutura

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As novas regras para a circulação de equipamentos elétricos de micromobilidade como ciclomotores (duas ou três rodas e a velocidade máxima de 50 quilômetros por hora) e autopropelidos (podem ter uma ou mais rodas e a velocidade máxima de 32 quilômetros por hora) na cidade do Rio vêm promovendo debate entre especialistas de engenharia viária, planejamento urbano e usuários.


A medida veio uma semana após o atropelamento e morte de mãe e filho que estavam em uma bicicleta elétrica por um ônibus na Tijuca, na zona norte do Rio de Janeiro.


As regras já estão em vigor, com exceção da exigência de emplacamento, que terá prazo até 31 de dezembro deste ano.


Passa a ser obrigatório o uso de capacete para todos os usuários. Além disso, é proibido transportar na garupa mais de uma pessoa que também deverá utilizar equipamento de segurança. Outro ponto é a exigência de registro, licenciamento e emplacamento para ciclomotores — incluindo equipamentos autopropelidos com assento, que passam a ser equiparados a essa categoria.


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O condutor precisará estar devidamente habilitado com Carteira Nacional de Habilitação (CNH) enquadrada na categoria A. Ciclomotores e autopropelidos, a partir de agora, não podem circular nas ciclovias da cidade, que passam a ser restritas a bicicletas, patinetes e bicicletas elétricas, com velocidade limitada de 25km/h.


Nas vias com BRS, sistema de faixas exclusivas para ônibus no Rio de Janeiro (Bus Rapid Service), está proibida a circulação de bicicletas elétricas, ciclomotores e patinetes elétricas.


Para o professor do curso de Engenharia Civil e do Programa de Engenharia Urbana da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Victor Hugo Souza de Abreu, as novas regras implementadas pela Prefeitura do Rio representam um avanço relevante no esforço de organizar a circulação dos novos modos de micromobilidade, atuando de forma complementar à Resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) nº 996/2023.


“De maneira geral, a iniciativa é positiva. A exigência de emplacamento e habilitação para veículos autopropelidos — definidos pelo novo decreto como aqueles dotados de sistema próprio de propulsão, que dispensam esforço físico contínuo, de uso individual, dimensões reduzidas e sem pedal — quando conduzidos na posição sentada e, portanto, equiparados aos ciclomotores, contribui para o aumento da segurança viária, o ordenamento do espaço urbano e a responsabilização dos condutores”, avalia o professor.


Segundo o pesquisador, nesse contexto, o emplacamento favorece a identificação e a fiscalização, enquanto a exigência de habilitação assegura um nível mínimo de conhecimento das normas de trânsito, elemento essencial para a convivência segura entre os diferentes modos de transporte.


Ele acrescenta que, no entanto, há desafios relevantes. “Parte significativa dos usuários utiliza esses veículos como alternativa acessível de mobilidade, e a exigência de habilitação pode se tornar uma barreira de acesso. Além disso, o poder público ainda precisa estruturar adequadamente os processos de registro, fiscalização e comunicação com a população. Portanto, é uma medida viável, mas que exige implementação gradual e bem planejada”.


Victor Hugo avalia que quanto aos impactos na circulação viária, as medidas têm potencial tanto de melhorar quanto de gerar novos conflitos. “A retirada de autopropelidos na posição sentada das ciclovias e ciclofaixas, por exemplo, é tecnicamente coerente, pois esses veículos tendem a operar com maior velocidade e massa, aumentando o risco para ciclistas e pedestres. Por outro lado, se não houver infraestrutura adequada nas vias, essa mudança pode deslocar o problema para o tráfego geral, aumentando a exposição ao risco”.


O pesquisador destaca que a definição de limites de velocidade das vias (até 40 km/h e até 60 km/h) também é uma diretriz correta do ponto de vista normativo, pois busca compatibilizar o desempenho dos veículos com o ambiente viário. “Entretanto, a efetividade dessa medida depende diretamente das condições reais de operação — como sinalização, fiscalização e, principalmente, infraestrutura adequada. Sem isso, há o risco de que a norma tenha baixo impacto prático”, afirma.


 





Rio de Janeiro (RJ), 06/04/2026 – Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Rio de Janeiro (RJ), 06/04/2026 – Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil


Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil



O que pode ser melhorado


• Investimento em infraestrutura segregada para micromobilidade motorizada;


• Campanhas de educação no trânsito voltadas a todos os usuários;


• Fiscalização efetiva e contínua;


• Regulamentação mais diferenciada, considerando potência e velocidade dos veículos; • Integração dessas medidas ao planejamento urbano e de transportes.


Para o especialista, é fundamental fortalecer o chamado tripé da engenharia de tráfego — internacionalmente conhecido como “3 E’s of Traffic Engineering” — baseado na atuação integrada em Engineering (Engenharia), Education (Educação) e Enforcement (Fiscalização). “Esses pilares são essenciais para garantir a efetividade das medidas, promover mudanças de comportamento e assegurar condições seguras de circulação para todos os usuários do sistema viário”, disse Victor Hugo.


Território nacional


De acordo com o professor da UFRJ, em âmbito nacional, o principal desafio é a convivência entre modos tão distintos — veículos motorizados, bicicletas, ciclomotores, patinetes e pedestres — em um mesmo espaço viário. Para ele, essa coexistência só é possível de forma segura quando há uma clara hierarquização do sistema viário, com definição adequada de espaços, velocidades e prioridades.


“O Brasil ainda enfrenta dificuldades nesse aspecto, especialmente pela falta de infraestrutura e pela cultura de priorização do automóvel. A tendência, no entanto, é que a micromobilidade ganhe cada vez mais espaço, exigindo regulamentações mais integradas, consistentes e alinhadas com os princípios da segurança viária e da mobilidade sustentável”, afirmou.


“Em síntese, a regulamentação do Rio é um passo necessário e tecnicamente justificável, mas seu sucesso dependerá da capacidade de implementação, fiscalização e, sobretudo, da criação de condições reais para uma convivência segura entre os diferentes modos de transporte”, completou Victor Hugo.


 





Rio de Janeiro (RJ), 06/04/2026 – Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Rio de Janeiro (RJ), 06/04/2026 – Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil


Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil



Regulamentação necessária


Na avaliação da professora Marina Baltar, do Programa de Engenharia de Transportes do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia (Coppe/UFRJ), há anos era necessário um regramento para esses tipos de transportes.


“Mas a cidade precisa se preparar para essa regulamentação, que é baseada em velocidades nas vias. É preciso questionar as velocidades que a gente tem hoje na cidade, ver se elas realmente fazem sentido. Quando a gente pensa em segurança viária, o pilar central é a redução da velocidade na cidade como um todo. Primeiro é necessário esse estudo das velocidades e instalar placas de sinalização. Quem usa bicicleta elétrica e ciclomotores precisa saber quais são as vias com até 40 km/h e até 60 km/h”, disse a professora.


Marina avalia que para se ter uma cidade mais atrativa para esses modos mais sustentáveis como a bicicleta é preciso planejamento e engajamento da comunidade. “Precisa planejar e expandir as ciclovias. A cidade teve expansão pequena de ciclovias concentradas na zona sul”.


Ela destaca que a proibição dos ciclomotores e bicicletas elétricas em vias com BRS vai atrapalhar muito porque é onde há pontos de interesse como o comércio. “Para esses pontos, a gente precisa ter um grupo de trabalho que realmente consiga definir, não apenas proibir a circulação das bicicletas em vias com BRS”, disse a professora.


Novos meios de transporte


O técnico de planejamento e pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Erivelton Pires Guedes avalia, a princípio, como positiva a iniciativa de tentar normatizar e de alguma forma disciplinar o grande problema que é a micromobilidade urbana hoje.


“As tecnologias rapidamente evoluíram, principalmente no modo elétrico, e surgiram vários equipamentos diferentes que nós não estávamos acostumados. Além disso, surgiu um novo mundo com muitas motos e bicicletas para entregas, além de motos por aplicativos para passageiros. Esta grande diversidade de interesses gera grandes conflitos, difíceis de serem resolvidos”, pontuou o pesquisador.


Segundo o técnico do Ipea, por outro lado, o decreto traz divergências conceituais em relação aos veículos normatizados pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). 


“Isso possivelmente vai gerar insegurança jurídica e questionamentos. Este é um grande desafio, pois todos estes veículos possuem características muitas vezes próximas, que dificultam sua exata classificação. Isso confunde tanto os fornecedores quanto os cidadãos e todos têm muitas dúvidas a respeito do que pode e o que não pode”, afirmou Guedes.


Para ele, é importante que governos federal, estadual e municipal tratem o problema da segurança viária de forma integrada. “Os problemas são grandes e esta situação tratada neste decreto é apenas parte do grande problema. Estamos assistindo a um crescente aumento do número de mortes no trânsito, em especial com motocicletas”.


“Dentro das ações integradas podemos destacar a principal ação, disponível a todas as prefeituras: a redução e o controle da velocidade. Esta é uma ação que muitas vezes gera reações negativas, mas que precisa ser enfrentada”, disse o especialista.


“Reforçando: a segurança viária precisa ser vista como um todo. Ações isoladas não resolvem os problemas. A ação da prefeitura é oportuna mas ainda incipiente. É necessária uma coordenação nacional e um esforço em diversas frentes para que possamos reduzir (com foco em zero) os sinistros de trânsito”, ponderou o técnico do Ipea.


Bicicleta elétrica


Moradora de Copacabana, na zona sul do Rio, a produtora de eventos Ananda Ruschel Sayão, de 48 anos, adotou a bicicleta elétrica há 3 anos para o seu dia a dia. Ela usa bastante o equipamento para levar e buscar a filha de 7 anos ao colégio, para supermercado, além de outras tarefas cotidianas.





Rio de Janeiro (RJ), 07/04/2026 - A promotora de eventos Ananda Sayão mora em Copacabana e busca a filha Alice de bicicleta elétrica na Escola Municipal Pedro Ernesto, na Fonte da Saudade, Lagoa. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Rio de Janeiro (RJ), 07/04/2026 - A promotora de eventos Ananda Sayão mora em Copacabana e busca a filha Alice de bicicleta elétrica na Escola Municipal Pedro Ernesto, na Fonte da Saudade, Lagoa. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil


A promotora de eventos Ananda Sayão mora em Copacabana e busca a filha Alice de bicicleta elétrica na Escola Municipal Pedro Ernesto, na Fonte da Saudade, Lagoa. Foto:  Rovena Rosa/Agência Brasil



“Na pista eu fico insegura porque os carros e as motos principalmente ignoram as bicicletas. Tiram fino. A gente fica sem espaço. Não tenho ciclovias em todos os meus trajetos. Existem algumas ruas com ciclofaixas que estão quase apagadas, mas os carros não respeitam essas faixas pintadas no chão. Quando não tem ciclovia eu ando pela esquerda onde não está a pista de ônibus”, comenta Ananda.


Ela acredita que é preciso um projeto de planejamento urbano para mais ciclovias. E acrescenta que a convivência com os ciclomotores é sempre ruim. “Essas motinhas andam na calçada como se fosse bicicleta, têm velocidade maior e são maiores. Isso causa um estranhamento para quem está de bicicleta e para o pedestre. Como tem muito motoboy usando essas motinhas para entrega, eles andam como uns loucos. Isso acaba afetando as pessoas que andam direito. A gente tem que ter muito cuidado com eles, que andam na contramão, não respeitam os sinais”, observa a produtora de eventos.


Ananda completa que é a favor das novas regras para ciclomotores, autopropelidas e bicicletas elétricas. “Tem que ter regras, e mais ciclovias internas”.


Detran           


O Departamento de Trânsito do Rio (Detran-RJ) informou nesta quarta-feira (8) que, no Brasil, o sistema de registro de veículos é nacional, regulamentado pelo Contran e administrado pela Senatran. Para que qualquer veículo seja emplacado, é necessário que a informação seja incluída na Base Índice Nacional (BIN), do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Não é possível registrar um veículo apenas na base de dados de qualquer Detran, e nem emplacar um veículo que não esteja registrado na BIN.    


 De acordo com Artigo 12 da Resolução nº 996/2023 do Contran, “as bicicletas elétricas e os equipamentos de mobilidade individual autopropelidos não são sujeitos ao registro, ao licenciamento e ao emplacamento para circulação nas vias, conforme o artigo 134-A do Código de Trânsito Brasileiro (CTB)”.


 Segundo o Detran-RJ, o CTB é a principal legislação de trânsito do país. O artigo 134-A do CTB estabelece: “O Contran especificará as bicicletas motorizadas e equiparados não sujeitos ao registro, ao licenciamento e ao emplacamento para circulação nas vias”. Esta especificação está na Resolução 996/2023.


 “Portanto, o Detran RJ não pode emplacar um veículo sem autorização do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e sem que o veículo, de qualquer tipo, esteja registrado na Base Índice Nacional (BIN)”, afirma a nota.


*Matéria alterada às 12h43min. para acréscimo de informação.


 



 







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Filme sobre Jair Bolsonaro, Dark Horse ganha data de estreia e pôster

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Jim Caviezel, o ator norte-americano que viverá o ex-presidente Jair Bolsonaro no filme Dark Horse (O Azarão, em tradução livre), compartilhou nesta quarta-feira (8/4) o primeiro pôster do longa que promete retratar a campanha presidencial do ex-presidente em 2018. Além disso, o astro também revelou quando o filme chegará às telonas.


No pôster, é possível ver Caviezel completamente caracterizado como Bolsonaro. Ele usa a faixa presidencial enquanto posa em frente ao Palácio do Planalto. Um céu coberto por nuvens negras dá pistas sobre a conotação trágica e dramática da obra.


Veja:


Filme sobre Jair Bolsonaro, Dark Horse ganha data de estreia e pôster - destaque galeria

Jim Caviezel será Jair Bolsonaro no filme sobre a campanha do ex-presidente
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Jim Caviezel será Jair Bolsonaro no filme sobre a campanha do ex-presidente

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Jair Bolsonaro e Jim Caviezel
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Jair Bolsonaro e Jim Caviezel

Hugo Barreto/Metrópoles e @therealjimcaviezel/Instagram/Reprodução
Jim Caviezel caracterizado como o ex-presidente Jair Bolsonaro
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Jim Caviezel caracterizado como o ex-presidente Jair Bolsonaro

Reprodução/Instagram Flávio Bolsonaro
Filme sobre Jair Bolsonaro, Dark Horse ganha data de estreia e pôster - imagem 4
4 de 8Go Up Entertainment/Reprodução
Filme sobre Jair Bolsonaro, que teve cena gravada no Museu das Favelas
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Filme sobre Jair Bolsonaro, que teve cena gravada no Museu das Favelas

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A estreia do filme Dark Horse será em 2026
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A estreia do filme Dark Horse será em 2026

Filme sobre Jair Bolsonaro, Dark Horse ganha data de estreia e pôster - imagem 7
7 de 8Reprodução/Redes Sociais
Jim Caviezel será Jair Bolsonaro no filme sobre a campanha do ex-presidente
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Jim Caviezel será Jair Bolsonaro no filme sobre a campanha do ex-presidente

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“Se você se importa com as eleições, meu novo filme estreia no dia 11 de setembro de 2026”, anunciou o ator nas redes sociais.

Como será Dark Horse


O projeto, segundo o diretor Cyrus Nowrasteh, pretende fazer “um retrato honesto” do ex-presidente e trazer bastidores da emblemática campanha presidencial de Bolsonaro em 2018. O atentado contra o então candidato, esfaqueado durante um comício em Juiz de Fora (MG), será um dos grandes destaques da trama.



Bolsonaro será interpretado por Jim Caviezel, que ficou mundialmente conhecido por interpretar Jesus Cristo no filme A Paixão de Cristo. O ator norte-americano ganhou notoriedade por declarações antivacina e pelo alinhamento a teorias conspiratórias.


O roteiro é de autoria do deputado federal Mario Frias (PL-SP), ex-Secretário de Cultura e aliado próximo de Bolsonaro. Frias tem defendido publicamente que o filme pretende mostrar “a verdade” sobre os acontecimentos de 2018, em uma abordagem que deve interessar sobretudo ao público já simpático ao ex-presidente.


Para interpretar os filhos de Jair Bolsonaro foram escalados: o mexicano Marcus Ornellas, como Flávio; o brasileiro Sérgio Barreto, que dará vida a Carlos; e o norte-americano Eddie Finlay, que interpretará Eduardo.









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Governo de Goiás nomeia novo secretário do Entorno

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O governador de Goiás Daniel Vilela (MDB) nomeou Rafael Henrique Lustosa como o novo secretário do Entorno do Distrito Federal, cargo responsável por cuidar das demandas dos municípios que fazem parte da Região Integrada de Desenvolvimento (RIDE). A nomeação do novo titular da pasta foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (8/4).


O novo secretário irá substituir Pábio Mossoró, que pediu desligamento do cargo para concorrer à uma vaga como deputado estadual em Goiás.


Quem é o novo secretário do Entorno


Rafael Henrique é advogado com mais de 10 anos de experiência em gestão pública e administrativa e estava atuando na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, onde exerce o cargo de chefe de gabinete. Possui trajetória consolidada em planejamento estratégico, governança e gestão de projetos no setor público, além de experiência como assessor jurídico parlamentar e gestor empresarial.


Ao assumir a função, Lustosa afirma que seguirá a diretriz do governo estadual para a região.


“Assumo essa missão seguindo a orientação do governador Daniel Vilela, que é de fortalecer a integração entre o Entorno e o Distrito Federal, com planejamento, responsabilidade e foco em resultados. Vamos avançar em mobilidade, estimular o desenvolvimento econômico e consolidar o turismo como uma vocação estratégica para a região”, destaca.


Secretaria de Estado do Entorno


Criada em 2023 pelo governo de Goiás, Secretaria de Estado do Entorno do Distrito Federal tem como principal função atuar na articulação entre o governo de Goiás, o Distrito Federal e os municípios que compõem a região do Entorno, buscando soluções para problemas comuns e melhorias na qualidade de vida da população. Na prática, a secretaria trabalha para integrar políticas públicas, especialmente nas áreas de transporte, saúde, segurança e infraestrutura, já que grande parte dos moradores dessas cidades depende de serviços e empregos no DF.


Além disso, uma das funções do secretário será atuar no incentivo ao desenvolvimento econômico da região, com o objetivo de gerar mais oportunidades locais e reduzir essa dependência, bem como no planejamento urbano e regional, ajudando a organizar o crescimento das cidades e evitar problemas estruturais.


Entre as prioridades estão a viabilização de projetos estruturantes, como o BRT que liga Luziânia a Santa Maria (DF), e a efetivação do Consórcio Interfederativo da Região Metropolitana do Entorno do Distrito Federal para o transporte.


Além do governo de Goiás, o GDF também possui um secretário na pasta. Nomeado pelo ex-governador Ibaneis Rocha (MDB-DF), Cristian Viana, atua desde 2025 na função.





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June aparece em Os Testamentos, sequência de O Conto da Aia?

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A série Os Testamentos: das Filhas de Gilead (The Testaments, em inglês) estreou nesta quarta-feira (8/4) e movimentou os fãs de O Conto da Aia (The Handmaid’s Tale, em inglês). Apesar de seguir no mesmo universo, a série conta com novas protagonistas e uma história que se passa cinco anos no futuro, o que levantou um questionamentos: personagens da história original vão aparecer na continuação?



Atenção: o texto a seguir contém spoilers sobre Os Testamentos: Das Filhas de Gilead e revela detalhes importantes dos primeiros episódios da nova série.


Os três primeiros episódios, liberados nesta quarta-feira (8/4), mostram os diferentes núcleos da história, incluindo o dia a dia das jovens e cenas do passado. Em uma dessas cenas, o público tem uma resposta sobre a presença de personagens da série original.


Sim, June Osborne aparece na nova série. Interpretada por Elisabeth Moss, a protagonista de O Conto da Aia aparece já nos primeiros episódios, inicialmente apenas observando Daisy, antes dela se mudar para Gilead, e depois se envolve diretamente na história ao revelar informações decisivas sobre o passado da jovem.


June aparece em Os Testamentos, sequência de O Conto da Aia? - destaque galeria

Agnes (Chase Infiniti) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
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Agnes (Chase Infiniti) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

Divulgação/Disney +
Cena da série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
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Cena da série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

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Tia Lydia (Ann Dowd) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
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Tia Lydia (Ann Dowd) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

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Cena da série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
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Cena da série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

Divulgação/Disney +
Cena da na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
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Cena da na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

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Agnes Mackenzie (Chase Infiniti) e Daisy (Lucy Halliday) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
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Agnes Mackenzie (Chase Infiniti) e Daisy (Lucy Halliday) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

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Becka (Mattea Conforti) e Agnes (Chase Infiniti) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
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Becka (Mattea Conforti) e Agnes (Chase Infiniti) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

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Além de retornar ao papel, a atriz também atua como produtora executiva da série. Segundo ela, o novo cargo foi uma forma de continuar ligada à história. “Produzir significou que eu não precisei dizer adeus a esse mundo, o que me deixou muito feliz”, afirmou durante participação no programa The View.


Outra personagem confirmada é a Tia Lydia, vivida por Ann Dowd. Na nova fase, a personagem assume um papel dentro de uma instituição voltada à formação de futuras esposas de Gilead, um ambiente marcado por regras rígidas e forte influência religiosa, que impacta diretamente as vidas das protagonistas.



Entenda a história de Os Testamentos


Baseada no livro de Margaret Atwood de mesmo nome, a série marca um novo capítulo em Gilead e acompanha novas protagonistas: jovens que foram criadas dentro do regime autoritário e vão se tornar as futuras esposas de Comandantes.


Entre as protagonista estão Agnes Mackenzie (Chase Infiniti), filha do Comandante Mackenzie, homem poderoso que ocupa alto cargo no governo de Gilead, e Daisy (Lucy Halliday), uma jovem criada fora de Gilead mas que se muda para o país.





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