O que esperar do cinema nacional em 2026, entre prêmios e desafios

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O cinema brasileiro chega a 2026 cercado de expectativas, mas também de desafios concretos. Apesar da forte visibilidade internacional conquistada por produções nacionais em 2025, os números de público e arrecadação nas salas de exibição do país revelam um cenário de retração, evidenciando o descompasso entre reconhecimento externo e desempenho interno do setor.


Levantamento preliminar do Filme B, especializado no mercado cinematográfico, aponta que 11.938.022 espectadores foram aos cinemas para assistir a filmes brasileiros em 2025 — o que representa uma queda de 11,6% em relação aos 13.508.206 ingressos contabilizados em 2024. A bilheteria acompanhou o movimento: a arrecadação somou R$ 228.504.879, valor 13,8% inferior aos R$ 265.176.652 registrados no ano anterior.



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Ainda assim, a participação do cinema nacional no total de público permaneceu praticamente estável em 2025, alcançando 10,3% do volume geral de espectadores. No mesmo período, os cinemas brasileiros receberam 115.670.619 pessoas, número abaixo do obtido em 2024 (128.143.333 ingressos vendidos), o que representa uma queda de 9,7%, indicando que a retração não se limitou às produções nacionais.


O que esperar do cinema nacional em 2026, entre prêmios e desafios - destaque galeria6 imagensWagner Moura e Kleber Mendonça nos bastidores de O Agente SecretoKleber Mendonça Filho e Wagner Moura em gravação de O Agente SecretoWagner Moura em O Agente Secreto Wagner Moura em cena do filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça FilhoSebastiana, de O Agente SecretoFechar modal.MetrópolesWagner Moura e Tânia Maria em O Agente Secreto1 de 6

Wagner Moura e Tânia Maria em O Agente Secreto

ReproduçãoWagner Moura e Kleber Mendonça nos bastidores de O Agente Secreto2 de 6

Wagner Moura e Kleber Mendonça nos bastidores de O Agente Secreto

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Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura em gravação de O Agente Secreto

DivulgaçãoWagner Moura em O Agente Secreto 4 de 6

Wagner Moura em O Agente Secreto

DivulgaçãoWagner Moura em cena do filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho5 de 6

Wagner Moura em cena do filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho

DivulgaçãoSebastiana, de O Agente Secreto6 de 6

Sebastiana, de O Agente Secreto

Foto: Reprodução/O Agente Secreto

Esse cenário ajuda a contextualizar o momento vivido pelo setor. Enquanto o público nas salas diminui, o cinema brasileiro voltou a ocupar espaço de destaque em festivais e premiações internacionais, reposicionando o país no mercado global e alimentando a expectativa por continuidade em 2026.


O desempenho de títulos como Ainda Estou Aqui, O Agente Secreto, Manas e O Último Azul ajudou a ampliar a presença brasileira no exterior e a reforçar o debate sobre sustentabilidade da produção no longo prazo.


Para o cineasta Iberê Carvalho, o bom desempenho recente de produções brasileiras no circuito internacional não representa casos isolados, mas reflete a retomada do setor após anos de incertezas, marcados pela extinção do Ministério da Cultura durante o governo Bolsonaro e pelo impacto da pandemia de Covid-19.


“A indústria cinematográfica não vive de lampejos. Esses casos não são por acaso ou simplesmente uma onda. Isso é fruto de política pública”, destacou.

O que esperar do cinema brasileiro em 2026


Iberê destaca ainda que um dos principais desafios para 2026 será transformar o reconhecimento internacional em fortalecimento do mercado interno, especialmente no que diz respeito ao espaço de exibição para filmes nacionais no Brasil.


“Nosso cinema vai se fortalecer na medida em que a gente tiver realmente espaço para exibi-lo dentro do Brasil, primeiramente. Assim, eles vão ser uma vitrine lá fora. Eles querem nos conhecer, querem nos ver por saber que a gente tem um cinema potente, porque senão vão ser sempre esses pontos fora da curva, esses pequenos exemplos como Ainda Estou Aqui, O Agente Secreto e O Último Azul”, frisou.


Para Cyntia Gomes Calhado, crítica e professora do curso de Cinema e Audiovisual da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), o reconhecimento internacional de vários títulos brasileiros reforçou a posição do país no cenário global, mas não eliminou os desafios estruturais do setor.


“As premiações são janelas de visibilidade e de debate. Por meio delas, os filmes circulam mais e a cultura brasileira chega a outros lugares”, afirma.


Na mesma linha, Isabella Faria, crítica de cinema que integra o corpo de votantes do Globo de Ouro, aponta um momento favorável para o surgimento de novos projetos.


“Esse é um momento muito propício para a criatividade dos diretores e diretoras do país, porque o cinema brasileiro está em alta e isso facilita a busca por financiamento, inclusive internacional”, avalia.

Na esteira dos sucessos de Ainda Estou Aqui e O Agente Secreto, outros projetos nacionais surgem com potencial de trilhar caminhos semelhantes nos próximos anos.


Para Isabella, os possíveis “carros-chefes” do cinema brasileiro em 2026 incluem o novo filme de Carolina Markowicz, que começa a ser rodado no próximo ano; Assalto à Brasileira, de José Eduardo Belmonte, produção de ação e true crime com tom cômico; e Geni e o Zepelim, de Anna Muylaert, que contará com a participação de Seu Jorge.


Regulação do streaming pode mudar tudo?


A consolidação desse momento positivo passa por um debate considerado decisivo pelo setor: a regulação do VOD (video on demand), modelo de distribuição adotado pelas plataformas de streaming. Em tramitação desde 2022, o Projeto de Lei do Streaming (PL 2.331/2022) tornou-se um dos temas mais controversos do audiovisual brasileiro.


Entre os pontos centrais das propostas está a definição de regras para a atuação das plataformas no país, com valorização e priorização da produção independente brasileira. O texto mais recente, aprovado na Câmara em novembro, aguarda votação no Senado, mas a análise ficou para 2026 em razão do recesso parlamentar.


Cyntia Gomes Calhado avalia o debate como central para o futuro do cinema nacional. “A regulação dos serviços de streaming é hoje um dos principais desafios para que esse momento positivo se consolide. A gente precisa garantir equilíbrio no mercado audiovisual e ampliar as oportunidades para a produção nacional independente”, diz.


O formato de regulmentação também gera preocupação. “Essa lei do streaming é muito injusta e pode prejudicar profundamente o audiovisual brasileiro. Ela limita a arrecadação do Fundo Setorial do Audiovisual e pode tirar recursos justamente das produtoras independentes e dos cineastas menores”, afirma Isabella Faria.


Outro ponto de atenção, de acordo com Iberê Carvalho, é o impacto que a regulação pode ter no futuro do cinema brasileiro. “Se a gente conseguir fazer uma boa regulação do streaming, não há limite para o cinema brasileiro. Mas, se ela for mal feita, pode prejudicar o nosso cinema em vez de alavancar”, alerta.





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Stranger Things: como série criou o Mundo Invertido com boia espaguete

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Um dos elementos mais marcantes de Stranger Things é o visual do Mundo Invertido, que chama atenção pela atmosfera realista e original. Ao longo de cinco temporadas, a dimensão paralela a Hawkins se tornou um dos maiores símbolos da série.


Stranger Things: como série criou o Mundo Invertido com boia espaguete - destaque galeria9 imagensStranger Things 5Noah Schnapp como Will Byers e Jamie Campbell Bower como Vecna na quinta temporada de Stranger ThingsVecna, em Stranger ThingsNatalia Dyer como Nancy Wheeler e Charlie Heaton como Jonathan Byers em Stranger ThingsEssa é uma das cenas mais marcantes do personagem na 4ª temporada de Stranger ThingsFechar modal.MetrópolesStranger Things 51 de 9

Stranger Things 5

DivulgaçãoStranger Things 52 de 9

Stranger Things 5

DivulgaçãoNoah Schnapp como Will Byers e Jamie Campbell Bower como Vecna na quinta temporada de Stranger Things3 de 9

Noah Schnapp como Will Byers e Jamie Campbell Bower como Vecna na quinta temporada de Stranger Things

Divulgação/NetflixVecna, em Stranger Things4 de 9

Vecna, em Stranger Things

DivulgaçãoNatalia Dyer como Nancy Wheeler e Charlie Heaton como Jonathan Byers em Stranger Things5 de 9

Natalia Dyer como Nancy Wheeler e Charlie Heaton como Jonathan Byers em Stranger Things

Divulgação/NetflixEssa é uma das cenas mais marcantes do personagem na 4ª temporada de Stranger Things6 de 9

Essa é uma das cenas mais marcantes do personagem na 4ª temporada de Stranger Things

Foto: NetflixStranger Things7 de 9

Stranger Things

Divulgação/ NetflixJamie acabou se tornando o queridinho do público com o personagem8 de 9

Jamie acabou se tornando o queridinho do público com o personagem

Steve Dietl/NetflixMillie Bobby Brown como Eleven em Stranger Things9 de 9

Millie Bobby Brown como Eleven em Stranger Things

Netflix/Divulgação

O que poucos sabem é que, para construir esse universo sombrio, a produção recorreu a materiais inusitados e a técnicas que combinam tecnologia com trabalho manual. Grande parte do cenário foi criada fisicamente, permitindo interação real dos atores com os elementos.



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Para formar os cipós espalhados pelo Mundo Invertido, a equipe utilizou espaguetes de piscina. Ao todo, foram empregados cerca de 44 km dessas boias, além de aproximadamente 130 km de corda. Também foram produzidos 84 km de gavinhas, pequenos galhos em formato espiral.


Cipós do Mundo Invertido foram criados por meio de boias para piscina

Para aumentar o realismo, todos os elementos receberam uma camada de poliuretano engrossado, um plástico com textura semelhante à borracha. O revestimento foi feito manualmente, e cerca de 70% dos espaguetes foram preparados por um único integrante da equipe.


Os cenários do Mundo Invertido foram projetados para serem reutilizáveis e modulares, o que permitiu desmontagem, recuperação e reaproveitamento das estruturas.


Demorgorgon

A Netflix afirmou que, em apenas cinco semanas de filmagem, a equipe criou mais efeitos especiais do que na temporada anterior, resultando nos episódios com maior número de efeitos de toda a série.


Além dos cenários, a equipe também construiu um Demogorgon em tamanho real para a série. A escultura, que representava o monstro já morto, foi produzida por impressão 3D e pesava entre 79 e 100 kg. Para carregá-las durante as gravações, era preciso pelo menos quatro pessoas em uma maca.







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Bridgerton, Verity e outras adaptações de livros esperadas para 2026

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As telonas prometem grandes lançamentos em 2026 e parte dessas produções tem origem na literatura. Best-sellers consagrados serão adaptados para o cinema e a televisão ao longo dos próximos meses, ampliando ainda mais o diálogo entre livros e audiovisual.


Entre os títulos já confirmados estão Verity e Uma Segunda Chance, ambos da autora Colleen Hoover. A lista inclui ainda a aguardada nova temporada de Bridgerton, sucesso absoluto da Netflix, e a continuação do icônico O Diabo Veste Prada.


Bridgerton, Verity e outras adaptações de livros esperadas para 2026 - destaque galeria4 imagensCena da quarta temporada de Bridgerton<br>Jogos Vorazes: Amanhecer na ColheitaCavaleiro dos Sete Reinos é novo spin-off de Game of Thrones Fechar modal.MetrópolesAnne Hathaway e Meryl Streep no primeiro teaser de O Diabo Veste Prada 21 de 4

Anne Hathaway e Meryl Streep no primeiro teaser de O Diabo Veste Prada 2

Reprodução/FoxCena da quarta temporada de Bridgerton<br>2 de 4

Cena da quarta temporada de Bridgerton

ReproduçãoJogos Vorazes: Amanhecer na Colheita3 de 4

Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita

Divulgação/LionsgateCavaleiro dos Sete Reinos é novo spin-off de Game of Thrones 4 de 4

Cavaleiro dos Sete Reinos é novo spin-off de Game of Thrones

HBO/Divulgação

Outro destaque é a nova adaptação de O Morro dos Ventos Uivantes, que terá Jacob Elordi (Euphoria) e Margot Robbie (Barbie) nos papéis principais.


Também estão entre os projetos mais esperados do ano o novo filme da franquia Jogos Vorazes e a série O Cavaleiro dos Sete Reinos, spin-off do universo de Game of Thrones.



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Veja a lista:


O Cavaleiro dos Sete Reinos – 18 de janeiro na HBO Max


Adaptação da obra de George R. R. Martin, O Cavaleiro dos Sete Reinos se passa um século antes dos acontecimentos de Game of Thrones. A trama acompanha dois heróis que vagavam por Westeros: Sir Duncan — um jovem cavaleiro ingênuo, mas corajoso — e Egg, seu pequeno escudeiro.


Bridgerton (4ª temporada) – 29 de janeiro na Netflix


A quarta parte da série será uma adaptação do terceiro livro da saga literária de Bridgerton, chamado Um Perfeito Carvalheiro. A trama contará a história de amor de Sophie Baek e Benedict Bridgerton. A produção é baseada no livro best-seller de Julia Quinn e mergulha no mundo sensual, luxuoso e competitivo da alta sociedade londrina durante os anos 1800.


O Morro dos Ventos Uivantes – 14 de fevereiro nos cinemas


Clássico escrito por Emily Brontë, O Morro dos Ventos Uivantes se passa na Inglaterra do século XIX e narra a paixão intensa, trágica e obsessiva entre Catherine Earnshaw e Heathcliff, o filho adotivo de sua família. A relação dos dois é marcada por amor e ódio, desencadeando um ciclo de sofrimento, vingança e tragédia que atravessa gerações.


Uma Segunda Chance – em março nos cinemas


Em Uma Segunda Chance, Kenna Rowan é uma jovem que, no passado, cometeu um erro que a levou à prisão. Sete anos depois, já em liberdade, ela tenta reconstruir a própria vida ao retornar à cidade natal, em Wyoming. Sem perspectivas e cercada pelo preconceito, Kenna enfrenta a dura realidade da reintegração social enquanto luta para se reaproximar da filha pequena, Diem, que nunca chegou a conhecer.


O Diabo Veste Prada 2 – 30 de abril nos cinemas


A continuação de O Diabo Veste Prada se passa 20 anos depois do primeiro filme e traz de volta a editora Miranda Priestly, dessa vez enfrentando um momento delicado de mudanças no mercado jornalístico e de revistas. Para piorar, sua antiga secretária Emily se tornou executiva de uma marca de luxo e passou a atrapalhar os planos de Miranda.


Verity – 2 de outubro nos cinemas


Adaptando um dos maiores sucessos de Colleen Hoover, Verity acompanha Verity Crawford, uma autora best-seller por trás de uma série de sucesso. Ela está no auge da carreira quando um súbito e terrível acidente acaba interrompendo suas atividades, deixando-a sem condições de concluir a história. É quando surge Lowen Ashleigh, uma escritora à beira da falência convidada a escrever, sob um pseudônimo, os três livros restantes da já consolidada série.


Quanto mais o tempo passa, mais Lowen se percebe envolvida em uma confusa rede de mentiras e segredos, e, lentamente, adquire sua própria posição no jogo psicológico que rodeia a casa de Verity.


Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita – 20 de novembro nos cinemas


O longa se passa 24 anos antes do primeiro filme e acompanha o jovem Haymitch Abernathy (Joseph Zada), selecionado para competir na 50ª edição dos Jogos Vorazes. Como os jogos são o segundo Massacre Quaternário, que ocorre a cada 25 anos, cada distrito de Panem deve enviar o dobro de tributos para a capital. Lá, 48 crianças lutarão até a morte para vencer.






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Redução de lixo marca festividades de fim de ano no Distrito Federal

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O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) registrou uma queda expressiva na quantidade de resíduos recolhidos durante as festividades de fim de ano no Distrito Federal. Ao todo, foram coletadas 6,2 toneladas de lixo, volume 34% menor do que o registrado no ano anterior, quando o recolhimento chegou a 9,5 toneladas. Na virada de 2023, o número havia sido ainda mais elevado, com 12 toneladas de resíduos.


Para a direção do SLU, a redução é um indicativo positivo do avanço das ações educativas e operacionais desenvolvidas pelo órgão. Segundo o diretor-presidente substituto, Cleilson Gadelha, os dados refletem uma mudança de comportamento da população. “Esse é um sinal de que as ações educativas e de limpeza adotadas pelo SLU estão surtindo efeito, além de demonstrar uma maior conscientização sobre a importância da gestão adequada de resíduos”, destacou.


A destinação correta do lixo é considerada essencial para a prevenção de problemas ambientais e de saúde pública. Nesse contexto, a diminuição da geração de resíduos durante períodos de grande movimentação, como as festas de fim de ano, representa um avanço significativo para o Distrito Federal.


O SLU reforça que a manutenção dessa tendência de queda depende da continuidade do trabalho de limpeza urbana e, principalmente, do engajamento da população na adoção de práticas responsáveis de descarte.






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Sem Zezé, SBT faz especial com Latino e amarga baixa audiência

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Após o cancelamento do especial de Natal de Zezé Di Camargo pelo SBT, o cantor Latino foi anunciado como substituto para comandar o show de Ano-Novo da emissora. A atração foi exibida na última terça-feira (30/12), mas não teve bom desempenho na audiência.


O programa, intitulado Baile da Latinera, marcou 2,5 pontos na Grande São Paulo, das 23h03 à 0h35. No mesmo horário, a Record exibiu um especial do grupo Raça Negra, que alcançou 3,2 pontos entre 22h45 e 0h23, ficando à frente do SBT no Ibope. Cada ponto equivale a 77.488 domicílios ou ou 199.632 pessoas sintonizadas.


Sem Zezé, SBT faz especial com Latino e amarga baixa audiência - destaque galeria4 imagensLatino e Raffa RarbieLatino usa PMMA em cirurgia peitoralLatinoFechar modal.MetrópolesLatino e João Silva em especial do SBT1 de 4

Latino e João Silva em especial do SBT

Divulgação/SBTLatino e Raffa Rarbie2 de 4

Latino e Raffa Rarbie

Divulgação.Latino usa PMMA em cirurgia peitoral3 de 4

Latino usa PMMA em cirurgia peitoral

Arquivo PessoalLatino4 de 4

Latino

Reprodução/Instagram
Latino celebrou a exibição do programa nas redes sociais. “Ficou para história”, escreveu o cantor.

A mudança na programação ocorreu após Zezé Di Camargo criticar publicamente a emissora no início de dezembro. O sertanejo afirmou ter se incomodado com a presença do presidente Lula e do ministro Alexandre de Moraes na inauguração do SBT News e pediu o cancelamento do especial, dizendo que o canal estaria se “prostituindo”.



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Diante da repercussão, o SBT decidiu suspender a exibição do programa. Em seguida, a presidente da emissora, Daniela Beyruti, divulgou uma carta aberta em defesa da família, destacando o legado de Silvio Santos e reforçando o compromisso do canal com o diálogo.






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