Três Graças resgata foto antiga de Belo e Viviane Araújo; veja imagem

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A musa fitness negou que o relacionamento entre os dois começou enquanto Viviane e Belo ainda estavam juntos. Durante depoimento ao documentário Belo – Perto Demais da Luz, Gracyanne disse que Belo já estava separado quando eles começaram a se envolver.


“Eles terminaram por conta da relação que eu vinha tendo com a Viviane. Nos conhecemos no final de 2005 e em 2007 a Viviane decidiu terminar com o Belo”, afirmou.






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Polícia Federal deflagra segunda etapa da Operação Vem Diesel

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A Polícia Federal deflagrou a segunda etapa da Operação Vem Diesel, com o objetivo de fiscalizar distribuidores e revendedores de gás de botijão – Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). As ações de fiscalização abrangeram 24 cidades em 15 estados e no Distrito Federal.


De acordo com os investigadores, 55 estabelecimentos foram fiscalizados por equipes da Agência Nacional de Petróleo (ANP) e Procons, além de policiais federais.



“As ações visam identificar práticas irregulares no aumento no preço do gás, na fixação de preços entre empresas concorrentes para controle de mercado e outras eventuais práticas abusivas que possam acarretar prejuízos para o consumidor”, detalhou a PF.



Os estabelecimentos estão localizados nos estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.


Irregularidades ou crimes que, porventura, venham a ser detectados serão encaminhadas à PF para a apuração. Se confirmadas as suspeitas, os responsáveis poderão ser indiciados por crimes contra a ordem tributária, econômica, bem como contra a economia popular e as relações de consumo.


>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp


Primeira etapa


A primeira etapa da operação foi deflagrada no dia 27 de março em 11 estados e no Distrito Federal, para averiguar postos de combustíveis suspeitos de praticarem aumentos irregulares na venda do produto.


Na oportunidade, a PF informou que as ações estavam focadas em “eventuais condutas abusivas que possam acarretar prejuízos ao consumidor.


 







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Ausência de latinos e de Hollywood marca seleção do Festival de Cannes

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O Festival de Cannes anunciou, nesta quinta-feira (9/4), a lista de filmes da 79ª edição e reacendeu o debate sobre representatividade na principal vitrine do cinema mundial. Após anos de maior abertura ao cinema latino-americano, a seleção de 2026 aponta para um perfil mais conservador — e a região fica de fora da disputa pela Palma de Ouro.


Para a jornalista e crítica de cinema Flávia Guerra, o cenário não chega a surpreender: o que era, de fato, incomum era a forte presença latino-americana nos últimos anos.


“Infelizmente a exceção é quando a gente tem filmes latino-americanos em competição. Nos últimos 10 anos, os quatro filme latino-americanos que competiram a palma de ouro foram brasileiros: Aquarius, Bacurau, O Agente Secreto, todos de Kleber Mendonça Filho, e Motel Destino, de Karim Aïnouz”, pontuou.

Ausência de latinos e de Hollywood marca seleção do Festival de Cannes - destaque galeria

Troféu Palma de Ouro do Festival de Cannes
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Troféu Palma de Ouro do Festival de Cannes

Samir Hussein/WireImage
CANNES, FRANCE - MAY 11: The official festival poster is on display during the installation at the Palais de Festival ahead of the 78th annual Cannes Film Festival at  on May 11, 2025 in Cannes, France. (Photo by Thomas Kronsteiner/Getty Images)
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CANNES, FRANCE - MAY 11: The official festival poster is on display during the installation at the Palais de Festival ahead of the 78th annual Cannes Film Festival at on May 11, 2025 in Cannes, France. (Photo by Thomas Kronsteiner/Getty Images)

Thomas Kronsteiner/Getty Images
Presidente e o diretor do Festival de Cannes, Iris Knobloch e Thierry Frémaux, na coletiva do 79º Festival de Cannes
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Presidente e o diretor do Festival de Cannes, Iris Knobloch e Thierry Frémaux, na coletiva do 79º Festival de Cannes

Corbis/Corbis via Getty Images
Logo do Festival de Cannes exibida durante a coletiva de imprensa do 79º Festival de Cannes
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Logo do Festival de Cannes exibida durante a coletiva de imprensa do 79º Festival de Cannes

Marc Piasecki/Getty Images

Para a especialista, a ausência chama ainda mais atenção quando comparada à presença dominante da França na seleção. Ao todo, o país ocupa cerca de oito vagas na competição principal, enquanto regiões inteiras, como América Latina e África, ficaram de fora. “É um pouco de falta de aposta mesmo, falta de coragem de apostar no novo”, destacou Flávia.



Cinema latino e africano de fora


O contraste é ainda mais evidente diante do recente destaque de produções latino-americanas no evento. Em 2025, filmes da região voltaram a ganhar espaço e visibilidade. O longa brasileiro O Agente Secreto, estrelado por Wagner Moura, venceu dois prêmios principais de Melhor Direção e Melhor Ator, o que gerou expectativa por uma continuidade desse movimento com a presença de longas latinos.


Fora da competição principal, contudo, o cinema latino segue presente, mas em mostras paralelas. A mostra Um Certo Olhar, conhecida por abrigar produções mais ousadas, inclui títulos da América Latina, como um filme chileno e outro costa-riquenho, ambos dirigidos por mulheres.


“Às vezes traz filmes mais interessantes, às vezes não, quase sempre mais interessantes e ousados do que a própria competição oficial, porque lá tem maior liberdade para ter filmes que ousam mais”, completa.

O longa Elefantes na Névoa, inclusive, que está entre os selecionados na mostra, é uma coprodução internacional entre Nepal, Alemanha, Brasil, França e Noruega.


Segundo a análise da especialista, essa tendência é explicada porque o festival mantém uma tradição de priorizar cineastas já consagrados e recorrentes na programação, o que limita a entrada de novas vozes.


Diretores considerados “queridos” de Cannes seguem presentes, reforçando uma curadoria mais segura. São exemplos Ryusuke Hamaguchi, Pedro Almodóvar, Paweł Pawlikowski, Andrey Zvyagintsev e Ira Sachs.


Hollywood também ficou fora da seleção


Outro ponto de destaque na seleção é o esvaziamento de produções de Hollywood — tanto na competição principal quanto nas sessões de maior visibilidade.


Para Flávia, faltam filmes com o perfil que Cannes tradicionalmente valoriza: produções que equilibram assinatura autoral e escala de estúdio. “Os grandes estúdios não estão fazendo nem ultra blockbusters nem filmes autorais”, frisou.


Mesmo quando nomes de peso aparecem na programação, ficam fora da disputa principal. É o caso de Ron Howard e Steven Soderbergh, que lançam em 2026 documentários sobre John Lennon e o fotógrafo Richard Avedon, respectivamente.


“Para competir pela Palma, um documentário precisa ser muito diferenciado — ter algo muito autoral. Não é o caso desses dois”, analisa.

Outro fator é a ausência das chamadas “mega pré-estreias”, que costumam levar grandes produções comerciais ao festival. Flávia aponta que Duna: Parte 3 seria um candidato natural para esse tipo de exibição, mas avalia que o estúdio provavelmente não optou por esse caminho.


A crítica também destaca o impacto das regras do mercado francês — em especial a chamada janela de exibição, que obriga os filmes a permanecerem em cartaz nos cinemas por um período antes de chegarem ao streaming. A Netflix, que tem marcado presença nas últimas temporadas de premiação, raramente adota essa prática, o que limita sua participação em festivais com essa exigência.


Apesar do anúncio desta quinta-feira, a seleção ainda não está totalmente fechada. É comum que o festival acrescente novos títulos nas semanas anteriores ao evento, seja por ajustes de programação, seja pela finalização de algumas obras.





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Cidadania em Movimento 2026 é lançado no DF com foco em inclusão e acesso a direitos

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Garantir um documento pode parecer simples, mas, para muitas pessoas com deficiência, ainda é um obstáculo que limita direitos básicos no dia a dia. No Distrito Federal, uma nova iniciativa quer mudar essa realidade e transformar o acesso em cidadania efetiva.


Foi com esse foco que o projeto Cidadania em Movimento 2026 foi lançado na manhã de terça-feira (7), na unidade da Apae-DF, na Asa Norte. A proposta reúne governo e sociedade civil em uma força conjunta para facilitar o acesso à documentação e ampliar o alcance de políticas públicas voltadas a pessoas com deficiência intelectual e múltipla.


A secretária de Educação interina do DF, Iêdes Braga, participou da abertura e destacou o impacto direto da ação na vida das famílias. Segundo ela, iniciativas como essa enfrentam uma exclusão que, muitas vezes, passa despercebida. “Quando a gente garante documentação, orienta famílias e leva os serviços até quem precisa, não é só atendimento. É inclusão de verdade, é dar visibilidade a quem, por muito tempo, ficou à margem”, afirmou.


O projeto tem como uma das principais frentes a emissão da Carteira de Identidade Nacional, documento essencial para acesso a benefícios, serviços e direitos. Mas vai além. A iniciativa também prevê orientação sobre garantias legais e apoio às famílias, funcionando como uma ponte entre o cidadão e o Estado.


O lançamento reuniu representantes de diferentes áreas envolvidas com a pauta. Estiveram presentes a presidente da Apae-DF, Erenice Natália Soares de Carvalho; a coordenadora-geral de educação, Cecília Muraro; a coordenadora do núcleo da Asa Norte, Natália Ines; o superintendente Erivaldo Fernandes Neto; a supervisora de Educação Ambiental da Caesb, Erika Radespiel; o deputado distrital Iolando Almeida; e o secretário da Pessoa com Deficiência, Willian Ferreira da Cunha.


Mais do que um evento institucional, o encontro também abriu espaço para o protagonismo dos alunos. A apresentação da banda Baião de Dois, formada por estudantes e professores da Apae-DF, emocionou o público com um repertório que mistura músicas autorais e releituras de clássicos da música brasileira, mostrando, na prática, o potencial e a autonomia dos participantes.


Com presença consolidada em mais de dois mil municípios brasileiros, a Apae é referência na promoção de direitos das pessoas com deficiência intelectual e múltipla. A entidade atua de forma integrada nas áreas de educação, saúde e assistência social e acumula conquistas históricas, como a inclusão do Teste do Pezinho na rede pública.


Agora, ao lançar o Cidadania em Movimento 2026, a instituição reforça seu papel como articuladora de políticas inclusivas e amplia a conexão com o poder público. A expectativa é que a iniciativa avance para além do evento e se traduza em mais acesso, mais autonomia e mais dignidade para quem ainda enfrenta barreiras no exercício pleno da cidadania.






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Após pane, Aeroporto de Congonhas vai operar até meia-noite

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A Aena, concessionária que opera o Aeroporto de Congonhas, informou que irá operar até meia-noite desta quinta-feira (9).


A medida foi adotada após uma pane técnica na manhã de hoje ter provocado o cancelamento de pousos e decolagens no aeroporto, localizado na zona sul de São Paulo. O problema ocorreu entre as 8h58 e 10h09 no Centro de Controle do Espaço Aéreo. 


A ampliação do horário de operações foi autorizado pelo Departamento de Controle do Tráfego Aéreo (DECEA), atendendo pedido das companhias aéreas e como forma de reduzir o impacto nos atrasos e cancelamentos de voos.


Durante todo o dia, ao menos 30 voos foram impactados.


A falha deixou inoperantes, além de Congonhas, os aeroportos de Guarulhos, Viracopos e o Campo de Marte.


 







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Luísa Sonza fez música para atual namorado em novo álbum? Entenda

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Programa habitacional do GDF supera 13,8 mil moradias e beneficia 40 mil pessoas

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A poucos dias de trocar o aluguel pela casa própria, o servidor público João Mário de Oliveira e Silva, de 49 anos, já vive a expectativa da mudança para o Itapoã Parque, onde passará a morar com a esposa e a filha de 14 anos. A conquista marca o fim de uma longa espera por estabilidade no Distrito Federal.


Morando no Guará II desde que chegou a Brasília, em 2012, João viu no programa habitacional do governo local a oportunidade de mudar de vida. Para ele, a iniciativa ampliou o acesso à moradia para quem antes não conseguia entrar no mercado imobiliário. “Quando o governo cria opções mais acessíveis, muita gente passa a enxergar uma chance real de sair do aluguel. No meu caso, é a realização de finalmente ter um lugar fixo para viver”, afirma.


O novo endereço fica no condomínio 30, um conjunto com 96 apartamentos, projetado para abrigar famílias com média de três a quatro pessoas por unidade. A mudança deve ocorrer nos próximos dias, assim que forem concluídas as ligações de energia elétrica e gás. Enquanto aguarda, João já organiza os detalhes do novo lar. “A gente está planejando tudo com muito cuidado, pensando na sala, nos móveis novos e em uma cozinha bem aproveitada, com armários e espaço funcional”, conta.


A história dele se soma à de milhares de outras beneficiadas pela política habitacional do Distrito Federal. Desde 2019, mais de 13,8 mil moradias foram entregues, alcançando cerca de 40 mil pessoas. Para este ano, a previsão é ampliar esse número com a entrega de outras 20 mil unidades.


Presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), Marcelo Fagundes destaca que os resultados vão além dos números. “Quando falamos dessas entregas, estamos falando de famílias inteiras que tiveram a vida transformada. Não se trata apenas de construir imóveis, mas de garantir dignidade e realizar um sonho antigo de muita gente”, afirma.


O planejamento da companhia indica uma expansão ainda maior nos próximos anos. Segundo Fagundes, há mais de 63 mil unidades em fase de produção, e novos editais devem reforçar esse volume. “Se considerarmos o que já está em andamento e o que ainda será lançado, a expectativa é atingir cerca de 100 mil moradias entregues em até cinco anos”, projeta.


Os empreendimentos estão espalhados por diferentes regiões administrativas, como Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Ceilândia e Itapoã, onde está localizado o maior projeto habitacional de interesse social do país. Também há iniciativas em andamento em Samambaia, São Sebastião, Sobradinho, Sol Nascente, Gama e Brazlândia, além de novos projetos previstos para Ceilândia.


A estratégia da Codhab é priorizar áreas com infraestrutura e acesso facilitado a serviços públicos e transporte. De acordo com o presidente, essa escolha garante melhores condições de vida às famílias contempladas e fortalece o desenvolvimento das regiões. Ele também destaca o impacto econômico dos projetos, que geram milhares de empregos diretos e indiretos durante a execução das obras.


Apesar do avanço, a demanda por moradia segue crescente. “A procura não para, porque a cidade continua se expandindo, novas famílias surgem e mais pessoas chegam ao DF. Mesmo assim, o volume de entregas que estamos alcançando já representa um marco histórico para a habitação na capital”, conclui.






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GDF já entregou mais de 13,8 mil moradias e beneficiou cerca de 40 mil moradores

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Com a mudança já marcada e os móveis ainda no papel, João Mário de Oliveira e Silva, de 49 anos, vive a contagem regressiva para deixar o aluguel e entrar no primeiro imóvel próprio, no Itapoã Parque. Ao lado da esposa e da filha de 14 anos, ele se prepara para ocupar um dos apartamentos do condomínio 30, onde a rotina começa a ganhar novos planos.


Morador do Guará II desde que chegou a Brasília, em 2012, João viu no programa habitacional do Distrito Federal a oportunidade de encerrar um ciclo que pesava no bolso e não trazia retorno. Ele afirma que pagar aluguel sempre foi um sacrifício sem construção de patrimônio e que a chance de conquistar um imóvel próprio representa mais segurança e estabilidade para a família.


O residencial onde ele vai morar reúne 96 unidades e deve receber, em média, de três a quatro pessoas por apartamento. A liberação definitiva depende apenas da conclusão das ligações de serviços básicos, como gás e energia elétrica, e a expectativa é de que a mudança ocorra já na próxima semana. Enquanto isso, a família se dedica a planejar cada detalhe do novo espaço, desde a escolha dos móveis até a organização da cozinha.


A trajetória de João reflete uma política pública que vem ampliando o acesso à moradia no Distrito Federal. Desde 2019, o governo local, por meio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), já entregou mais de 13,8 mil unidades, alcançando cerca de 40 mil moradores. A previsão é manter o ritmo de expansão, com a meta de inaugurar outras 20 mil moradias ainda neste ano.


À frente da Codhab, Marcelo Fagundes afirma que os números traduzem histórias concretas de transformação. Segundo ele, cada unidade entregue representa uma mudança real na vida de famílias que aguardavam pela casa própria. Ele ressalta que o trabalho da companhia vai além da construção civil e está diretamente ligado à realização de projetos de vida.


O planejamento habitacional segue em ritmo acelerado. De acordo com o gestor, há mais de 63 mil unidades em fase de produção, e novos editais devem ampliar ainda mais esse volume. A projeção é de que, nos próximos cinco anos, o Distrito Federal alcance a marca de aproximadamente 100 mil novas moradias entregues.


Os empreendimentos estão distribuídos por diferentes regiões administrativas, com projetos no Recanto das Emas, Riacho Fundo II e Ceilândia, além do próprio Itapoã, onde está localizado o Itapoã Parque, considerado o maior empreendimento habitacional de interesse social do país. Outras frentes também avançam em Samambaia, São Sebastião, Sobradinho, Sol Nascente, Gama e Brazlândia, além de novas iniciativas previstas para Ceilândia.


A estratégia da Codhab prioriza áreas com acesso a transporte, comércio e equipamentos públicos, garantindo melhores condições de vida aos moradores. Além do impacto social, os projetos também impulsionam a economia local, com a geração de milhares de empregos diretos e indiretos em cada empreendimento.


Mesmo com o avanço das entregas, a demanda por moradia continua em alta. Segundo Fagundes, o cadastro habitacional é dinâmico e se renova constantemente, impulsionado pelo crescimento populacional, pela formação de novas famílias e pela chegada de novos moradores ao Distrito Federal. Ainda assim, ele destaca que o volume atual de entregas já configura um dos maiores marcos da política habitacional da capital.






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Agrodefesa divulga novo 0800 e reforça atendimento ao cidadão

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Agrodefesa divulga novo 0800 e reforça atendimento ao cidadão
Objetivo é facilitar diálogo com a população e fortalecer ações de vigilância sanitária em todo território goiano (Foto: Agrodefesa)


A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) atualizou o número do seu Disque-Denúncia, com o objetivo de facilitar o diálogo com a população e fortalecer as ações de vigilância sanitária no estado.


O novo telefone gratuito é o 0800-201-8555, e o atendimento funciona em horário comercial.


No canal é possível comunicar, por exemplo:



  • suspeitas de pragas e doenças;

  • trânsito irregular de animais;

  • comercialização de produtos sem selo de inspeção sanitária.


Segundo o diretor de Gestão Integrada, Renan Willian, a atualização do 0800 garante um canal oficial ágil para que o cidadão possa contatar a Agrodefesa e registrar a sua demanda.



“Precisamos da participação da sociedade para que o trabalho de defesa agropecuária seja cada vez mais eficiente”, afirma ele. “Essa relação de confiança e parceria é fundamental”.



Participação da sociedade potencializa trabalho da agência


O gerente de Fiscalização da Agrodefesa, Janilson Azevedo Júnior, reforça que a participação da sociedade potencializa o trabalho da agência.



“Ao tomar conhecimento de uma suspeita de irregularidade, nosso fiscal vai até o local para averiguar a situação e, confirmando o problema, toma as providências necessárias”.




“Por isso é muito importante que cada denúncia traga o máximo possível de detalhes sobre o acontecimento e a sua localização, para que o nosso trabalho seja melhor direcionado”, explica o gerente.



Disque-Denúncia e outros canais


Além do Disque-Denúncia, a Agrodefesa oferece atendimento ao público:



  • pelo WhatsApp;

  • pela Ouvidoria;

  • pelo Sistema de Defesa Agropecuária (Sidago);

  • presencialmente, em uma das suas 236 unidades espalhadas por todo o estado.


A lista completa e o endereço de cada unidade podem ser acessados no site da Agrodefesa (goias.gov.br/agrodefesa/unidades-regionais).


O atendimento pelo Whatsapp é intermediado pelo chatbot Davi, o robozinho da Agrodefesa. Por meio dele, é possível realizar notificações de pragas e doenças, obter informações sobre exames e documentos e tirar dúvidas sobre o Sidago, entre outros serviços. Para conversar com ele, basta adicionar o número (62) 98164-1188 à lista de contatos do Whatsapp.


Chatbot Davi se consolida como canal direto entre Agrodefesa e produtor rural


Chatbot da Agrodefesa passa a receber notificações de irregularidades no campo


Já a Ouvidoria da Agrodefesa pode ser contatada pelo Portal Expresso do Governo de Goiás (www.go.gov.br), pelo e-mail ouvidoria.agrodefesa@goias.gov.br, pelo telefone (62) 3201-2320 ou presencialmente, em horário comercial, no endereço: Avenida Laurício Pedro Rasmussem, nº 2535, Setor Vila Yate, Bloco 1, Goiânia (GO).


Por fim, produtores rurais e profissionais do setor agropecuário têm ainda a opção de fazer denúncias à Agrodefesa via Sidago (sidago.agrodefesa.go.gov.br). Após acessar o sistema, basta localizar a opção “Denúncia” no menu à esquerda e seguir as orientações.


Saiba mais


Agrodefesa orienta sobre exames para trânsito de bovinos e bubalinos destinados à reprodução


Governo destina R$ 473 mil em qualificação e acesso a crédito para produtores rurais


Agrodefesa orienta produtores sobre transporte interestadual de banana


Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) – Governo de Goiás






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DF vira referência nacional em qualidade de vida no trabalho no setor público

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Uma política pública criada no Distrito Federal para melhorar a qualidade de vida no trabalho começa a ganhar alcance nacional. Desenvolvido pela Secretaria de Economia (Seec-DF), o modelo voltado ao bem-estar dos servidores já impacta mais de 70 mil profissionais e agora passa a inspirar mudanças em outras corporações, como o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO).


A iniciativa foi apresentada em Goiânia, durante um seminário realizado nos dias 7 e 8 deste mês, que reuniu cerca de 100 bombeiros militares. O encontro marcou o início da adoção de práticas baseadas na experiência do DF, com foco em saúde física e mental, organização do ambiente de trabalho e valorização profissional.


Ao longo da programação, comandantes regionais e chefes de unidade participaram de atividades de escuta estruturada, com o objetivo de mapear demandas internas e aperfeiçoar a gestão. A proposta é integrar o cuidado com os profissionais a estratégias que impactem diretamente o desempenho da corporação.


O chefe do Estado-Maior do CBMGO, coronel Emerson Ferreira, destacou que a iniciativa representa uma mudança de visão dentro da instituição. “Estamos avançando ao tratar o cuidado com os militares como parte estratégica da corporação. Quando o profissional é valorizado e tem melhores condições de trabalho, isso se reflete diretamente na qualidade do serviço prestado à população”, afirmou.


Já o secretário-executivo de Valorização e Qualidade de Vida no Trabalho da Seec-DF, Epitácio Júnior, ressaltou que a proposta é expandir experiências que já deram resultado no DF. “Nossa missão é compartilhar conhecimento técnico e práticas que já se mostraram eficazes, ajudando outras instituições a estruturarem políticas sólidas e que realmente façam diferença no dia a dia dos servidores”, explicou.


Com a disseminação do modelo, o Distrito Federal amplia sua influência na área de gestão pública e consolida uma política que, além de beneficiar seus próprios servidores, passa a contribuir para a modernização de outras administrações pelo país.






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Apresentador Benjamin Back deixa o SBT. Leia o comunicado

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O apresentador Benjamin Back está de saída do SBT. Nesta quinta-feira (9/4), a emissora anunciou que encerrou, mais uma vez o contrato, com o jornalista. Desta vez, a saída se deve a um pedido do próprio Benja.


Segundo o canal, o ex-contratado, de olho na cobertura da Copa do Mundo, anunciou que irá focar os esforços em desenvolver projetos pessoais nas redes sociais. Esta saída marca a terceira passagem do jornalista pelo SBT.


Apresentador Benjamin Back deixa o SBT. Leia o comunicado - destaque galeria

Benjamin Back era apresentador do Arena SBT
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Benjamin Back era apresentador do Arena SBT

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Arena SBT foi cancelado pela emissora em março de 2026
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Arena SBT foi cancelado pela emissora em março de 2026

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Apresentador Benjamin Back
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Apresentador Benjamin Back

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Apresentador Benjamin Back teve três passagens pelo SBT
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Apresentador Benjamin Back teve três passagens pelo SBT

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Apresentador Benjamin Back pede para deixar o SBT
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Apresentador Benjamin Back pede para deixar o SBT

Reprodução


“Saio feliz com tudo o que realizamos juntos e muito motivado para os próximos desafios, especialmente neste novo momento da minha carreira”, se despede Benjamin Back.


A saída de Benja do canal chega em um período de reestruturação do setor esportivo da emissora, que planeja colocar Galvão Bueno e Tiago Leifert como protagonistas da cobertura do mundial de futebol nos Estados Unidos.


Vale lembrar que, há cerca de um mês, o canal também decidiu tirar o Arena SBT do ar, deixando o elenco sem projetos definidos.


Leia a nota:


O SBT comunica que encerra, a pedido, sua parceria com o apresentador Benjamin Back. A decisão foi aceita pela emissora, a partir do desejo do profissional de se dedicar integralmente a novos projetos pessoais e profissionais.


O movimento foi comunicado pelo apresentador, que optou por direcionar seu foco para novas iniciativas, entre elas a cobertura da Copa do Mundo pela TMC e o desenvolvimento do Canal do Benja, que vem registrando crescimento consistente de audiência.


Esta foi a terceira passagem de Benja pela emissora, período marcado por sua personalidade marcante e forte conexão com o público esportivo, comandando por anos o “Arena SBT” e outros projetos da casa, além do “É Tudo Nosso!”.


“O SBT sempre teve um papel muito importante na minha trajetória. Sou grato pelas oportunidades, pelos projetos que construí ao longo desses anos e pela parceria com tantos profissionais talentosos. Saio feliz com tudo o que realizamos juntos e muito motivado para os próximos desafios, especialmente neste novo momento da minha carreira”, afirma o apresentador.





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Bem-estar no serviço público do DF vira referência e chega a Goiás

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O modelo de gestão adotado pelo Distrito Federal na área de qualidade de vida no trabalho começou a ultrapassar fronteiras e já inspira outras instituições pelo país. Desenvolvida pela Secretaria de Economia (Seec-DF), a política voltada ao bem-estar dos servidores, que atende mais de 70 mil profissionais da administração pública, passou a ser incorporada pelo Corpo de Bombeiros Militar de Goiás.


A adoção das práticas ocorreu durante um seminário realizado em Goiânia, nos dias 7 e 8 deste mês, que reuniu cerca de 100 bombeiros militares. O encontro funcionou como ponto de partida para a implementação de estratégias focadas na valorização profissional e na melhoria do ambiente organizacional dentro da corporação goiana.


A programação abordou temas relacionados à saúde física e mental dos profissionais, além de aspectos ligados à gestão interna e ao clima organizacional. Um dos destaques foi a realização de escutas com comandantes regionais e chefes de unidade, iniciativa voltada a mapear desafios e construir soluções alinhadas à realidade da tropa.


Para o chefe do Estado-Maior do CBMGO, coronel Emerson Ferreira, a iniciativa representa um avanço na forma como a corporação encara o cuidado com seus integrantes. Ele ressaltou que investir no bem-estar dos militares reflete diretamente na qualidade do atendimento prestado à população, além de fortalecer o desempenho institucional.


Já o secretário-executivo de Valorização e Qualidade de Vida no Trabalho da Seec-DF, Epitácio Júnior, destacou que a proposta do DF é compartilhar experiências bem-sucedidas e contribuir para a estruturação de políticas públicas eficientes em outros órgãos. Segundo ele, a troca de conhecimento técnico e metodologias permite acelerar resultados e consolidar ações mais consistentes.


Com a expansão da iniciativa, o Distrito Federal se consolida como referência na implementação de políticas de gestão de pessoas no setor público, levando a outros estados um modelo que alia valorização profissional e melhoria dos serviços oferecidos à sociedade.






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Luciana Barreto é homenageada no 4º Prêmio MOL de Jornalismo

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A apresentadora da TV Brasil e editora-chefe do Repórter Brasil Tarde, Luciana Barreto, foi homenageada durante a cerimônia do 4º Prêmio MOL de Jornalismo para a Solidariedade. A jornalista recebeu o Troféu Helaine Martins, reconhecimento que destaca sua trajetória comprometida com as questões sociais, raciais e de direitos humanos, além de sua contribuição para ampliar vozes e perspectivas no debate público.



“Esse foi o dia do jornalista mais especial da minha carreira. Receber o prêmio com o nome da Helaine Martins, uma jornalista que foi gigante, e ver um teatro lotado de outros profissionais da comunicação comprometidos com ética e humanismo encheu o ambiente de otimismo. Isso tudo se conecta muito com o jornalismo público que fazemos aqui na EBC. Todos nós ganhamos muito”, declarou Luciana.



O troféu foi criado em celebração ao legado de Helaine Martins, jornalista que idealizou o projeto Entreviste um Negro a partir de sua pesquisa sobre equidade racial na mídia. A iniciativa tem como objetivo ampliar a visibilidade de profissionais e fontes negras na imprensa.


Em atividade desde 2015, o projeto reúne um amplo banco de especialistas e já conectou centenas de profissionais a veículos de comunicação em todo o país.


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Reportagem da TV Brasil premiada


Além da homenagem a Luciana Barreto, a TV Brasil foi reconhecida na premiação. A jornalista Flávia Grossi e equipe conquistaram o segundo lugar na categoria “Jornalismo Tradicional – Vídeo” com o trabalho Egressos do cárcere, uma nova chance, exibido no programa Caminhos da Reportagem.


A matéria apresenta histórias de pessoas que deixaram o sistema prisional e buscam reconstruir suas vidas. O trabalho aborda iniciativas de reinserção social e destaca novas oportunidades após o cárcere.


Sobre o Prêmio MOL de Jornalismo para a Solidariedade


A premiação é uma iniciativa do Instituto MOL para reconhecer o trabalho de profissionais, estudantes da comunicação e comunicadores populares que contribuem para fortalecer a cultura de doação, a solidariedade e a atuação das organizações da sociedade civil, destacando a importância dos temas para o exercício da cidadania em nosso país.







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Celina Leão diz que GDF apresentará solução para o BRB em até 30 dias e descarta quebra do banco

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A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), afirmou nesta quinta-feira (9) que o Governo do Distrito Federal deve apresentar, em até 30 dias, uma solução definitiva para a situação do Banco de Brasília (BRB). A declaração foi feita após reunião com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.


Segundo a governadora, o encontro teve caráter técnico e institucional. Ela garantiu que o BRB não corre risco de quebrar e que a instituição seguirá funcionando normalmente enquanto avança o processo de reestruturação.


De acordo com Celina Leão, a nova gestão do banco já elaborou um plano técnico, apresentado ao Banco Central, com foco na recuperação dos indicadores financeiros e no cumprimento das exigências regulatórias. A prioridade, disse, é assegurar a estabilidade da instituição.


O BRB enfrenta a necessidade de capitalização estimada em R$ 6,6 bilhões, após prejuízos ligados a operações com o Banco Master. Desde que assumiu o governo, no fim de março, a governadora tem intensificado conversas com autoridades para tratar do tema.


Veja a entrevista da governadora Celina Leão:



A governadora afirmou ainda que o banco mantém capacidade de honrar compromissos e que todas as medidas adotadas vêm sendo acompanhadas pelo Banco Central. Por ora, não há previsão de mudanças estruturais mais amplas.


O governo e a diretoria do BRB seguem apresentando ao órgão regulador as ações corretivas em andamento. A expectativa é que, dentro de um mês, o banco apresente um cenário mais estável, com dados consolidados e validados pela autoridade monetária.


* Com informações  do Portal RADAR DF Notícias






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Ser real tem um preço

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Luísa Sonza não gostou das críticas recebidas pelo lançamento do novo álbum Brutal Paraíso e resolveu desabafar nas redes sociais. No X, a cantora abriu o coração e falou sobre as músicas.


“Esse álbum é o melhor, mais real e mais eu que já fiz na vida. Escrevi praticamente o álbum todo sozinha, e sim, talvez eu seja uma bagunça, talvez vocês não gostem do que sou, do que penso, ou só estejam me conhecendo agora e achando diferente demais, e eu sempre soube que ser real tem um preço”, iniciou ela.

Luísa Sonza reage após críticas ao novo álbum: “Ser real tem um preço” - destaque galeria

Luísa Sonza divulgou a capa de seu novo álbum, intitulado Brutal Paraíso, na quinta-feira (12/3). O novo trabalho estreia em abril
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Luísa Sonza divulgou a capa de seu novo álbum, intitulado Brutal Paraíso, na quinta-feira (12/3). O novo trabalho estreia em abril

Instagram/Reprodução
A cantora Luisa Sonza
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A cantora Luisa Sonza

Reprodução/Instagram
Produção de Luisa Sonza para o primeiro dia de Lollapalooza 2026
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Produção de Luisa Sonza para o primeiro dia de Lollapalooza 2026

@luisasonza/Instagram/Reprodução
Luísa Sonza
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Luísa Sonza

Reprodução/Redes sociais.
Luisa Sonsa
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Luisa Sonsa

RT Fotografia/Imagem cedida ao Metrópoles


Em seguida, Luísa Sonza disse que não abre mão da liberdade conquistada nos últimos anos.


“Eu amo o que me tornei e nunca mais vou voltar atrás. Esse álbum é a primeira vez que eu não fugi em nenhum momento de mim e eu desejo que nunca mais fuja de mim como um dia tentei com tanta força. E sinceramente? Acho que vocês vão entender com o tempo”, finalizou.


O novo álbum Brutal Paraíso está disponível nas plataformas de streaming e conta com 23 músicas.





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Celina Leão reforça ações para doenças raras e acompanha debate sobre novo tratamento para ELA

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A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), tem intensificado ações voltadas a pacientes com doenças raras e passou a acompanhar de perto o debate nacional sobre novos tratamentos para a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).


O tema ganhou força com a abertura de uma consulta pública do Ministério da Saúde que avalia a inclusão da edaravona no Sistema Único de Saúde (SUS). O medicamento, já aprovado pela Anvisa, é indicado para retardar a progressão da doença em estágios iniciais.


A ELA é uma condição neurodegenerativa grave e progressiva, que compromete movimentos voluntários e, com o tempo, pode afetar funções como fala, deglutição e respiração. O avanço da doença impacta diretamente a rotina dos pacientes e de seus familiares.


No Distrito Federal, a gestão de Celina tem apostado na ampliação do atendimento a esse público, com discussões sobre criação de centros de referência, reabilitação neuromotora e parcerias para inovação em tratamentos.


A possível incorporação da edaravona no SUS é vista por especialistas e associações de pacientes como um avanço no acesso à terapia, hoje restrita. A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), no entanto, emitiu recomendação preliminar contrária à inclusão.


A consulta pública segue aberta até 13 de abril e permite a participação de pacientes, profissionais de saúde e demais interessados. As contribuições podem influenciar a decisão final do Ministério da Saúde sobre a oferta do medicamento na rede pública.


A articulação ocorre em meio à tentativa de ampliar políticas públicas para doenças raras, área que ainda enfrenta desafios de acesso a diagnóstico, tratamento e acompanhamento especializado no país.






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Indígenas pedem territórios livres da exploração de petróleo

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Os mais de 7 mil Indígenas que participam, nesta semana, do Acampamento Terra Livre, em Brasília, têm uma marcha agendada para a tarde desta quinta-feira (9), a partir das 14h.


O grupo vai andar do Eixo Monumental até a Esplanada dos Ministérios para entregar reivindicações. As lideranças vão apresentar proposta sobre a exclusão de exploração de petróleo e gás em territórios indígenas.


Na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), realizada em 2025 em Belém (PA), o Mapa do Caminho para afastamento da economia dependente de combustíveis fósseis, uma das prioridades do governo brasileiro, não entrou na lista de consensos. No evento, porém, representantes ministeriais de mais de 80 países declararam apoio oficial à proposta, segundo o governo.



“Como foi uma proposta do governo brasileiro para a construção do mapa do caminho e o desmatamento zero e também para a não exploração de petróleo e gás, nós estamos apresentando algumas propostas ao governo para ser incluída no texto”, disse  o coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Dinaman Tuxá. 



O documento deve ser recebido pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.  As reivindicações direcionadas ao Poder Executivo incluem também o pedido de mais demarcações e outras políticas públicas. “Nós vamos entregar documentações nos ministérios dos Povos Indígenas, do Meio Ambiente, da Agricultura e Pecuária, e no Itamaraty”, afirmou o coordenador da Apib.







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Novas regras para mobilidade no Rio dependem de mais infraestrutura

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As novas regras para a circulação de equipamentos elétricos de micromobilidade como ciclomotores (duas ou três rodas e a velocidade máxima de 50 quilômetros por hora) e autopropelidos (podem ter uma ou mais rodas e a velocidade máxima de 32 quilômetros por hora) na cidade do Rio vêm promovendo debate entre especialistas de engenharia viária, planejamento urbano e usuários.


A medida veio uma semana após o atropelamento e morte de mãe e filho que estavam em uma bicicleta elétrica por um ônibus na Tijuca, na zona norte do Rio de Janeiro.


As regras já estão em vigor, com exceção da exigência de emplacamento, que terá prazo até 31 de dezembro deste ano.


Passa a ser obrigatório o uso de capacete para todos os usuários. Além disso, é proibido transportar na garupa mais de uma pessoa que também deverá utilizar equipamento de segurança. Outro ponto é a exigência de registro, licenciamento e emplacamento para ciclomotores — incluindo equipamentos autopropelidos com assento, que passam a ser equiparados a essa categoria.


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O condutor precisará estar devidamente habilitado com Carteira Nacional de Habilitação (CNH) enquadrada na categoria A. Ciclomotores e autopropelidos, a partir de agora, não podem circular nas ciclovias da cidade, que passam a ser restritas a bicicletas, patinetes e bicicletas elétricas, com velocidade limitada de 25km/h.


Nas vias com BRS, sistema de faixas exclusivas para ônibus no Rio de Janeiro (Bus Rapid Service), está proibida a circulação de bicicletas elétricas, ciclomotores e patinetes elétricas.


Para o professor do curso de Engenharia Civil e do Programa de Engenharia Urbana da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Victor Hugo Souza de Abreu, as novas regras implementadas pela Prefeitura do Rio representam um avanço relevante no esforço de organizar a circulação dos novos modos de micromobilidade, atuando de forma complementar à Resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) nº 996/2023.


“De maneira geral, a iniciativa é positiva. A exigência de emplacamento e habilitação para veículos autopropelidos — definidos pelo novo decreto como aqueles dotados de sistema próprio de propulsão, que dispensam esforço físico contínuo, de uso individual, dimensões reduzidas e sem pedal — quando conduzidos na posição sentada e, portanto, equiparados aos ciclomotores, contribui para o aumento da segurança viária, o ordenamento do espaço urbano e a responsabilização dos condutores”, avalia o professor.


Segundo o pesquisador, nesse contexto, o emplacamento favorece a identificação e a fiscalização, enquanto a exigência de habilitação assegura um nível mínimo de conhecimento das normas de trânsito, elemento essencial para a convivência segura entre os diferentes modos de transporte.


Ele acrescenta que, no entanto, há desafios relevantes. “Parte significativa dos usuários utiliza esses veículos como alternativa acessível de mobilidade, e a exigência de habilitação pode se tornar uma barreira de acesso. Além disso, o poder público ainda precisa estruturar adequadamente os processos de registro, fiscalização e comunicação com a população. Portanto, é uma medida viável, mas que exige implementação gradual e bem planejada”.


Victor Hugo avalia que quanto aos impactos na circulação viária, as medidas têm potencial tanto de melhorar quanto de gerar novos conflitos. “A retirada de autopropelidos na posição sentada das ciclovias e ciclofaixas, por exemplo, é tecnicamente coerente, pois esses veículos tendem a operar com maior velocidade e massa, aumentando o risco para ciclistas e pedestres. Por outro lado, se não houver infraestrutura adequada nas vias, essa mudança pode deslocar o problema para o tráfego geral, aumentando a exposição ao risco”.


O pesquisador destaca que a definição de limites de velocidade das vias (até 40 km/h e até 60 km/h) também é uma diretriz correta do ponto de vista normativo, pois busca compatibilizar o desempenho dos veículos com o ambiente viário. “Entretanto, a efetividade dessa medida depende diretamente das condições reais de operação — como sinalização, fiscalização e, principalmente, infraestrutura adequada. Sem isso, há o risco de que a norma tenha baixo impacto prático”, afirma.


 





Rio de Janeiro (RJ), 06/04/2026 – Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Rio de Janeiro (RJ), 06/04/2026 – Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil


Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil



O que pode ser melhorado


• Investimento em infraestrutura segregada para micromobilidade motorizada;


• Campanhas de educação no trânsito voltadas a todos os usuários;


• Fiscalização efetiva e contínua;


• Regulamentação mais diferenciada, considerando potência e velocidade dos veículos; • Integração dessas medidas ao planejamento urbano e de transportes.


Para o especialista, é fundamental fortalecer o chamado tripé da engenharia de tráfego — internacionalmente conhecido como “3 E’s of Traffic Engineering” — baseado na atuação integrada em Engineering (Engenharia), Education (Educação) e Enforcement (Fiscalização). “Esses pilares são essenciais para garantir a efetividade das medidas, promover mudanças de comportamento e assegurar condições seguras de circulação para todos os usuários do sistema viário”, disse Victor Hugo.


Território nacional


De acordo com o professor da UFRJ, em âmbito nacional, o principal desafio é a convivência entre modos tão distintos — veículos motorizados, bicicletas, ciclomotores, patinetes e pedestres — em um mesmo espaço viário. Para ele, essa coexistência só é possível de forma segura quando há uma clara hierarquização do sistema viário, com definição adequada de espaços, velocidades e prioridades.


“O Brasil ainda enfrenta dificuldades nesse aspecto, especialmente pela falta de infraestrutura e pela cultura de priorização do automóvel. A tendência, no entanto, é que a micromobilidade ganhe cada vez mais espaço, exigindo regulamentações mais integradas, consistentes e alinhadas com os princípios da segurança viária e da mobilidade sustentável”, afirmou.


“Em síntese, a regulamentação do Rio é um passo necessário e tecnicamente justificável, mas seu sucesso dependerá da capacidade de implementação, fiscalização e, sobretudo, da criação de condições reais para uma convivência segura entre os diferentes modos de transporte”, completou Victor Hugo.


 





Rio de Janeiro (RJ), 06/04/2026 – Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Rio de Janeiro (RJ), 06/04/2026 – Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil


Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil



Regulamentação necessária


Na avaliação da professora Marina Baltar, do Programa de Engenharia de Transportes do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia (Coppe/UFRJ), há anos era necessário um regramento para esses tipos de transportes.


“Mas a cidade precisa se preparar para essa regulamentação, que é baseada em velocidades nas vias. É preciso questionar as velocidades que a gente tem hoje na cidade, ver se elas realmente fazem sentido. Quando a gente pensa em segurança viária, o pilar central é a redução da velocidade na cidade como um todo. Primeiro é necessário esse estudo das velocidades e instalar placas de sinalização. Quem usa bicicleta elétrica e ciclomotores precisa saber quais são as vias com até 40 km/h e até 60 km/h”, disse a professora.


Marina avalia que para se ter uma cidade mais atrativa para esses modos mais sustentáveis como a bicicleta é preciso planejamento e engajamento da comunidade. “Precisa planejar e expandir as ciclovias. A cidade teve expansão pequena de ciclovias concentradas na zona sul”.


Ela destaca que a proibição dos ciclomotores e bicicletas elétricas em vias com BRS vai atrapalhar muito porque é onde há pontos de interesse como o comércio. “Para esses pontos, a gente precisa ter um grupo de trabalho que realmente consiga definir, não apenas proibir a circulação das bicicletas em vias com BRS”, disse a professora.


Novos meios de transporte


O técnico de planejamento e pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Erivelton Pires Guedes avalia, a princípio, como positiva a iniciativa de tentar normatizar e de alguma forma disciplinar o grande problema que é a micromobilidade urbana hoje.


“As tecnologias rapidamente evoluíram, principalmente no modo elétrico, e surgiram vários equipamentos diferentes que nós não estávamos acostumados. Além disso, surgiu um novo mundo com muitas motos e bicicletas para entregas, além de motos por aplicativos para passageiros. Esta grande diversidade de interesses gera grandes conflitos, difíceis de serem resolvidos”, pontuou o pesquisador.


Segundo o técnico do Ipea, por outro lado, o decreto traz divergências conceituais em relação aos veículos normatizados pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). 


“Isso possivelmente vai gerar insegurança jurídica e questionamentos. Este é um grande desafio, pois todos estes veículos possuem características muitas vezes próximas, que dificultam sua exata classificação. Isso confunde tanto os fornecedores quanto os cidadãos e todos têm muitas dúvidas a respeito do que pode e o que não pode”, afirmou Guedes.


Para ele, é importante que governos federal, estadual e municipal tratem o problema da segurança viária de forma integrada. “Os problemas são grandes e esta situação tratada neste decreto é apenas parte do grande problema. Estamos assistindo a um crescente aumento do número de mortes no trânsito, em especial com motocicletas”.


“Dentro das ações integradas podemos destacar a principal ação, disponível a todas as prefeituras: a redução e o controle da velocidade. Esta é uma ação que muitas vezes gera reações negativas, mas que precisa ser enfrentada”, disse o especialista.


“Reforçando: a segurança viária precisa ser vista como um todo. Ações isoladas não resolvem os problemas. A ação da prefeitura é oportuna mas ainda incipiente. É necessária uma coordenação nacional e um esforço em diversas frentes para que possamos reduzir (com foco em zero) os sinistros de trânsito”, ponderou o técnico do Ipea.


Bicicleta elétrica


Moradora de Copacabana, na zona sul do Rio, a produtora de eventos Ananda Ruschel Sayão, de 48 anos, adotou a bicicleta elétrica há 3 anos para o seu dia a dia. Ela usa bastante o equipamento para levar e buscar a filha de 7 anos ao colégio, para supermercado, além de outras tarefas cotidianas.





Rio de Janeiro (RJ), 07/04/2026 - A promotora de eventos Ananda Sayão mora em Copacabana e busca a filha Alice de bicicleta elétrica na Escola Municipal Pedro Ernesto, na Fonte da Saudade, Lagoa. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Rio de Janeiro (RJ), 07/04/2026 - A promotora de eventos Ananda Sayão mora em Copacabana e busca a filha Alice de bicicleta elétrica na Escola Municipal Pedro Ernesto, na Fonte da Saudade, Lagoa. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil


A promotora de eventos Ananda Sayão mora em Copacabana e busca a filha Alice de bicicleta elétrica na Escola Municipal Pedro Ernesto, na Fonte da Saudade, Lagoa. Foto:  Rovena Rosa/Agência Brasil



“Na pista eu fico insegura porque os carros e as motos principalmente ignoram as bicicletas. Tiram fino. A gente fica sem espaço. Não tenho ciclovias em todos os meus trajetos. Existem algumas ruas com ciclofaixas que estão quase apagadas, mas os carros não respeitam essas faixas pintadas no chão. Quando não tem ciclovia eu ando pela esquerda onde não está a pista de ônibus”, comenta Ananda.


Ela acredita que é preciso um projeto de planejamento urbano para mais ciclovias. E acrescenta que a convivência com os ciclomotores é sempre ruim. “Essas motinhas andam na calçada como se fosse bicicleta, têm velocidade maior e são maiores. Isso causa um estranhamento para quem está de bicicleta e para o pedestre. Como tem muito motoboy usando essas motinhas para entrega, eles andam como uns loucos. Isso acaba afetando as pessoas que andam direito. A gente tem que ter muito cuidado com eles, que andam na contramão, não respeitam os sinais”, observa a produtora de eventos.


Ananda completa que é a favor das novas regras para ciclomotores, autopropelidas e bicicletas elétricas. “Tem que ter regras, e mais ciclovias internas”.


Detran           


O Departamento de Trânsito do Rio (Detran-RJ) informou nesta quarta-feira (8) que, no Brasil, o sistema de registro de veículos é nacional, regulamentado pelo Contran e administrado pela Senatran. Para que qualquer veículo seja emplacado, é necessário que a informação seja incluída na Base Índice Nacional (BIN), do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Não é possível registrar um veículo apenas na base de dados de qualquer Detran, e nem emplacar um veículo que não esteja registrado na BIN.    


 De acordo com Artigo 12 da Resolução nº 996/2023 do Contran, “as bicicletas elétricas e os equipamentos de mobilidade individual autopropelidos não são sujeitos ao registro, ao licenciamento e ao emplacamento para circulação nas vias, conforme o artigo 134-A do Código de Trânsito Brasileiro (CTB)”.


 Segundo o Detran-RJ, o CTB é a principal legislação de trânsito do país. O artigo 134-A do CTB estabelece: “O Contran especificará as bicicletas motorizadas e equiparados não sujeitos ao registro, ao licenciamento e ao emplacamento para circulação nas vias”. Esta especificação está na Resolução 996/2023.


 “Portanto, o Detran RJ não pode emplacar um veículo sem autorização do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e sem que o veículo, de qualquer tipo, esteja registrado na Base Índice Nacional (BIN)”, afirma a nota.


*Matéria alterada às 12h43min. para acréscimo de informação.


 



 







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