Novas regras para mobilidade no Rio dependem de mais infraestrutura

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As novas regras para a circulação de equipamentos elétricos de micromobilidade como ciclomotores (duas ou três rodas e a velocidade máxima de 50 quilômetros por hora) e autopropelidos (podem ter uma ou mais rodas e a velocidade máxima de 32 quilômetros por hora) na cidade do Rio vêm promovendo debate entre especialistas de engenharia viária, planejamento urbano e usuários.


A medida veio uma semana após o atropelamento e morte de mãe e filho que estavam em uma bicicleta elétrica por um ônibus na Tijuca, na zona norte do Rio de Janeiro.


As regras já estão em vigor, com exceção da exigência de emplacamento, que terá prazo até 31 de dezembro deste ano.


Passa a ser obrigatório o uso de capacete para todos os usuários. Além disso, é proibido transportar na garupa mais de uma pessoa que também deverá utilizar equipamento de segurança. Outro ponto é a exigência de registro, licenciamento e emplacamento para ciclomotores — incluindo equipamentos autopropelidos com assento, que passam a ser equiparados a essa categoria.


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O condutor precisará estar devidamente habilitado com Carteira Nacional de Habilitação (CNH) enquadrada na categoria A. Ciclomotores e autopropelidos, a partir de agora, não podem circular nas ciclovias da cidade, que passam a ser restritas a bicicletas, patinetes e bicicletas elétricas, com velocidade limitada de 25km/h.


Nas vias com BRS, sistema de faixas exclusivas para ônibus no Rio de Janeiro (Bus Rapid Service), está proibida a circulação de bicicletas elétricas, ciclomotores e patinetes elétricas.


Para o professor do curso de Engenharia Civil e do Programa de Engenharia Urbana da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Victor Hugo Souza de Abreu, as novas regras implementadas pela Prefeitura do Rio representam um avanço relevante no esforço de organizar a circulação dos novos modos de micromobilidade, atuando de forma complementar à Resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) nº 996/2023.


“De maneira geral, a iniciativa é positiva. A exigência de emplacamento e habilitação para veículos autopropelidos — definidos pelo novo decreto como aqueles dotados de sistema próprio de propulsão, que dispensam esforço físico contínuo, de uso individual, dimensões reduzidas e sem pedal — quando conduzidos na posição sentada e, portanto, equiparados aos ciclomotores, contribui para o aumento da segurança viária, o ordenamento do espaço urbano e a responsabilização dos condutores”, avalia o professor.


Segundo o pesquisador, nesse contexto, o emplacamento favorece a identificação e a fiscalização, enquanto a exigência de habilitação assegura um nível mínimo de conhecimento das normas de trânsito, elemento essencial para a convivência segura entre os diferentes modos de transporte.


Ele acrescenta que, no entanto, há desafios relevantes. “Parte significativa dos usuários utiliza esses veículos como alternativa acessível de mobilidade, e a exigência de habilitação pode se tornar uma barreira de acesso. Além disso, o poder público ainda precisa estruturar adequadamente os processos de registro, fiscalização e comunicação com a população. Portanto, é uma medida viável, mas que exige implementação gradual e bem planejada”.


Victor Hugo avalia que quanto aos impactos na circulação viária, as medidas têm potencial tanto de melhorar quanto de gerar novos conflitos. “A retirada de autopropelidos na posição sentada das ciclovias e ciclofaixas, por exemplo, é tecnicamente coerente, pois esses veículos tendem a operar com maior velocidade e massa, aumentando o risco para ciclistas e pedestres. Por outro lado, se não houver infraestrutura adequada nas vias, essa mudança pode deslocar o problema para o tráfego geral, aumentando a exposição ao risco”.


O pesquisador destaca que a definição de limites de velocidade das vias (até 40 km/h e até 60 km/h) também é uma diretriz correta do ponto de vista normativo, pois busca compatibilizar o desempenho dos veículos com o ambiente viário. “Entretanto, a efetividade dessa medida depende diretamente das condições reais de operação — como sinalização, fiscalização e, principalmente, infraestrutura adequada. Sem isso, há o risco de que a norma tenha baixo impacto prático”, afirma.


 





Rio de Janeiro (RJ), 06/04/2026 – Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Rio de Janeiro (RJ), 06/04/2026 – Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil


Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil



O que pode ser melhorado


• Investimento em infraestrutura segregada para micromobilidade motorizada;


• Campanhas de educação no trânsito voltadas a todos os usuários;


• Fiscalização efetiva e contínua;


• Regulamentação mais diferenciada, considerando potência e velocidade dos veículos; • Integração dessas medidas ao planejamento urbano e de transportes.


Para o especialista, é fundamental fortalecer o chamado tripé da engenharia de tráfego — internacionalmente conhecido como “3 E’s of Traffic Engineering” — baseado na atuação integrada em Engineering (Engenharia), Education (Educação) e Enforcement (Fiscalização). “Esses pilares são essenciais para garantir a efetividade das medidas, promover mudanças de comportamento e assegurar condições seguras de circulação para todos os usuários do sistema viário”, disse Victor Hugo.


Território nacional


De acordo com o professor da UFRJ, em âmbito nacional, o principal desafio é a convivência entre modos tão distintos — veículos motorizados, bicicletas, ciclomotores, patinetes e pedestres — em um mesmo espaço viário. Para ele, essa coexistência só é possível de forma segura quando há uma clara hierarquização do sistema viário, com definição adequada de espaços, velocidades e prioridades.


“O Brasil ainda enfrenta dificuldades nesse aspecto, especialmente pela falta de infraestrutura e pela cultura de priorização do automóvel. A tendência, no entanto, é que a micromobilidade ganhe cada vez mais espaço, exigindo regulamentações mais integradas, consistentes e alinhadas com os princípios da segurança viária e da mobilidade sustentável”, afirmou.


“Em síntese, a regulamentação do Rio é um passo necessário e tecnicamente justificável, mas seu sucesso dependerá da capacidade de implementação, fiscalização e, sobretudo, da criação de condições reais para uma convivência segura entre os diferentes modos de transporte”, completou Victor Hugo.


 





Rio de Janeiro (RJ), 06/04/2026 – Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Rio de Janeiro (RJ), 06/04/2026 – Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil


Novas regras para a circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes nas vias da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil



Regulamentação necessária


Na avaliação da professora Marina Baltar, do Programa de Engenharia de Transportes do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia (Coppe/UFRJ), há anos era necessário um regramento para esses tipos de transportes.


“Mas a cidade precisa se preparar para essa regulamentação, que é baseada em velocidades nas vias. É preciso questionar as velocidades que a gente tem hoje na cidade, ver se elas realmente fazem sentido. Quando a gente pensa em segurança viária, o pilar central é a redução da velocidade na cidade como um todo. Primeiro é necessário esse estudo das velocidades e instalar placas de sinalização. Quem usa bicicleta elétrica e ciclomotores precisa saber quais são as vias com até 40 km/h e até 60 km/h”, disse a professora.


Marina avalia que para se ter uma cidade mais atrativa para esses modos mais sustentáveis como a bicicleta é preciso planejamento e engajamento da comunidade. “Precisa planejar e expandir as ciclovias. A cidade teve expansão pequena de ciclovias concentradas na zona sul”.


Ela destaca que a proibição dos ciclomotores e bicicletas elétricas em vias com BRS vai atrapalhar muito porque é onde há pontos de interesse como o comércio. “Para esses pontos, a gente precisa ter um grupo de trabalho que realmente consiga definir, não apenas proibir a circulação das bicicletas em vias com BRS”, disse a professora.


Novos meios de transporte


O técnico de planejamento e pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Erivelton Pires Guedes avalia, a princípio, como positiva a iniciativa de tentar normatizar e de alguma forma disciplinar o grande problema que é a micromobilidade urbana hoje.


“As tecnologias rapidamente evoluíram, principalmente no modo elétrico, e surgiram vários equipamentos diferentes que nós não estávamos acostumados. Além disso, surgiu um novo mundo com muitas motos e bicicletas para entregas, além de motos por aplicativos para passageiros. Esta grande diversidade de interesses gera grandes conflitos, difíceis de serem resolvidos”, pontuou o pesquisador.


Segundo o técnico do Ipea, por outro lado, o decreto traz divergências conceituais em relação aos veículos normatizados pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). 


“Isso possivelmente vai gerar insegurança jurídica e questionamentos. Este é um grande desafio, pois todos estes veículos possuem características muitas vezes próximas, que dificultam sua exata classificação. Isso confunde tanto os fornecedores quanto os cidadãos e todos têm muitas dúvidas a respeito do que pode e o que não pode”, afirmou Guedes.


Para ele, é importante que governos federal, estadual e municipal tratem o problema da segurança viária de forma integrada. “Os problemas são grandes e esta situação tratada neste decreto é apenas parte do grande problema. Estamos assistindo a um crescente aumento do número de mortes no trânsito, em especial com motocicletas”.


“Dentro das ações integradas podemos destacar a principal ação, disponível a todas as prefeituras: a redução e o controle da velocidade. Esta é uma ação que muitas vezes gera reações negativas, mas que precisa ser enfrentada”, disse o especialista.


“Reforçando: a segurança viária precisa ser vista como um todo. Ações isoladas não resolvem os problemas. A ação da prefeitura é oportuna mas ainda incipiente. É necessária uma coordenação nacional e um esforço em diversas frentes para que possamos reduzir (com foco em zero) os sinistros de trânsito”, ponderou o técnico do Ipea.


Bicicleta elétrica


Moradora de Copacabana, na zona sul do Rio, a produtora de eventos Ananda Ruschel Sayão, de 48 anos, adotou a bicicleta elétrica há 3 anos para o seu dia a dia. Ela usa bastante o equipamento para levar e buscar a filha de 7 anos ao colégio, para supermercado, além de outras tarefas cotidianas.





Rio de Janeiro (RJ), 07/04/2026 - A promotora de eventos Ananda Sayão mora em Copacabana e busca a filha Alice de bicicleta elétrica na Escola Municipal Pedro Ernesto, na Fonte da Saudade, Lagoa. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Rio de Janeiro (RJ), 07/04/2026 - A promotora de eventos Ananda Sayão mora em Copacabana e busca a filha Alice de bicicleta elétrica na Escola Municipal Pedro Ernesto, na Fonte da Saudade, Lagoa. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil


A promotora de eventos Ananda Sayão mora em Copacabana e busca a filha Alice de bicicleta elétrica na Escola Municipal Pedro Ernesto, na Fonte da Saudade, Lagoa. Foto:  Rovena Rosa/Agência Brasil



“Na pista eu fico insegura porque os carros e as motos principalmente ignoram as bicicletas. Tiram fino. A gente fica sem espaço. Não tenho ciclovias em todos os meus trajetos. Existem algumas ruas com ciclofaixas que estão quase apagadas, mas os carros não respeitam essas faixas pintadas no chão. Quando não tem ciclovia eu ando pela esquerda onde não está a pista de ônibus”, comenta Ananda.


Ela acredita que é preciso um projeto de planejamento urbano para mais ciclovias. E acrescenta que a convivência com os ciclomotores é sempre ruim. “Essas motinhas andam na calçada como se fosse bicicleta, têm velocidade maior e são maiores. Isso causa um estranhamento para quem está de bicicleta e para o pedestre. Como tem muito motoboy usando essas motinhas para entrega, eles andam como uns loucos. Isso acaba afetando as pessoas que andam direito. A gente tem que ter muito cuidado com eles, que andam na contramão, não respeitam os sinais”, observa a produtora de eventos.


Ananda completa que é a favor das novas regras para ciclomotores, autopropelidas e bicicletas elétricas. “Tem que ter regras, e mais ciclovias internas”.


Detran           


O Departamento de Trânsito do Rio (Detran-RJ) informou nesta quarta-feira (8) que, no Brasil, o sistema de registro de veículos é nacional, regulamentado pelo Contran e administrado pela Senatran. Para que qualquer veículo seja emplacado, é necessário que a informação seja incluída na Base Índice Nacional (BIN), do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Não é possível registrar um veículo apenas na base de dados de qualquer Detran, e nem emplacar um veículo que não esteja registrado na BIN.    


 De acordo com Artigo 12 da Resolução nº 996/2023 do Contran, “as bicicletas elétricas e os equipamentos de mobilidade individual autopropelidos não são sujeitos ao registro, ao licenciamento e ao emplacamento para circulação nas vias, conforme o artigo 134-A do Código de Trânsito Brasileiro (CTB)”.


 Segundo o Detran-RJ, o CTB é a principal legislação de trânsito do país. O artigo 134-A do CTB estabelece: “O Contran especificará as bicicletas motorizadas e equiparados não sujeitos ao registro, ao licenciamento e ao emplacamento para circulação nas vias”. Esta especificação está na Resolução 996/2023.


 “Portanto, o Detran RJ não pode emplacar um veículo sem autorização do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e sem que o veículo, de qualquer tipo, esteja registrado na Base Índice Nacional (BIN)”, afirma a nota.


*Matéria alterada às 12h43min. para acréscimo de informação.


 



 







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Filme sobre Jair Bolsonaro, Dark Horse ganha data de estreia e pôster

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Jim Caviezel, o ator norte-americano que viverá o ex-presidente Jair Bolsonaro no filme Dark Horse (O Azarão, em tradução livre), compartilhou nesta quarta-feira (8/4) o primeiro pôster do longa que promete retratar a campanha presidencial do ex-presidente em 2018. Além disso, o astro também revelou quando o filme chegará às telonas.


No pôster, é possível ver Caviezel completamente caracterizado como Bolsonaro. Ele usa a faixa presidencial enquanto posa em frente ao Palácio do Planalto. Um céu coberto por nuvens negras dá pistas sobre a conotação trágica e dramática da obra.


Veja:


Filme sobre Jair Bolsonaro, Dark Horse ganha data de estreia e pôster - destaque galeria

Jim Caviezel será Jair Bolsonaro no filme sobre a campanha do ex-presidente
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Jim Caviezel será Jair Bolsonaro no filme sobre a campanha do ex-presidente

Reprodução
Jair Bolsonaro e Jim Caviezel
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Jair Bolsonaro e Jim Caviezel

Hugo Barreto/Metrópoles e @therealjimcaviezel/Instagram/Reprodução
Jim Caviezel caracterizado como o ex-presidente Jair Bolsonaro
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Jim Caviezel caracterizado como o ex-presidente Jair Bolsonaro

Reprodução/Instagram Flávio Bolsonaro
Filme sobre Jair Bolsonaro, Dark Horse ganha data de estreia e pôster - imagem 4
4 de 8Go Up Entertainment/Reprodução
Filme sobre Jair Bolsonaro, que teve cena gravada no Museu das Favelas
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Filme sobre Jair Bolsonaro, que teve cena gravada no Museu das Favelas

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A estreia do filme Dark Horse será em 2026
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A estreia do filme Dark Horse será em 2026

Filme sobre Jair Bolsonaro, Dark Horse ganha data de estreia e pôster - imagem 7
7 de 8Reprodução/Redes Sociais
Jim Caviezel será Jair Bolsonaro no filme sobre a campanha do ex-presidente
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Jim Caviezel será Jair Bolsonaro no filme sobre a campanha do ex-presidente

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“Se você se importa com as eleições, meu novo filme estreia no dia 11 de setembro de 2026”, anunciou o ator nas redes sociais.

Como será Dark Horse


O projeto, segundo o diretor Cyrus Nowrasteh, pretende fazer “um retrato honesto” do ex-presidente e trazer bastidores da emblemática campanha presidencial de Bolsonaro em 2018. O atentado contra o então candidato, esfaqueado durante um comício em Juiz de Fora (MG), será um dos grandes destaques da trama.



Bolsonaro será interpretado por Jim Caviezel, que ficou mundialmente conhecido por interpretar Jesus Cristo no filme A Paixão de Cristo. O ator norte-americano ganhou notoriedade por declarações antivacina e pelo alinhamento a teorias conspiratórias.


O roteiro é de autoria do deputado federal Mario Frias (PL-SP), ex-Secretário de Cultura e aliado próximo de Bolsonaro. Frias tem defendido publicamente que o filme pretende mostrar “a verdade” sobre os acontecimentos de 2018, em uma abordagem que deve interessar sobretudo ao público já simpático ao ex-presidente.


Para interpretar os filhos de Jair Bolsonaro foram escalados: o mexicano Marcus Ornellas, como Flávio; o brasileiro Sérgio Barreto, que dará vida a Carlos; e o norte-americano Eddie Finlay, que interpretará Eduardo.









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Governo de Goiás nomeia novo secretário do Entorno

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O governador de Goiás Daniel Vilela (MDB) nomeou Rafael Henrique Lustosa como o novo secretário do Entorno do Distrito Federal, cargo responsável por cuidar das demandas dos municípios que fazem parte da Região Integrada de Desenvolvimento (RIDE). A nomeação do novo titular da pasta foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (8/4).


O novo secretário irá substituir Pábio Mossoró, que pediu desligamento do cargo para concorrer à uma vaga como deputado estadual em Goiás.


Quem é o novo secretário do Entorno


Rafael Henrique é advogado com mais de 10 anos de experiência em gestão pública e administrativa e estava atuando na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, onde exerce o cargo de chefe de gabinete. Possui trajetória consolidada em planejamento estratégico, governança e gestão de projetos no setor público, além de experiência como assessor jurídico parlamentar e gestor empresarial.


Ao assumir a função, Lustosa afirma que seguirá a diretriz do governo estadual para a região.


“Assumo essa missão seguindo a orientação do governador Daniel Vilela, que é de fortalecer a integração entre o Entorno e o Distrito Federal, com planejamento, responsabilidade e foco em resultados. Vamos avançar em mobilidade, estimular o desenvolvimento econômico e consolidar o turismo como uma vocação estratégica para a região”, destaca.


Secretaria de Estado do Entorno


Criada em 2023 pelo governo de Goiás, Secretaria de Estado do Entorno do Distrito Federal tem como principal função atuar na articulação entre o governo de Goiás, o Distrito Federal e os municípios que compõem a região do Entorno, buscando soluções para problemas comuns e melhorias na qualidade de vida da população. Na prática, a secretaria trabalha para integrar políticas públicas, especialmente nas áreas de transporte, saúde, segurança e infraestrutura, já que grande parte dos moradores dessas cidades depende de serviços e empregos no DF.


Além disso, uma das funções do secretário será atuar no incentivo ao desenvolvimento econômico da região, com o objetivo de gerar mais oportunidades locais e reduzir essa dependência, bem como no planejamento urbano e regional, ajudando a organizar o crescimento das cidades e evitar problemas estruturais.


Entre as prioridades estão a viabilização de projetos estruturantes, como o BRT que liga Luziânia a Santa Maria (DF), e a efetivação do Consórcio Interfederativo da Região Metropolitana do Entorno do Distrito Federal para o transporte.


Além do governo de Goiás, o GDF também possui um secretário na pasta. Nomeado pelo ex-governador Ibaneis Rocha (MDB-DF), Cristian Viana, atua desde 2025 na função.





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June aparece em Os Testamentos, sequência de O Conto da Aia?

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A série Os Testamentos: das Filhas de Gilead (The Testaments, em inglês) estreou nesta quarta-feira (8/4) e movimentou os fãs de O Conto da Aia (The Handmaid’s Tale, em inglês). Apesar de seguir no mesmo universo, a série conta com novas protagonistas e uma história que se passa cinco anos no futuro, o que levantou um questionamentos: personagens da história original vão aparecer na continuação?



Atenção: o texto a seguir contém spoilers sobre Os Testamentos: Das Filhas de Gilead e revela detalhes importantes dos primeiros episódios da nova série.


Os três primeiros episódios, liberados nesta quarta-feira (8/4), mostram os diferentes núcleos da história, incluindo o dia a dia das jovens e cenas do passado. Em uma dessas cenas, o público tem uma resposta sobre a presença de personagens da série original.


Sim, June Osborne aparece na nova série. Interpretada por Elisabeth Moss, a protagonista de O Conto da Aia aparece já nos primeiros episódios, inicialmente apenas observando Daisy, antes dela se mudar para Gilead, e depois se envolve diretamente na história ao revelar informações decisivas sobre o passado da jovem.


June aparece em Os Testamentos, sequência de O Conto da Aia? - destaque galeria

Agnes (Chase Infiniti) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
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Agnes (Chase Infiniti) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

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Cena da série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
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Cena da série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

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Tia Lydia (Ann Dowd) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
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Tia Lydia (Ann Dowd) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

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Cena da série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
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Cena da série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

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Cena da na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
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Cena da na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

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Agnes Mackenzie (Chase Infiniti) e Daisy (Lucy Halliday) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
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Agnes Mackenzie (Chase Infiniti) e Daisy (Lucy Halliday) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

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Becka (Mattea Conforti) e Agnes (Chase Infiniti) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia
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Becka (Mattea Conforti) e Agnes (Chase Infiniti) na série Os Testamentos: Das Filhas de Gilead, spin-off de O Conto da Aia

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Além de retornar ao papel, a atriz também atua como produtora executiva da série. Segundo ela, o novo cargo foi uma forma de continuar ligada à história. “Produzir significou que eu não precisei dizer adeus a esse mundo, o que me deixou muito feliz”, afirmou durante participação no programa The View.


Outra personagem confirmada é a Tia Lydia, vivida por Ann Dowd. Na nova fase, a personagem assume um papel dentro de uma instituição voltada à formação de futuras esposas de Gilead, um ambiente marcado por regras rígidas e forte influência religiosa, que impacta diretamente as vidas das protagonistas.



Entenda a história de Os Testamentos


Baseada no livro de Margaret Atwood de mesmo nome, a série marca um novo capítulo em Gilead e acompanha novas protagonistas: jovens que foram criadas dentro do regime autoritário e vão se tornar as futuras esposas de Comandantes.


Entre as protagonista estão Agnes Mackenzie (Chase Infiniti), filha do Comandante Mackenzie, homem poderoso que ocupa alto cargo no governo de Gilead, e Daisy (Lucy Halliday), uma jovem criada fora de Gilead mas que se muda para o país.





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UPAs do DF ganham fôlego com teleconsulta e mais de 18 mil atendimentos remotos

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A rotina nas unidades de pronto atendimento (UPAs) do Distrito Federal começa a mudar com o avanço da teleconsulta. Desde que o modelo passou a funcionar, em maio de 2025, mais de 18,9 mil atendimentos já foram realizados de forma remota, até 25 de março deste ano, em um movimento que tem ajudado a desafogar as emergências e acelerar o cuidado com os pacientes.


A estratégia adotada pelo Governo do Distrito Federal (GDF) reposiciona o fluxo dentro das unidades. Pacientes com quadros leves, identificados com pulseira verde, podem ser atendidos por médicos à distância, enquanto as equipes presenciais ficam concentradas em ocorrências mais graves, como casos de urgência clínica e neurológica.


O serviço já está presente em dez UPAs e segue em expansão. As unidades de Vicente Pires, Gama, Ceilândia II, Samambaia, Paranoá e Brazlândia realizam atendimentos voltados a adultos. No Recanto das Emas e em Sobradinho, o foco é o público infantojuvenil. Já Ceilândia I e São Sebastião operam com atendimento para todas as idades. A próxima etapa prevê a chegada da teleconsulta às UPAs do Núcleo Bandeirante e do Riacho Fundo.


Os indicadores reforçam a consolidação do modelo. Dados do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) mostram que cerca de 31,6% dos pacientes classificados como de baixo risco aderem à modalidade remota. Entre esses, mais de 87% têm a demanda resolvida sem necessidade de encaminhamento para consulta presencial.


Responsável pelo Núcleo de Inovação e Saúde Digital do IgesDF, Amandha Roberta explica que a iniciativa busca corrigir um comportamento comum nas unidades. Segundo ela, muitos pacientes procuram atendimento presencial mesmo em situações simples, o que acaba gerando filas e longos períodos de espera.


Ela ressalta que a falta de atendimento nesses casos pode trazer consequências. Pacientes com quadros leves que deixam a unidade sem assistência podem retornar em estado mais grave, exigindo mais recursos do sistema. Com a teleconsulta, esse público passa a ser atendido de forma mais rápida, enquanto os profissionais que estão na UPA ficam livres para atuar em situações críticas.


Na central de atendimento remoto, localizada no Setor de Indústrias de Abastecimento (SIA), os médicos acompanham todo o histórico do paciente registrado na triagem. A médica de família e comunidade Mônica Montenegro detalha que, durante o atendimento, é possível avaliar os sintomas, orientar o paciente e, quando necessário, solicitar exames laboratoriais ou indicar medicamentos.


Segundo ela, entre as queixas mais frequentes estão sintomas respiratórios leves, episódios de diarreia e dores musculares relacionadas a esforço físico.


O atendimento começa ainda na triagem, feita pela equipe de enfermagem dentro da UPA. Se o paciente for classificado como de baixo risco e aceitar participar do modelo, ele é encaminhado para uma sala equipada para videoconferência. Durante a consulta, um técnico de enfermagem acompanha o processo, auxiliando tanto no suporte técnico quanto na observação clínica.


Caso haja necessidade de medicação ou exames complementares, o próprio time da unidade dá continuidade ao atendimento, garantindo integração entre o formato remoto e o presencial.


As UPAs funcionam 24 horas e são destinadas a atendimentos de urgência e emergência de média complexidade, com oferta de exames, medicação e estabilização de pacientes antes de eventual encaminhamento hospitalar. Desde 2019, sete unidades foram construídas no DF, e outras seis estão em fase de implantação.


Já as unidades básicas de saúde (UBSs) seguem como a principal porta de entrada da rede pública, concentrando ações de prevenção, acompanhamento de doenças crônicas e atendimentos de menor complexidade. Por meio do portal InfoSaúde DF, a população pode identificar a unidade de referência e acessar serviços como vacinação, pré-natal e controle de hipertensão e diabetes.






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Governo de Goiás lança edital para bolsas de mestrado nas melhores universidades do mundo

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Governo de Goiás lança edital para bolsas de mestrado nas melhores universidades do mundo
Programa Goiás pelo Mundo oferece até cinco bolsas para cursos presenciais em universidades estrangeiras que estejam entre as 100 melhores do mundo. Prioridade é para áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento do estado (Foto: Secti-GO)


O edital do Programa Goiás Pelo Mundo – Mestrado Internacional vai selecionar interessados em cursar mestrado pleno no exterior (cursos presenciais stricto sensu) com apoio financeiro na forma de bolsas de estudos, com 12 a 24 meses de duração e auxílio-instalação. O edital foi publicado no Diário Oficial na terça-feira (07/04).


A iniciativa é da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg), em parceria com o Instituto Trajetória. As inscrições já estão abertas e seguem até às 23h59 do dia 8 de maio de 2026, por meio da plataforma Sparkx-Fapeg.


O programa oferece até cinco bolsas para cursos presenciais em universidades estrangeiras que estejam entre as 100 melhores do mundo, segundo o ranking internacional Times Higher Education 2026 (Veja lista completa no Anexo 1 do edital).


Bolsas de mestrado para áreas estratégicas


A prioridade é para o mestrado profissional em áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento do Estado.


Entre essas áreas estão:



  • Ciência;

  • Tecnologia;

  • Engenharias e matemática (STEM);

  • Tecnologia da Informação e inteligência artificial;

  • Agronegócio e alimentos;

  • Saúde;

  • Educação;

  • Gestão pública;

  • Mudanças Climáticas e Energia;

  • Mineração.


A proposta é formar profissionais altamente qualificados, capazes de trazer conhecimento e inovação para Goiás após a conclusão dos estudos.


Goiás pelo Mundo


Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, José Frederico Lyra Netto diz que o programa Goiás pelo Mundo, que também oferece intercâmbio para alunos das Escolas do Futuro, entre outras frentes de auxílio e fomento, e que foi criado com o objetivo de internacionalizar o estado.



“Entendemos que os talentos goianos devem ter chance de aprender nos principais centros do mundo e trazer esse conhecimento de volta a Goiás”, afirma o secretário.




“Levar goianos para fazer mestrado nas 100 principais universidades é uma parte importante desta política pública”, esclarece.




Goiás pelo Mundo lança edital para bolsas de mestrado internacional Goiás pelo Mundo lança edital para bolsas de mestrado internacional
“Entendemos que talentos goianos devem ter chance de aprender nos principais centros do mundo e de trazer esse conhecimento de volta a Goiás”, afirma o titular da Secti-GO (Foto: Secti-GO)


Segundo o presidente da Fapeg, Marcos Arriel, o Goiás Pelo Mundo busca ampliar o acesso ao ensino de qualidade no exterior.



“A ideia é que, ao retornarem, esses estudantes contribuam com soluções inovadoras, pesquisas e melhorias em áreas estratégicas com foco no impacto regional e local, como forma de retribuição ao investimento realizado”, destaca Arriel.



Ele acrescenta, ainda, que a iniciativa tem como objetivo preparar para o mercado de trabalho profissionais de alto nível, com capacidade técnica e de pesquisa diferenciados.



Goiás pelo Mundo lança edital para bolsas de mestrado internacional Goiás pelo Mundo lança edital para bolsas de mestrado internacional
Segundo presidente da Fapeg, Marcos Arriel, o Goiás Pelo Mundo busca ampliar acesso ao ensino de qualidade no exterior (Foto: Secti-GO)


A CEO do Instituto Trajetórias, Leany Lemos, destaca que somente 1% dos jovens brasileiros entre 25 e 34 anos possui mestrado – contra média de 16% dos países da OCDE.


Para ela, investir na formação de mestrado em universidades de excelência é mais do que uma experiência pessoal: é uma estratégia de política pública, com muitos impactos positivos.



“É uma enorme satisfação participar de um projeto que abre oportunidades de bolsas de estudo para talentos de Goiás. Investir na formação internacional é fortalecer o futuro de Goiás e do Brasil”, afirma.




Goiás pelo Mundo lança edital para bolsas de mestrado internacional Goiás pelo Mundo lança edital para bolsas de mestrado internacional
Para a CEO do Instituto Trajetórias, Leany Lemos, investir na formação de mestrado em universidades de excelência é estratégia de política pública, com muitos impactos positivos (Foto: Secti-GO)


Investimento


O investimento total estimado é de cerca de 206 mil dólares, com apoio que inclui pagamento de taxas acadêmicas pela Secti (com limite de até US$ 50 mil ou R$ 268.500 por estudante, em até quatro parcelas, destinado à anuidade, taxa de matrícula e outras).


Os beneficiários serão Bolsistas Trajetórias nas universidades internacionais conveniadas, o que dará acesso a descontos em “tuition and fees” entre 20% e 100%, a depender da instituição de destino.


As bolsas de estudos serão implementadas a partir de agosto e serão pagas pela Fapeg no valor unitário de US$ 1.300 ou R$ 6.843,33 por mês (Cotação do Dólar estadunidense fornecida pelo Banco Central do Brasil em 16 de março de 2026).


O valor é destinado à manutenção, moradia, alimentação e outras despesas acadêmicas e pessoais no exterior.


A Fapeg também destinará um valor de US$ 10.000 ou R$ 52.641, com pagamento em uma única parcela, para a cobertura de despesas de:



  • viagem/deslocamentos e instalação/estabelecimento no exterior;

  • passagens internacionais;

  • domésticas;

  • seguro-saúde;

  • visto;

  • acomodação temporária etc.


Quem pode participar


Para concorrer, é necessário cumprir alguns requisitos. O candidato deve:



  • ter vínculo com Goiás (por formação ou atuação profissional);

  • residir no estado;

  • não possuir título de mestre;

  • já ter iniciado o processo de candidatura (“application”) ou ter sido aceito em uma universidade internacional elegível.


Além disso, os selecionados deverão concordar com critérios de retorno ao estado, contribuindo com o desenvolvimento local após a formação.


O candidato deve enviar pela plataforma Sparkx, documentos digitalizados e legíveis.


O único critério de pontuação para seleção de beneficiários será pela nota da instituição de ensino superior estrangeira a qual se obteve aprovação, com base no World University Ranking 2026, elaborado pelo Times Higher Education.


O processo de seleção será realizado em três etapas sucessivas, conduzidas pela Secti e Fapeg em parceria com o Instituto Trajetórias.


Mais informações e o edital completo estão disponíveis no site da Fapeg.


Saiba mais


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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás – Governo de Goiás






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Sala de vacina da UBS 1 da Estrutural fecha para obras, mas vacinação continua na região

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Mesmo com a sala de vacinação fechada para obras, a imunização na Estrutural segue funcionando sem interrupções. A Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 teve o espaço interditado nesta semana para uma reestruturação completa, e o atendimento foi imediatamente transferido para a UBS 2, garantindo a continuidade do serviço na região.


A mudança foi feita para evitar qualquer impacto em um dos setores mais sensíveis da atenção básica: a vacinação. Responsável por manter a população protegida e o calendário em dia, o serviço segue operando normalmente, agora concentrado na unidade vizinha, que passou a absorver a demanda.


A obra atinge diretamente a estrutura da sala de vacina, considerada um ponto crítico dentro da unidade. Estão previstas intervenções como a troca do piso e a readequação das instalações elétricas, medidas essenciais para o funcionamento das câmaras que armazenam os imunizantes, as quais exigem controle rigoroso de temperatura.


A previsão é de que os trabalhos sejam concluídos em até três semanas. À frente da UBS, a gerente Ana Carolina Arêa Silva explicou que a intervenção atende a uma necessidade técnica do serviço. “A gente precisava ajustar a estrutura para garantir que tudo funcione dentro do padrão exigido, principalmente no que envolve a conservação das vacinas”, afirmou.


Ela também destacou que a melhoria impacta diretamente a qualidade do atendimento. “Com esse novo ambiente, conseguimos oferecer mais segurança para quem trabalha e também para quem procura a unidade. Isso faz diferença no dia a dia do atendimento”, acrescentou.


Mesmo com a interdição da sala de vacinação, os demais atendimentos da UBS 1 seguem normalmente, sem qualquer alteração na rotina da unidade.


A Secretaria de Saúde do Distrito Federal orienta que, durante o período de obras, os moradores da Estrutural procurem a UBS 2 para manter a vacinação em dia, evitando atrasos na proteção contra doenças.


A intervenção ocorre ao mesmo tempo que um movimento mais amplo de reforço da atenção primária na região. O Governo do Distrito Federal também avança na construção de uma nova UBS no setor oeste da Estrutural, ampliando a estrutura de atendimento.


Com investimento superior a R$ 10 milhões, a nova unidade terá capacidade para atender cerca de 16 mil moradores e contará com quatro equipes de saúde da família, ampliando a cobertura e reduzindo a pressão sobre a rede existente.






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Professor gera polêmica ao fazer comentários sobre bairro no Entorno

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Um professor da rede pública do Novo Gama (GO), identificado como Luis Eduardo Chagas (imagem em destaque), gerou polêmica ao fazer comentários sobre o bairro Lago Azul durante uma aula. O caso ganhou repercussão após a divulgação de um vídeo nas redes sociais.


Veja:



 


Na gravação (veja acima), feita em sala de aula de um curso preparatório para concurso público, o docente compara realidades de bairros do município, como Lunabel e Lago Azul.


Em um dos trechos, ele afirma que, no Lago Azul, moradores não teriam acesso a pizzarias e que o lazer dos jovens seria “andar a cavalo”.


“No Lago Azul, os meninos lá não têm uma pizzaria. Você chega lá, o lazer deles é andar de cavalo. Quando chega o mês de maio no Lago Azul, os moleques não vão para a escola. Passou a festa do divino e esquece, acabou. Aí é rivotril e sertralina”, diz o professor no vídeo.


Após a repercussão negativa, Luis Eduardo publicou um pronunciamento nessa segunda-feira (30/3), em que afirmou que a fala foi retirada de contexto e pediu desculpas aos moradores.


Segundo ele, o comentário foi feito de forma “hiperbolizada” durante uma comparação entre bairros e não teve intenção discriminatória.


“Em uma de minhas aulas da semana passada, em fazer uma comparação entre dois bairros da cidade de Novo Gama, o Lunabel e o Lago Azul, de forma hiperbolizada, eu disse que o Novo Gama não possuía sequer uma pizzaria”, afirmou.


O professor também disse que a menção ao lazer de jovens que andam a cavalo não teve caráter vexatório e reforçou que o trecho divulgado foi retirado de uma aula com mais de três horas de duração.


“Como professor, sei da responsabilidade que tenho com o uso da oratória. Também sei que uma palavra retirada de seu contexto pode ocasionar desconforto, ira e entristecimento”, declarou. “Portanto, quero reiterar aqui o meu respeito, claro, a todos os moradores e comerciantes do Lago Azul”.


Nos comentários da publicação, alunos e colegas saíram em defesa do docente. Eles afirmam que a fala foi retirada de contexto e que, durante a aula, não houve intenção de desrespeitar moradores dos bairros citados.


A professora Rachel Ferreira afirmou que a “fragmentação da narrativa manipulou totalmente o discurso de maneira incompatível e que em nada corresponde à realidade”.


Uma aluna, Maria Aparecida, afirmou que Luis era um “excelente profissional”, enquanto outra estudante elogiou a aula e disse não ter visto “em momento nenhum, a ideia de diminuir os bairros em questão”.


Fabiana Araujo, outra aluna, afirmou que não fazia menor sentido o que fizeram. “Eu estava presente na aula, havia um contexto, e em nenhum momento o professor foi desrespeitoso ou inadequado”, escreveu.


Outro professor, Laércio Silva, disse conhecer o caráter, a dedicação e o amor pela educação e pelos alunos de Luis Eduardo. “Não é um ‘corte’ que vai mudar isso, irmão! Além disso, o respeito que sempre demonstrou pela comunidade, na qual ministra aulas, é admirável”, afirmou.


“Profunda indignação”


Em nota, a Prefeitura Municipal de Novo Gama manifestou “veemente repúdio e profunda indignação” às declarações. O órgão afirmou que as falas são “depreciativas e desrespeitosas” e que desconsideram a importância social do bairro Lago Azul.


“Tais manifestações não apenas ferem a dignidade dos moradores, como também desconsideram a história, os avanços e a importância social do bairro Lago Azul, construído diariamente por cidadãos trabalhadores, comprometidos e que contribuem de forma significativa para o desenvolvimento do Município”, informou.

Segundo a prefeitura, as palavras do professor “demonstram total desprezo, falta de respeito e desconhecimento pela comunidade local, inclusive pelos estudantes daquela região”.


A Câmara Municipal do Novo Gama também criticou as declarações e repudiou “qualquer manifestação de depreciação gratuita” contra a comunidade local.


“Esta Casa Legislativa não admite, sob nenhuma hipótese, discursos que atentem contra a dignidade da nossa gente ou que desqualifiquem, de maneira leviana, a identidade e o valor dos nossos bairros. O Lago Azul é parte fundamental do Novo Gama, com uma comunidade trabalhadora, resiliente e merecedora de respeito”, destacou.





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Enquete revela favorito para a final com Ana Paula e Juliano no BBB 26: vote!

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Com apenas duas semanas para ser anunciado o vencedor ou vencedora do BBB 26, dois participantes parecem estar garantidos no pódio desta edição nas redes sociais. Aos internautas de plantão, resta apenas uma pergunta para debate: quem deve estar com Ana Paula Renault e Juliano Floss na final.



Quem você quer que vá para final com Ana Paula e Juliano?










Enquete revela favorito para a final com Ana Paula e Juliano no BBB 26: vote! - destaque galeria

Vote em quem você acha que deve ir para final do BBB 26 com Ana Paula Renault e Juliano Floss
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Vote em quem você acha que deve ir para final do BBB 26 com Ana Paula Renault e Juliano Floss

Reprodução/BBB
Leandro Boneco deixa o BBB 26 e é a 6ª baixa do reality show
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Leandro Boneco deixa o BBB 26 e é a 6ª baixa do reality show

Reprodução/BBB
Milena e Jordana no BBB 26
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Milena e Jordana no BBB 26

Reprodução/redes sociais.
Ela disse não ter mais contato com a ex-amiga
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Ela disse não ter mais contato com a ex-amiga

Reprodução/ Globoplay
Gabriela participa do BBB 26
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Gabriela participa do BBB 26

Reprodução/TV Globo
Jordana no BBB 26
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Jordana no BBB 26

Reprodução/TV Globo
Vazamento na casa do BBB 26 causou caos entre os participantes
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Vazamento na casa do BBB 26 causou caos entre os participantes

Reprodução/BBB
Milena durante o Castigo do Monstro do BBB 26
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Milena durante o Castigo do Monstro do BBB 26

Reprodução/TV Globo
Juliano Floss chora no BBB 26 após briga com Samira
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Juliano Floss chora no BBB 26 após briga com Samira

Reprodução/TV Globo
Marciele no BBB 26
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Marciele no BBB 26

Reprodução/ TV Globo
Vote em quem você acha que deve ir para final do BBB 26 com Ana Paula Renault e Juliano Floss
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Vote em quem você acha que deve ir para final do BBB 26 com Ana Paula Renault e Juliano Floss

Reprodução/BBB

Com a eliminação de Samira no 14º Paredão, Milena era a princípio a favorita ao Top 3. No entanto, desde que a gaúcha foi para a berlinda, a relação da participante com Juliano e principalmente Ana Paula ficou estremecida.


Seja um deslize de Milena, ou uma estratégia da veterana e favorita a campeã, os sinais de um possível rompimento não passaram despercebidos pelos usuários nas redes sociais.




“Eu soltei a mão da Milena… Não me importa quem vai ficar no terceiro lugar!”, escreveu um. “É triste ver o sofrimento da Tia Milena com a eliminação da Samira. O certo a se fazer é eliminarmos ela domingo pra que ela possa matar essa saudade dolorosa”, ironizou outra.


Incrível como a Ana Paula tá fazendo de tudo pra demonizar a Milena e se fazer de boazinha com as rivais vilanizando de forma sutil a própria aliada”, avaliou uma. “Eles estão indo com tudo pra cima da Milena, querem ela fora da final e o ataque vai ser baixíssimo”, acrescentou outra.



Jordana pode se juntar a Ana Paula e Juliano?


Com Milena fora da jogada, um outro nome surge como favorita à finalista: Jordana.


Sobrevivente de quatro berlindas, ela lidera o ranking de Paredões da edição, ao lado de Leandro Boneco, outro competidor forte. A trajetória resistente e a vitória sobre Samira consolidaram sua posição, e a sister não dá sinais de que pretende sair tão cedo.


Ainda assim, o cenário segue aberto. Com poucos dias até a decisão, um confronto direto entre nomes fortes pode mudar completamente o rumo do jogo — e abrir espaço para uma virada.


É nesse contexto que Marciele aparece como possível surpresa. Caso avance nos próximos Paredões, pode embalar e chegar à final.


Já Gabriela ainda não teve grande destaque individual, mas pode crescer na reta final. Diante da rejeição a outros participantes, a “Panquequinha” surge como um nome com potencial de agradar o público.


A final do BBB 26 está marcada para 21 de abril.





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