
Mesmo confinada no reality show, a participante teve a oportunidade de ter contato físico com a mãe
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https://chumbogrossodf.com.br/bbb-26-milena-reencontra-mae-apos-vencer-prova-do-anjo-veja-como-foi/?fsp_sid=287583


O Distrito Federal começou a fechar o cerco contra a criminalidade em passarelas subterrâneas do Plano Piloto. Quatro desses espaços, que concentram grande fluxo de pedestres todos os dias, já estão sendo monitorados por câmeras com transmissão em tempo real, ampliando o controle e a atuação das forças de segurança.
A iniciativa é liderada pela Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF), em parceria com a Novacap e a CEB, e marca o avanço de uma estratégia que aposta na tecnologia para tornar áreas antes consideradas vulneráveis mais seguras.
Foram contempladas, nesta fase inicial, as passagens das quadras 103/203 Norte e, na Asa Sul, 101/201, 103/203 e 105/205. Cada local recebeu quatro câmeras, instaladas em pontos estratégicos, garantindo ampla cobertura dos acessos e da circulação de pessoas.
O monitoramento é feito diretamente pelo Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), responsável por acompanhar as imagens em tempo real e coordenar o acionamento das equipes em campo. A integração permite respostas mais rápidas diante de qualquer situação suspeita.
Para o secretário de Segurança Pública interino, Alexandre Patury, a implantação representa um avanço na forma de pensar a segurança urbana. Segundo ele, o uso de tecnologia, aliado ao planejamento dos espaços, contribui para reduzir ocorrências e aumentar a sensação de proteção da população que utiliza essas passagens diariamente.
A ação faz parte de um pacote mais amplo do Governo do Distrito Federal, voltado à requalificação de áreas públicas, com foco na prevenção. O projeto segue conceitos da Prevenção Criminal pelo Desenho do Ambiente (CPTED), que orienta intervenções estruturais para diminuir riscos e melhorar a organização dos espaços urbanos.
Além do videomonitoramento, as passarelas também passam por melhorias, como reforço na iluminação, manutenção e ajustes estruturais. A ideia é não apenas vigiar, mas transformar os ambientes em locais mais seguros e bem cuidados.
A expectativa é que o modelo seja ampliado gradualmente para outras passagens subterrâneas do Plano Piloto, consolidando o uso da tecnologia como ferramenta permanente na segurança pública do DF.
De acordo com o subsecretário de Modernização Tecnológica, Gustavo Tarrago, a inclusão dessas áreas no sistema integrado de monitoramento fortalece a capacidade de análise e agiliza a tomada de decisão das equipes operacionais.

A busca por maior precisão nos exames realizados na rede pública do Distrito Federal levou o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF) a abrir o Edital nº 19/2026 para a compra de um micrótomo semiautomático, equipamento essencial na análise de tecidos.
O aparelho será destinado ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade de referência em alta complexidade, onde a demanda por exames laboratoriais exige alto nível de detalhamento técnico. A aquisição está inserida no movimento de qualificação da estrutura assistencial do instituto.
Utilizado em laboratórios de patologia, o micrótomo permite cortar amostras em lâminas extremamente finas, etapa indispensável para exames como biópsias. A partir dessas lâminas, especialistas conseguem observar as células com mais clareza ao microscópio, o que viabiliza a identificação de doenças com base em fragmentos do corpo.
O reforço na área de anatomia patológica, responsável por esse tipo de análise, é apontado como estratégico dentro da rede pública, já que o setor atua diretamente no suporte ao diagnóstico clínico.
O processo de contratação será feito de forma eletrônica, com envio de propostas e documentos de habilitação por meio da plataforma Apoio Cotações.
As empresas interessadas devem consultar o edital completo e os anexos para verificar as exigências técnicas e os critérios de participação. O prazo para envio das propostas vai de 9 a 23 de abril de 2026, totalizando 10 dias úteis.
Serviço
Edital nº 19/2026 — Aquisição de micrótomo semiautomático
Período de propostas: de 9 a 23 de abril de 2026
Plataforma: Apoio Cotações
Cotação: 1499046
Edital: https://igesdf.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Edital_19_2026.pdf
Mais informações: https://www.igesdf.org.br

A Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) e a prefeitura do Rio assinaram, nessa quinta-feira (9), acordo para aumentar gradativamente o número de escolas do carnaval carioca. Em reunião na Cidade do Samba, o prefeito Eduardo Cavaliere, o presidente da Liesa, Gabriel David, e representantes de todas as agremiações definiram um planejamento estruturado para a ampliação progressiva do Grupo Especial, que passará a contar com 15 escolas até o carnaval de 2030.
O modelo aprovado respeita o regulamento vigente: em 2027, a disputa seguirá com 12 escolas. A partir daí, a transição ocorrerá de forma gradual. Ao fim de cada ciclo, duas agremiações subirão da Série Ouro e apenas uma será rebaixada do Grupo Especial. Com essa dinâmica, o Grupo Especial terá 13 escolas em 2028, 14 em 2029, chegando a 15 agremiações em 2030.
Para o presidente da Liesa, Gabriel David, a decisão reflete o amadurecimento da gestão do carnaval. “Quero destacar a abertura do diálogo com as escolas. Esse tipo de escuta qualificada fortalece todo o setor. Tivemos uma conversa produtiva, em que foi possível aprofundar o entendimento sobre as demandas das agremiações e o momento atual do nosso espetáculo”.
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David afirmou ainda que a decisão permite avançar com responsabilidade na discussão sobre a ampliação do grupo. “O modelo definido é progressivo, respeita as regras vigentes e garante segurança financeira para todos os envolvidos”, acrescentou.
O compromisso do poder público em viabilizar essa expansão com responsabilidade foi citado pelo prefeito Eduardo Cavaliere, que garantiu o suporte necessário à transição.
“O papel da prefeitura é garantir toda a estrutura financeira, logística e infraestrutura para isso. E mesmo com a garantia da prefeitura, as escolas precisam de um tempo para se preparar, se planejar, garantindo que o carnaval vai seguir avançando, evoluindo cada vez mais, melhor e mais competitivo”, disse ele.

A musa fitness negou que o relacionamento entre os dois começou enquanto Viviane e Belo ainda estavam juntos. Durante depoimento ao documentário Belo – Perto Demais da Luz, Gracyanne disse que Belo já estava separado quando eles começaram a se envolver.
“Eles terminaram por conta da relação que eu vinha tendo com a Viviane. Nos conhecemos no final de 2005 e em 2007 a Viviane decidiu terminar com o Belo”, afirmou.

A Polícia Federal deflagrou a segunda etapa da Operação Vem Diesel, com o objetivo de fiscalizar distribuidores e revendedores de gás de botijão – Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). As ações de fiscalização abrangeram 24 cidades em 15 estados e no Distrito Federal.
De acordo com os investigadores, 55 estabelecimentos foram fiscalizados por equipes da Agência Nacional de Petróleo (ANP) e Procons, além de policiais federais.
“As ações visam identificar práticas irregulares no aumento no preço do gás, na fixação de preços entre empresas concorrentes para controle de mercado e outras eventuais práticas abusivas que possam acarretar prejuízos para o consumidor”, detalhou a PF.
Os estabelecimentos estão localizados nos estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
Irregularidades ou crimes que, porventura, venham a ser detectados serão encaminhadas à PF para a apuração. Se confirmadas as suspeitas, os responsáveis poderão ser indiciados por crimes contra a ordem tributária, econômica, bem como contra a economia popular e as relações de consumo.
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A primeira etapa da operação foi deflagrada no dia 27 de março em 11 estados e no Distrito Federal, para averiguar postos de combustíveis suspeitos de praticarem aumentos irregulares na venda do produto.
Na oportunidade, a PF informou que as ações estavam focadas em “eventuais condutas abusivas que possam acarretar prejuízos ao consumidor.

O Festival de Cannes anunciou, nesta quinta-feira (9/4), a lista de filmes da 79ª edição e reacendeu o debate sobre representatividade na principal vitrine do cinema mundial. Após anos de maior abertura ao cinema latino-americano, a seleção de 2026 aponta para um perfil mais conservador — e a região fica de fora da disputa pela Palma de Ouro.
Para a jornalista e crítica de cinema Flávia Guerra, o cenário não chega a surpreender: o que era, de fato, incomum era a forte presença latino-americana nos últimos anos.
“Infelizmente a exceção é quando a gente tem filmes latino-americanos em competição. Nos últimos 10 anos, os quatro filme latino-americanos que competiram a palma de ouro foram brasileiros: Aquarius, Bacurau, O Agente Secreto, todos de Kleber Mendonça Filho, e Motel Destino, de Karim Aïnouz”, pontuou.


Troféu Palma de Ouro do Festival de Cannes
Samir Hussein/WireImage
CANNES, FRANCE - MAY 11: The official festival poster is on display during the installation at the Palais de Festival ahead of the 78th annual Cannes Film Festival at on May 11, 2025 in Cannes, France. (Photo by Thomas Kronsteiner/Getty Images)
Thomas Kronsteiner/Getty Images
Presidente e o diretor do Festival de Cannes, Iris Knobloch e Thierry Frémaux, na coletiva do 79º Festival de Cannes
Corbis/Corbis via Getty Images
Logo do Festival de Cannes exibida durante a coletiva de imprensa do 79º Festival de Cannes
Marc Piasecki/Getty ImagesPara a especialista, a ausência chama ainda mais atenção quando comparada à presença dominante da França na seleção. Ao todo, o país ocupa cerca de oito vagas na competição principal, enquanto regiões inteiras, como América Latina e África, ficaram de fora. “É um pouco de falta de aposta mesmo, falta de coragem de apostar no novo”, destacou Flávia.
O contraste é ainda mais evidente diante do recente destaque de produções latino-americanas no evento. Em 2025, filmes da região voltaram a ganhar espaço e visibilidade. O longa brasileiro O Agente Secreto, estrelado por Wagner Moura, venceu dois prêmios principais de Melhor Direção e Melhor Ator, o que gerou expectativa por uma continuidade desse movimento com a presença de longas latinos.
Fora da competição principal, contudo, o cinema latino segue presente, mas em mostras paralelas. A mostra Um Certo Olhar, conhecida por abrigar produções mais ousadas, inclui títulos da América Latina, como um filme chileno e outro costa-riquenho, ambos dirigidos por mulheres.
“Às vezes traz filmes mais interessantes, às vezes não, quase sempre mais interessantes e ousados do que a própria competição oficial, porque lá tem maior liberdade para ter filmes que ousam mais”, completa.
O longa Elefantes na Névoa, inclusive, que está entre os selecionados na mostra, é uma coprodução internacional entre Nepal, Alemanha, Brasil, França e Noruega.
Segundo a análise da especialista, essa tendência é explicada porque o festival mantém uma tradição de priorizar cineastas já consagrados e recorrentes na programação, o que limita a entrada de novas vozes.
Diretores considerados “queridos” de Cannes seguem presentes, reforçando uma curadoria mais segura. São exemplos Ryusuke Hamaguchi, Pedro Almodóvar, Paweł Pawlikowski, Andrey Zvyagintsev e Ira Sachs.
Outro ponto de destaque na seleção é o esvaziamento de produções de Hollywood — tanto na competição principal quanto nas sessões de maior visibilidade.
Para Flávia, faltam filmes com o perfil que Cannes tradicionalmente valoriza: produções que equilibram assinatura autoral e escala de estúdio. “Os grandes estúdios não estão fazendo nem ultra blockbusters nem filmes autorais”, frisou.
Mesmo quando nomes de peso aparecem na programação, ficam fora da disputa principal. É o caso de Ron Howard e Steven Soderbergh, que lançam em 2026 documentários sobre John Lennon e o fotógrafo Richard Avedon, respectivamente.
“Para competir pela Palma, um documentário precisa ser muito diferenciado — ter algo muito autoral. Não é o caso desses dois”, analisa.
Outro fator é a ausência das chamadas “mega pré-estreias”, que costumam levar grandes produções comerciais ao festival. Flávia aponta que Duna: Parte 3 seria um candidato natural para esse tipo de exibição, mas avalia que o estúdio provavelmente não optou por esse caminho.
A crítica também destaca o impacto das regras do mercado francês — em especial a chamada janela de exibição, que obriga os filmes a permanecerem em cartaz nos cinemas por um período antes de chegarem ao streaming. A Netflix, que tem marcado presença nas últimas temporadas de premiação, raramente adota essa prática, o que limita sua participação em festivais com essa exigência.
Apesar do anúncio desta quinta-feira, a seleção ainda não está totalmente fechada. É comum que o festival acrescente novos títulos nas semanas anteriores ao evento, seja por ajustes de programação, seja pela finalização de algumas obras.

Garantir um documento pode parecer simples, mas, para muitas pessoas com deficiência, ainda é um obstáculo que limita direitos básicos no dia a dia. No Distrito Federal, uma nova iniciativa quer mudar essa realidade e transformar o acesso em cidadania efetiva.
Foi com esse foco que o projeto Cidadania em Movimento 2026 foi lançado na manhã de terça-feira (7), na unidade da Apae-DF, na Asa Norte. A proposta reúne governo e sociedade civil em uma força conjunta para facilitar o acesso à documentação e ampliar o alcance de políticas públicas voltadas a pessoas com deficiência intelectual e múltipla.
A secretária de Educação interina do DF, Iêdes Braga, participou da abertura e destacou o impacto direto da ação na vida das famílias. Segundo ela, iniciativas como essa enfrentam uma exclusão que, muitas vezes, passa despercebida. “Quando a gente garante documentação, orienta famílias e leva os serviços até quem precisa, não é só atendimento. É inclusão de verdade, é dar visibilidade a quem, por muito tempo, ficou à margem”, afirmou.
O projeto tem como uma das principais frentes a emissão da Carteira de Identidade Nacional, documento essencial para acesso a benefícios, serviços e direitos. Mas vai além. A iniciativa também prevê orientação sobre garantias legais e apoio às famílias, funcionando como uma ponte entre o cidadão e o Estado.
O lançamento reuniu representantes de diferentes áreas envolvidas com a pauta. Estiveram presentes a presidente da Apae-DF, Erenice Natália Soares de Carvalho; a coordenadora-geral de educação, Cecília Muraro; a coordenadora do núcleo da Asa Norte, Natália Ines; o superintendente Erivaldo Fernandes Neto; a supervisora de Educação Ambiental da Caesb, Erika Radespiel; o deputado distrital Iolando Almeida; e o secretário da Pessoa com Deficiência, Willian Ferreira da Cunha.
Mais do que um evento institucional, o encontro também abriu espaço para o protagonismo dos alunos. A apresentação da banda Baião de Dois, formada por estudantes e professores da Apae-DF, emocionou o público com um repertório que mistura músicas autorais e releituras de clássicos da música brasileira, mostrando, na prática, o potencial e a autonomia dos participantes.
Com presença consolidada em mais de dois mil municípios brasileiros, a Apae é referência na promoção de direitos das pessoas com deficiência intelectual e múltipla. A entidade atua de forma integrada nas áreas de educação, saúde e assistência social e acumula conquistas históricas, como a inclusão do Teste do Pezinho na rede pública.
Agora, ao lançar o Cidadania em Movimento 2026, a instituição reforça seu papel como articuladora de políticas inclusivas e amplia a conexão com o poder público. A expectativa é que a iniciativa avance para além do evento e se traduza em mais acesso, mais autonomia e mais dignidade para quem ainda enfrenta barreiras no exercício pleno da cidadania.

A Aena, concessionária que opera o Aeroporto de Congonhas, informou que irá operar até meia-noite desta quinta-feira (9).
A medida foi adotada após uma pane técnica na manhã de hoje ter provocado o cancelamento de pousos e decolagens no aeroporto, localizado na zona sul de São Paulo. O problema ocorreu entre as 8h58 e 10h09 no Centro de Controle do Espaço Aéreo.
A ampliação do horário de operações foi autorizado pelo Departamento de Controle do Tráfego Aéreo (DECEA), atendendo pedido das companhias aéreas e como forma de reduzir o impacto nos atrasos e cancelamentos de voos.
Durante todo o dia, ao menos 30 voos foram impactados.
A falha deixou inoperantes, além de Congonhas, os aeroportos de Guarulhos, Viracopos e o Campo de Marte.

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A poucos dias de trocar o aluguel pela casa própria, o servidor público João Mário de Oliveira e Silva, de 49 anos, já vive a expectativa da mudança para o Itapoã Parque, onde passará a morar com a esposa e a filha de 14 anos. A conquista marca o fim de uma longa espera por estabilidade no Distrito Federal.
Morando no Guará II desde que chegou a Brasília, em 2012, João viu no programa habitacional do governo local a oportunidade de mudar de vida. Para ele, a iniciativa ampliou o acesso à moradia para quem antes não conseguia entrar no mercado imobiliário. “Quando o governo cria opções mais acessíveis, muita gente passa a enxergar uma chance real de sair do aluguel. No meu caso, é a realização de finalmente ter um lugar fixo para viver”, afirma.
O novo endereço fica no condomínio 30, um conjunto com 96 apartamentos, projetado para abrigar famílias com média de três a quatro pessoas por unidade. A mudança deve ocorrer nos próximos dias, assim que forem concluídas as ligações de energia elétrica e gás. Enquanto aguarda, João já organiza os detalhes do novo lar. “A gente está planejando tudo com muito cuidado, pensando na sala, nos móveis novos e em uma cozinha bem aproveitada, com armários e espaço funcional”, conta.
A história dele se soma à de milhares de outras beneficiadas pela política habitacional do Distrito Federal. Desde 2019, mais de 13,8 mil moradias foram entregues, alcançando cerca de 40 mil pessoas. Para este ano, a previsão é ampliar esse número com a entrega de outras 20 mil unidades.
Presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), Marcelo Fagundes destaca que os resultados vão além dos números. “Quando falamos dessas entregas, estamos falando de famílias inteiras que tiveram a vida transformada. Não se trata apenas de construir imóveis, mas de garantir dignidade e realizar um sonho antigo de muita gente”, afirma.
O planejamento da companhia indica uma expansão ainda maior nos próximos anos. Segundo Fagundes, há mais de 63 mil unidades em fase de produção, e novos editais devem reforçar esse volume. “Se considerarmos o que já está em andamento e o que ainda será lançado, a expectativa é atingir cerca de 100 mil moradias entregues em até cinco anos”, projeta.
Os empreendimentos estão espalhados por diferentes regiões administrativas, como Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Ceilândia e Itapoã, onde está localizado o maior projeto habitacional de interesse social do país. Também há iniciativas em andamento em Samambaia, São Sebastião, Sobradinho, Sol Nascente, Gama e Brazlândia, além de novos projetos previstos para Ceilândia.
A estratégia da Codhab é priorizar áreas com infraestrutura e acesso facilitado a serviços públicos e transporte. De acordo com o presidente, essa escolha garante melhores condições de vida às famílias contempladas e fortalece o desenvolvimento das regiões. Ele também destaca o impacto econômico dos projetos, que geram milhares de empregos diretos e indiretos durante a execução das obras.
Apesar do avanço, a demanda por moradia segue crescente. “A procura não para, porque a cidade continua se expandindo, novas famílias surgem e mais pessoas chegam ao DF. Mesmo assim, o volume de entregas que estamos alcançando já representa um marco histórico para a habitação na capital”, conclui.

Com a mudança já marcada e os móveis ainda no papel, João Mário de Oliveira e Silva, de 49 anos, vive a contagem regressiva para deixar o aluguel e entrar no primeiro imóvel próprio, no Itapoã Parque. Ao lado da esposa e da filha de 14 anos, ele se prepara para ocupar um dos apartamentos do condomínio 30, onde a rotina começa a ganhar novos planos.
Morador do Guará II desde que chegou a Brasília, em 2012, João viu no programa habitacional do Distrito Federal a oportunidade de encerrar um ciclo que pesava no bolso e não trazia retorno. Ele afirma que pagar aluguel sempre foi um sacrifício sem construção de patrimônio e que a chance de conquistar um imóvel próprio representa mais segurança e estabilidade para a família.
O residencial onde ele vai morar reúne 96 unidades e deve receber, em média, de três a quatro pessoas por apartamento. A liberação definitiva depende apenas da conclusão das ligações de serviços básicos, como gás e energia elétrica, e a expectativa é de que a mudança ocorra já na próxima semana. Enquanto isso, a família se dedica a planejar cada detalhe do novo espaço, desde a escolha dos móveis até a organização da cozinha.
A trajetória de João reflete uma política pública que vem ampliando o acesso à moradia no Distrito Federal. Desde 2019, o governo local, por meio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), já entregou mais de 13,8 mil unidades, alcançando cerca de 40 mil moradores. A previsão é manter o ritmo de expansão, com a meta de inaugurar outras 20 mil moradias ainda neste ano.
À frente da Codhab, Marcelo Fagundes afirma que os números traduzem histórias concretas de transformação. Segundo ele, cada unidade entregue representa uma mudança real na vida de famílias que aguardavam pela casa própria. Ele ressalta que o trabalho da companhia vai além da construção civil e está diretamente ligado à realização de projetos de vida.
O planejamento habitacional segue em ritmo acelerado. De acordo com o gestor, há mais de 63 mil unidades em fase de produção, e novos editais devem ampliar ainda mais esse volume. A projeção é de que, nos próximos cinco anos, o Distrito Federal alcance a marca de aproximadamente 100 mil novas moradias entregues.
Os empreendimentos estão distribuídos por diferentes regiões administrativas, com projetos no Recanto das Emas, Riacho Fundo II e Ceilândia, além do próprio Itapoã, onde está localizado o Itapoã Parque, considerado o maior empreendimento habitacional de interesse social do país. Outras frentes também avançam em Samambaia, São Sebastião, Sobradinho, Sol Nascente, Gama e Brazlândia, além de novas iniciativas previstas para Ceilândia.
A estratégia da Codhab prioriza áreas com acesso a transporte, comércio e equipamentos públicos, garantindo melhores condições de vida aos moradores. Além do impacto social, os projetos também impulsionam a economia local, com a geração de milhares de empregos diretos e indiretos em cada empreendimento.
Mesmo com o avanço das entregas, a demanda por moradia continua em alta. Segundo Fagundes, o cadastro habitacional é dinâmico e se renova constantemente, impulsionado pelo crescimento populacional, pela formação de novas famílias e pela chegada de novos moradores ao Distrito Federal. Ainda assim, ele destaca que o volume atual de entregas já configura um dos maiores marcos da política habitacional da capital.


A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) atualizou o número do seu Disque-Denúncia, com o objetivo de facilitar o diálogo com a população e fortalecer as ações de vigilância sanitária no estado.
O novo telefone gratuito é o 0800-201-8555, e o atendimento funciona em horário comercial.
No canal é possível comunicar, por exemplo:
Segundo o diretor de Gestão Integrada, Renan Willian, a atualização do 0800 garante um canal oficial ágil para que o cidadão possa contatar a Agrodefesa e registrar a sua demanda.
“Precisamos da participação da sociedade para que o trabalho de defesa agropecuária seja cada vez mais eficiente”, afirma ele. “Essa relação de confiança e parceria é fundamental”.
O gerente de Fiscalização da Agrodefesa, Janilson Azevedo Júnior, reforça que a participação da sociedade potencializa o trabalho da agência.
“Ao tomar conhecimento de uma suspeita de irregularidade, nosso fiscal vai até o local para averiguar a situação e, confirmando o problema, toma as providências necessárias”.
“Por isso é muito importante que cada denúncia traga o máximo possível de detalhes sobre o acontecimento e a sua localização, para que o nosso trabalho seja melhor direcionado”, explica o gerente.
Além do Disque-Denúncia, a Agrodefesa oferece atendimento ao público:
A lista completa e o endereço de cada unidade podem ser acessados no site da Agrodefesa (goias.gov.br/agrodefesa/unidades-regionais).
O atendimento pelo Whatsapp é intermediado pelo chatbot Davi, o robozinho da Agrodefesa. Por meio dele, é possível realizar notificações de pragas e doenças, obter informações sobre exames e documentos e tirar dúvidas sobre o Sidago, entre outros serviços. Para conversar com ele, basta adicionar o número (62) 98164-1188 à lista de contatos do Whatsapp.
Chatbot Davi se consolida como canal direto entre Agrodefesa e produtor rural
Chatbot da Agrodefesa passa a receber notificações de irregularidades no campo
Já a Ouvidoria da Agrodefesa pode ser contatada pelo Portal Expresso do Governo de Goiás (www.go.gov.br), pelo e-mail ouvidoria.agrodefesa@goias.gov.br, pelo telefone (62) 3201-2320 ou presencialmente, em horário comercial, no endereço: Avenida Laurício Pedro Rasmussem, nº 2535, Setor Vila Yate, Bloco 1, Goiânia (GO).
Por fim, produtores rurais e profissionais do setor agropecuário têm ainda a opção de fazer denúncias à Agrodefesa via Sidago (sidago.agrodefesa.go.gov.br). Após acessar o sistema, basta localizar a opção “Denúncia” no menu à esquerda e seguir as orientações.
Agrodefesa orienta sobre exames para trânsito de bovinos e bubalinos destinados à reprodução
Governo destina R$ 473 mil em qualificação e acesso a crédito para produtores rurais
Agrodefesa orienta produtores sobre transporte interestadual de banana
Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) – Governo de Goiás

Uma política pública criada no Distrito Federal para melhorar a qualidade de vida no trabalho começa a ganhar alcance nacional. Desenvolvido pela Secretaria de Economia (Seec-DF), o modelo voltado ao bem-estar dos servidores já impacta mais de 70 mil profissionais e agora passa a inspirar mudanças em outras corporações, como o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO).
A iniciativa foi apresentada em Goiânia, durante um seminário realizado nos dias 7 e 8 deste mês, que reuniu cerca de 100 bombeiros militares. O encontro marcou o início da adoção de práticas baseadas na experiência do DF, com foco em saúde física e mental, organização do ambiente de trabalho e valorização profissional.
Ao longo da programação, comandantes regionais e chefes de unidade participaram de atividades de escuta estruturada, com o objetivo de mapear demandas internas e aperfeiçoar a gestão. A proposta é integrar o cuidado com os profissionais a estratégias que impactem diretamente o desempenho da corporação.
O chefe do Estado-Maior do CBMGO, coronel Emerson Ferreira, destacou que a iniciativa representa uma mudança de visão dentro da instituição. “Estamos avançando ao tratar o cuidado com os militares como parte estratégica da corporação. Quando o profissional é valorizado e tem melhores condições de trabalho, isso se reflete diretamente na qualidade do serviço prestado à população”, afirmou.
Já o secretário-executivo de Valorização e Qualidade de Vida no Trabalho da Seec-DF, Epitácio Júnior, ressaltou que a proposta é expandir experiências que já deram resultado no DF. “Nossa missão é compartilhar conhecimento técnico e práticas que já se mostraram eficazes, ajudando outras instituições a estruturarem políticas sólidas e que realmente façam diferença no dia a dia dos servidores”, explicou.
Com a disseminação do modelo, o Distrito Federal amplia sua influência na área de gestão pública e consolida uma política que, além de beneficiar seus próprios servidores, passa a contribuir para a modernização de outras administrações pelo país.

O apresentador Benjamin Back está de saída do SBT. Nesta quinta-feira (9/4), a emissora anunciou que encerrou, mais uma vez o contrato, com o jornalista. Desta vez, a saída se deve a um pedido do próprio Benja.
Segundo o canal, o ex-contratado, de olho na cobertura da Copa do Mundo, anunciou que irá focar os esforços em desenvolver projetos pessoais nas redes sociais. Esta saída marca a terceira passagem do jornalista pelo SBT.


Benjamin Back era apresentador do Arena SBT
Reprodução/SBT
Arena SBT foi cancelado pela emissora em março de 2026
Reprodução/SBT
Apresentador Benjamin Back
Reprodução
Apresentador Benjamin Back teve três passagens pelo SBT
Reprodução/SBT
Apresentador Benjamin Back pede para deixar o SBT
Reprodução“Saio feliz com tudo o que realizamos juntos e muito motivado para os próximos desafios, especialmente neste novo momento da minha carreira”, se despede Benjamin Back.
A saída de Benja do canal chega em um período de reestruturação do setor esportivo da emissora, que planeja colocar Galvão Bueno e Tiago Leifert como protagonistas da cobertura do mundial de futebol nos Estados Unidos.
Vale lembrar que, há cerca de um mês, o canal também decidiu tirar o Arena SBT do ar, deixando o elenco sem projetos definidos.
Leia a nota:
O SBT comunica que encerra, a pedido, sua parceria com o apresentador Benjamin Back. A decisão foi aceita pela emissora, a partir do desejo do profissional de se dedicar integralmente a novos projetos pessoais e profissionais.
O movimento foi comunicado pelo apresentador, que optou por direcionar seu foco para novas iniciativas, entre elas a cobertura da Copa do Mundo pela TMC e o desenvolvimento do Canal do Benja, que vem registrando crescimento consistente de audiência.
Esta foi a terceira passagem de Benja pela emissora, período marcado por sua personalidade marcante e forte conexão com o público esportivo, comandando por anos o “Arena SBT” e outros projetos da casa, além do “É Tudo Nosso!”.
“O SBT sempre teve um papel muito importante na minha trajetória. Sou grato pelas oportunidades, pelos projetos que construí ao longo desses anos e pela parceria com tantos profissionais talentosos. Saio feliz com tudo o que realizamos juntos e muito motivado para os próximos desafios, especialmente neste novo momento da minha carreira”, afirma o apresentador.

O modelo de gestão adotado pelo Distrito Federal na área de qualidade de vida no trabalho começou a ultrapassar fronteiras e já inspira outras instituições pelo país. Desenvolvida pela Secretaria de Economia (Seec-DF), a política voltada ao bem-estar dos servidores, que atende mais de 70 mil profissionais da administração pública, passou a ser incorporada pelo Corpo de Bombeiros Militar de Goiás.
A adoção das práticas ocorreu durante um seminário realizado em Goiânia, nos dias 7 e 8 deste mês, que reuniu cerca de 100 bombeiros militares. O encontro funcionou como ponto de partida para a implementação de estratégias focadas na valorização profissional e na melhoria do ambiente organizacional dentro da corporação goiana.
A programação abordou temas relacionados à saúde física e mental dos profissionais, além de aspectos ligados à gestão interna e ao clima organizacional. Um dos destaques foi a realização de escutas com comandantes regionais e chefes de unidade, iniciativa voltada a mapear desafios e construir soluções alinhadas à realidade da tropa.
Para o chefe do Estado-Maior do CBMGO, coronel Emerson Ferreira, a iniciativa representa um avanço na forma como a corporação encara o cuidado com seus integrantes. Ele ressaltou que investir no bem-estar dos militares reflete diretamente na qualidade do atendimento prestado à população, além de fortalecer o desempenho institucional.
Já o secretário-executivo de Valorização e Qualidade de Vida no Trabalho da Seec-DF, Epitácio Júnior, destacou que a proposta do DF é compartilhar experiências bem-sucedidas e contribuir para a estruturação de políticas públicas eficientes em outros órgãos. Segundo ele, a troca de conhecimento técnico e metodologias permite acelerar resultados e consolidar ações mais consistentes.
Com a expansão da iniciativa, o Distrito Federal se consolida como referência na implementação de políticas de gestão de pessoas no setor público, levando a outros estados um modelo que alia valorização profissional e melhoria dos serviços oferecidos à sociedade.

A apresentadora da TV Brasil e editora-chefe do Repórter Brasil Tarde, Luciana Barreto, foi homenageada durante a cerimônia do 4º Prêmio MOL de Jornalismo para a Solidariedade. A jornalista recebeu o Troféu Helaine Martins, reconhecimento que destaca sua trajetória comprometida com as questões sociais, raciais e de direitos humanos, além de sua contribuição para ampliar vozes e perspectivas no debate público.
“Esse foi o dia do jornalista mais especial da minha carreira. Receber o prêmio com o nome da Helaine Martins, uma jornalista que foi gigante, e ver um teatro lotado de outros profissionais da comunicação comprometidos com ética e humanismo encheu o ambiente de otimismo. Isso tudo se conecta muito com o jornalismo público que fazemos aqui na EBC. Todos nós ganhamos muito”, declarou Luciana.
O troféu foi criado em celebração ao legado de Helaine Martins, jornalista que idealizou o projeto Entreviste um Negro a partir de sua pesquisa sobre equidade racial na mídia. A iniciativa tem como objetivo ampliar a visibilidade de profissionais e fontes negras na imprensa.
Em atividade desde 2015, o projeto reúne um amplo banco de especialistas e já conectou centenas de profissionais a veículos de comunicação em todo o país.
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Além da homenagem a Luciana Barreto, a TV Brasil foi reconhecida na premiação. A jornalista Flávia Grossi e equipe conquistaram o segundo lugar na categoria “Jornalismo Tradicional – Vídeo” com o trabalho Egressos do cárcere, uma nova chance, exibido no programa Caminhos da Reportagem.
A matéria apresenta histórias de pessoas que deixaram o sistema prisional e buscam reconstruir suas vidas. O trabalho aborda iniciativas de reinserção social e destaca novas oportunidades após o cárcere.
A premiação é uma iniciativa do Instituto MOL para reconhecer o trabalho de profissionais, estudantes da comunicação e comunicadores populares que contribuem para fortalecer a cultura de doação, a solidariedade e a atuação das organizações da sociedade civil, destacando a importância dos temas para o exercício da cidadania em nosso país.

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), afirmou nesta quinta-feira (9) que o Governo do Distrito Federal deve apresentar, em até 30 dias, uma solução definitiva para a situação do Banco de Brasília (BRB). A declaração foi feita após reunião com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.
Segundo a governadora, o encontro teve caráter técnico e institucional. Ela garantiu que o BRB não corre risco de quebrar e que a instituição seguirá funcionando normalmente enquanto avança o processo de reestruturação.
De acordo com Celina Leão, a nova gestão do banco já elaborou um plano técnico, apresentado ao Banco Central, com foco na recuperação dos indicadores financeiros e no cumprimento das exigências regulatórias. A prioridade, disse, é assegurar a estabilidade da instituição.
O BRB enfrenta a necessidade de capitalização estimada em R$ 6,6 bilhões, após prejuízos ligados a operações com o Banco Master. Desde que assumiu o governo, no fim de março, a governadora tem intensificado conversas com autoridades para tratar do tema.
Veja a entrevista da governadora Celina Leão:
A governadora afirmou ainda que o banco mantém capacidade de honrar compromissos e que todas as medidas adotadas vêm sendo acompanhadas pelo Banco Central. Por ora, não há previsão de mudanças estruturais mais amplas.
O governo e a diretoria do BRB seguem apresentando ao órgão regulador as ações corretivas em andamento. A expectativa é que, dentro de um mês, o banco apresente um cenário mais estável, com dados consolidados e validados pela autoridade monetária.
* Com informações do Portal RADAR DF Notícias

Luísa Sonza não gostou das críticas recebidas pelo lançamento do novo álbum Brutal Paraíso e resolveu desabafar nas redes sociais. No X, a cantora abriu o coração e falou sobre as músicas.
“Esse álbum é o melhor, mais real e mais eu que já fiz na vida. Escrevi praticamente o álbum todo sozinha, e sim, talvez eu seja uma bagunça, talvez vocês não gostem do que sou, do que penso, ou só estejam me conhecendo agora e achando diferente demais, e eu sempre soube que ser real tem um preço”, iniciou ela.


Luísa Sonza divulgou a capa de seu novo álbum, intitulado Brutal Paraíso, na quinta-feira (12/3). O novo trabalho estreia em abril
Instagram/Reprodução
A cantora Luisa Sonza
Reprodução/Instagram
Produção de Luisa Sonza para o primeiro dia de Lollapalooza 2026
@luisasonza/Instagram/Reprodução
Luísa Sonza
Reprodução/Redes sociais.
Luisa Sonsa
RT Fotografia/Imagem cedida ao MetrópolesEm seguida, Luísa Sonza disse que não abre mão da liberdade conquistada nos últimos anos.
“Eu amo o que me tornei e nunca mais vou voltar atrás. Esse álbum é a primeira vez que eu não fugi em nenhum momento de mim e eu desejo que nunca mais fuja de mim como um dia tentei com tanta força. E sinceramente? Acho que vocês vão entender com o tempo”, finalizou.
O novo álbum Brutal Paraíso está disponível nas plataformas de streaming e conta com 23 músicas.

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), tem intensificado ações voltadas a pacientes com doenças raras e passou a acompanhar de perto o debate nacional sobre novos tratamentos para a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).
O tema ganhou força com a abertura de uma consulta pública do Ministério da Saúde que avalia a inclusão da edaravona no Sistema Único de Saúde (SUS). O medicamento, já aprovado pela Anvisa, é indicado para retardar a progressão da doença em estágios iniciais.
A ELA é uma condição neurodegenerativa grave e progressiva, que compromete movimentos voluntários e, com o tempo, pode afetar funções como fala, deglutição e respiração. O avanço da doença impacta diretamente a rotina dos pacientes e de seus familiares.
No Distrito Federal, a gestão de Celina tem apostado na ampliação do atendimento a esse público, com discussões sobre criação de centros de referência, reabilitação neuromotora e parcerias para inovação em tratamentos.
A possível incorporação da edaravona no SUS é vista por especialistas e associações de pacientes como um avanço no acesso à terapia, hoje restrita. A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), no entanto, emitiu recomendação preliminar contrária à inclusão.
A consulta pública segue aberta até 13 de abril e permite a participação de pacientes, profissionais de saúde e demais interessados. As contribuições podem influenciar a decisão final do Ministério da Saúde sobre a oferta do medicamento na rede pública.
A articulação ocorre em meio à tentativa de ampliar políticas públicas para doenças raras, área que ainda enfrenta desafios de acesso a diagnóstico, tratamento e acompanhamento especializado no país.