Breno Esaki/Jornal de Brasília

semelhança com a mãe fez a jovem Ana Rita Graziela Rodrigues perder a vida em um assassinato brutal ocorrido dentro da serralheria da família, no Núcleo Bandeirante. O alvo do criminoso era Gilvanna Telles, mãe da garota de 21 anos. Ana Rita morreu na hora, com dois tiros na cabeça. O mandante do crime, segundo a Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), foi o ex-companheiro de Gilvanna, que pagou R$ 10 mil pelo assassinato.

De acordo com as investigações, sete pessoas estão envolvidas no crime. Inicialmente o caso foi tratado como um latrocínio, tendo em vista que o registro policial dava conta de que um indivíduo desconhecido teria entrado na empresa, armado, anunciado o assalto e efetuado pelo menos dois disparos contra a vítima. O atirador fugiu em um Fiat/Pálio, de cor vermelha, tendo subtraído apenas um celular de uma das funcionárias.

Antes de matar Ana Rita, o criminoso teria pedido o celular da jovem, mas ela havia sido roubada dias antes. Os disparos ocorreram logo na sequência. O atirador e o motorista do carro foram identificados e presos nas cidades de Minaçu/GO e Samambaia/DF. Eles confessaram e apontaram a participação dos demais envolvidos.

O mandante do crime e mais outras duas pessoas também foram presos e o Fiat/Palio, apreendido. Outros dois envolvidos estão foragidos.

Segundo a delegacia, a investigação, além esclarecer a autoria e circunstâncias da morte de Ana Rita, também identificou um grupo criminoso organizado para prática de homicídios mediante pagamento no DF e em Goiás, pois três pessoas presas também estão envolvidas nas mortes de um pastor e de um jornalista, na cidade de Santo Antônio do Descoberto/GO.

Fonte: Jornal de Brasilia

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